HARD CANDY vai mesmo estrear por terras açoreanas. Não consigo esconder o meu profundo regozijo...
terça-feira, julho 25, 2006
quinta-feira, julho 06, 2006
ANTI-PIRATARIA

A revista brasileira «Geek» revelou hoje as intenções das autoridades britânicas no que se refere à pirataria nos cinemas:
"Os distribuidores de filmes da Inglaterra resolveram sufocar um modelo de negócio recente, que prejudicava o lucro obtido com seus filmes.
Agora, a intenção é que existam "investigadores" dentro das salas de cinema, que poderão lidar com casos onde piratas carregam câmaras de filmar escondidas para produzir réplicas, mesmo que precárias, dos filmes recém-lançados."
E acrescentam: "Segundo a Fact, a pirataria actualmente gera cerca de US$ 500 milhões e com isso a indústria cinematográfica tem prejuízo aproximado de US$ 1,5 bilhões por ano em vendas perdidas e bilheteria mais baixa causadas por esses downloads e vendas ilegais."
Uma medida a ser implementada em Portugal?

A revista brasileira «Geek» revelou hoje as intenções das autoridades britânicas no que se refere à pirataria nos cinemas:
"Os distribuidores de filmes da Inglaterra resolveram sufocar um modelo de negócio recente, que prejudicava o lucro obtido com seus filmes.
Agora, a intenção é que existam "investigadores" dentro das salas de cinema, que poderão lidar com casos onde piratas carregam câmaras de filmar escondidas para produzir réplicas, mesmo que precárias, dos filmes recém-lançados."
E acrescentam: "Segundo a Fact, a pirataria actualmente gera cerca de US$ 500 milhões e com isso a indústria cinematográfica tem prejuízo aproximado de US$ 1,5 bilhões por ano em vendas perdidas e bilheteria mais baixa causadas por esses downloads e vendas ilegais."
Uma medida a ser implementada em Portugal?
terça-feira, julho 04, 2006
ANTESTREIA DA SEMANA

Pois é. De volta às lides bloguísticas e logo em dose dupla.
Poder-se-à chamar de sequela não-oficial de SIN CITY (2005). 300 é, tal como o título supracitado, baseado numa graphic novel de Frank Miller e ostenta, igualmente, um magnífico trabalho visual e digital.
A não falhar, sobretudo, uma visita ao site oficial do filme (nas palavras dos seus responsáveis, um production blog), onde o prato principal será os video journals que testemunham as rodagens.
Olha para mim a salivar de ansiedade...

Pois é. De volta às lides bloguísticas e logo em dose dupla.
Poder-se-à chamar de sequela não-oficial de SIN CITY (2005). 300 é, tal como o título supracitado, baseado numa graphic novel de Frank Miller e ostenta, igualmente, um magnífico trabalho visual e digital.
A não falhar, sobretudo, uma visita ao site oficial do filme (nas palavras dos seus responsáveis, um production blog), onde o prato principal será os video journals que testemunham as rodagens.
Olha para mim a salivar de ansiedade...
segunda-feira, julho 03, 2006
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (1951), de Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske

De todos os clássicos, antigos ou modernos, saídos da Disney, existem três filmes que exercem um peculiar e inexplicável efeito em mim: O REI LEÃO (1994), PACHA E O IMPERADOR (2000) e, de forma especial, o condutor deste post. Não irei explicar agora as razões do meu fascínio pelo outros dois. Assistido com o mesmo prazer com que se lê o romance de Lewis Carroll, ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS pode ser considerado (permitam-me a liberdade) como o filme mais abrangente, em termos de audiências, alguma vez produzido pela casa de Walt.
Apesar das inúmeras controvérsias que rodeiam a história original (nomeadamente, a polémica afirmação de que Lewis Carroll era pedófilo* e que a presente história revela esse facto), é impressionante como o filme consegue exibir sinais de humor apropriado para as crianças e um sem-fim de motivos de análise/simbolismo para os adultos. Aliás, não admira, portanto, o enorme movimento de culto que se gerou à sua volta — ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS foi, inclusive, o filme mais alugado por estudantes universitários americanos, nos anos 60, como principal acompanhamento das suas trips de ácido, pelo menos até à estreia de 2001 - ODISSEIA NO ESPAÇO (1968).

Apoiado na torrente das possíveis interpretações do livro, o filme adapta, igualmente, essa circunstância, enfatizando na sua paleta alucinogénica o carácter surreal da narrativa e utilizando a montagem para imprimir um ritmo frenético ao desenrolar da mesma — a sequência da mesa do chá, com o Mad Hatter, é uma absoluta prova desta afirmação. Uma experiência única de animação, que se torna mais interessante e ambígua a cada visionamento.
Do estatuto de cult-movie, ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS já não foge. Foram várias as adaptações ao grande ecrã (embora pouco notáveis), obraram-se inúmeras séries de TV baseadas no conto e, até, já foi lançado no mercado um jogo de computador inspirado no universo de Alice, de seu nome American McGee's Alice, o qual terá versão cinematográfica em 2007. Conta com Sarah Michelle Gellar no papel principal e possui, por enquanto, um apelativo fanmade poster.
Tão estranho e inusitado quanto o País das Maravilhas...
De todos os clássicos, antigos ou modernos, saídos da Disney, existem três filmes que exercem um peculiar e inexplicável efeito em mim: O REI LEÃO (1994), PACHA E O IMPERADOR (2000) e, de forma especial, o condutor deste post. Não irei explicar agora as razões do meu fascínio pelo outros dois. Assistido com o mesmo prazer com que se lê o romance de Lewis Carroll, ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS pode ser considerado (permitam-me a liberdade) como o filme mais abrangente, em termos de audiências, alguma vez produzido pela casa de Walt.
Apesar das inúmeras controvérsias que rodeiam a história original (nomeadamente, a polémica afirmação de que Lewis Carroll era pedófilo* e que a presente história revela esse facto), é impressionante como o filme consegue exibir sinais de humor apropriado para as crianças e um sem-fim de motivos de análise/simbolismo para os adultos. Aliás, não admira, portanto, o enorme movimento de culto que se gerou à sua volta — ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS foi, inclusive, o filme mais alugado por estudantes universitários americanos, nos anos 60, como principal acompanhamento das suas trips de ácido, pelo menos até à estreia de 2001 - ODISSEIA NO ESPAÇO (1968).

Apoiado na torrente das possíveis interpretações do livro, o filme adapta, igualmente, essa circunstância, enfatizando na sua paleta alucinogénica o carácter surreal da narrativa e utilizando a montagem para imprimir um ritmo frenético ao desenrolar da mesma — a sequência da mesa do chá, com o Mad Hatter, é uma absoluta prova desta afirmação. Uma experiência única de animação, que se torna mais interessante e ambígua a cada visionamento.
Do estatuto de cult-movie, ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS já não foge. Foram várias as adaptações ao grande ecrã (embora pouco notáveis), obraram-se inúmeras séries de TV baseadas no conto e, até, já foi lançado no mercado um jogo de computador inspirado no universo de Alice, de seu nome American McGee's Alice, o qual terá versão cinematográfica em 2007. Conta com Sarah Michelle Gellar no papel principal e possui, por enquanto, um apelativo fanmade poster.
Tão estranho e inusitado quanto o País das Maravilhas...
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