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terça-feira, maio 08, 2012

Curiosidade da Semana



Walt Disney meets TAXI DRIVER ou a junção de dois universos absolutamente opostos levada a cabo por Bryan Boyce que, só por esta descrição, merece a visualização.



Puro génio ou publicidade camuflada ao "reino do Rato Mickey"? A opinião é vossa!

[Fonte: Bad Lit.]

sexta-feira, março 09, 2012

Hollywood Buzz #159

O que se diz lá fora sobre JOHN CARTER, de Andrew Stanton:



«Does JOHN CARTER get the job done for the weekend action audience? Yes, I suppose it does. The massive city on legs that stomps across the landscape is well-done. The Tharks are ingenious, although I'm not sure why they need tusks. Lynn Collins makes a terrific heroine.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«Stanton has been given the resources to create an expansive, expensive world, but lacks the instincts to direct live-action, a limitation that shows most in the performances. Bare of chest and fair of feature, Kitsch doesn't exhibit enough charisma to carry a project of this scale.»
Peter Debruge, Variety.

«It is a potpourri of arcane and familiar genres. "Mash-up" doesn't begin to capture this hectic hybrid; it's more like a paintball fight. Messy and chaotic, in other words, but also colorful and kind of fun.»
A.O. Scott, The New York Times.

«Director Andrew Stanton's Disney extravaganza is a rather charming pastiche.»
Todd McCarthy, The Hollywood Reporter.

«Nothing in JOHN CARTER really works, since everything in the movie has been done so many times before, and so much better.»
Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

quinta-feira, março 08, 2012

Curiosidade da Semana



Se mais argumentos fossem necessários para provar que a Pixar é a principal geradora de ícones cinematográficos da actualidade, o designer Wonchan Lee acaba de acrescentar mais um. E bastante persuasivo, por sinal.

Mike Wazowski, Nemo, Mr. Incredible, Ratatui e Carl Fredricksen, entre outros, são recriados nestes posters minimalistas na forma mas encantadores no seu âmago. O melhor é observar alguns exemplos duma "colecção" que pode ser visualizada, na íntegra e em pormenor, aqui.











[Fonte: Fast Company.]

quinta-feira, março 01, 2012

Antestreia da Semana



Já se encontra disponível on-line o primeiro trailer de FRANKENWEENIE, onde Tim Burton refaz a sua curta-metragem de mesmo nome de 1984.



Simultaneamente uma homenagem e paródia à obra seminal de James Whale, FRANKENSTEIN (1931), será o primeiro filme em stop-motion com projecção em 3D e IMAX e reúne um elenco composto por colaboradores regulares de Burton, tais como Catherine O'Hara, Winona Ryder, Martin Landau e Martin Short.





Estreia, nos EUA, a 5 de Outubro.

terça-feira, janeiro 03, 2012

Curiosidade da Semana



THE DARK KNIGHT RISES meets O REI LEÃO naquela que já é, muito provavelmente, uma das ideias mais bem conseguidas deste novo ano: a junção do áudio do trailer do próximo filme de Christopher Nolan dedicado a Batman com as imagens do clássico da Disney.

A sincronia dos dois elementos é deveras impressionante, o autor (Brad Hansen) está de parabéns pelo fantástico trabalho e só nos resta esperar por mais paródias relacionadas com o trailer de THE DARK RISES:



E quem bem fica Scar a "proferir" a já célebre ameaça de Bane...

[Fonte: BuzzFeed]

terça-feira, outubro 25, 2011

Curiosidade da Semana



Como a Sociologia contemporânea analisa o papel da Disney na definição e/ou desconstrução da masculinidade e feminilidade do seu jovem público-alvo:





Sim, os factos podem ser tremendamente perturbadores quando expostos de forma tão simplista...

[Fontes: Contemporary Sociological Theory e The Society Pages — Sociological Images]

quarta-feira, outubro 12, 2011

#25



... segundo as palavras da Ana Cardoso, que embora não sendo blogger de cinema, nunca escondeu a sua paixão pela Sétima Arte:

Antes de apresentar as minhas escolhas, queria apenas dizer que estas foram baseadas no apelo pessoal de cada filme. Ou seja, não me vão ver a justificar as minhas opiniões com base na técnica ou no facto de o filme ser um clássico ou não. São filmes tiveram determinado impacto em mim devido à minha idade quando os vi e à altura quando os vi.

Os filmes não estão organizados por ordem alfabética, e não por ordem de preferência.


. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
(1951, Alice in Wonderland, Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske)



Este é o meu filme de animação favorito da Disney. Eu sempre gostei muito de histórias, principalmente mirabolantes, e este filme tinha tudo: comida que fazia crescer, bebidas que faziam encolher, flores que cantavam, exércitos de baralhos de cartas, uma "festa de chá" muito sui generis... Todo aquele absurdo era apelativo para mim e é, sem dúvida, o filme da Disney que mais vezes vi. Até já perdi a conta.

. A BELA E O MONSTRO
(1991, Beauty and the Beast, Gary Trousdale e Kirk Wise)



Mais um filme de animação (e não fico por aqui). A história é um clássico, a heroína é um bom exemplo para pessoas de todas as idades, há objectos que falam, uma batalha na torre de um palácio e tem aquela que, na minha opinião, é a melhor música da Disney: Beauty and the Beast. Mas a versão da Angela Lansbury, não a da Celine Dion.

É sempre bonito mencionar o facto de este ter sido o primeiro filme de animação a ser nomeado para o Oscar de Melhor Filme. Mas eu quando me apaixonei pelo filme ainda não sabia isso. Aliás, acho que aos 4 anos nem sabia o que eram os Oscars.


. EDUARDO MÃOS-DE-TESOURA
(1990, Edward Scissorhands, Tim Burton)



A primeira vez que vi este filme ainda não sabia ler, portanto não conseguia perceber as legendas. A minha prima estava ao meu lado e ia tentando explicar a história. É claro que o meu cérebro de 3 anos não conseguiu reter muita coisa dessa primeira visualização, mas ficou o essencial: 1. era um conto de fadas 2. era um conto de fadas mirabolante. Foi o que bastou. Depois de crescer e de mais umas tantas visualizações, ficou retido o seguinte: 1. era um conto de fadas 2. era um conto de fadas mirabolante 3. era um conto de fadas mirabolante com o Vincent Price. E para mim chega.

. GLADIADOR
(2000, Gladiator, Ridley Scott)



O Gladiator está nesta lista, porque marcou a minha transição entre ver filmes e ver filmes com atenção. Quando o vi pela primeira tinha cerca de 11/12 anos e foi o primeiro filme em que, realmente, comecei a prestar atenção a coisas como interpretação, cenários, iluminação... Foi como que um despertar, por assim dizer. E a partir daí comecei a ver filmes com outros olhos.

. SAGA HARRY POTTER
(2001, 2002, 2004, 2005, 2007, 2009, 2010, 2011, Harry Potter and the Philosopher's Stone, Harry Potter and the Chamber of Secrets, Harry Potter and the Prisoner of Azkaban, Harry Potter and the Goblet of Fire, Harry Potter and the Order of the Phoenix, Harry Potter and the Half-Blood Prince, Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1, Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2, Chris Columbus, Alfonso Cuarón, Mike Newell, David Yates)



Já que me foi permitido a pequena "batota" de pôr filmes relacionados na mesma posição, aqui ficam oito de uma vez.

A razão de os filmes do Harry Potter aqui estarem... Não sei bem como lhe chamar.
Geekness? Talvez. Adoro os livros. Foram dez anos a lê-los, a história do Harry e dos amigos é, sinceramente, uma das coisas mais bonitas que já tive o prazer de ler e os filmes estão aqui por causa disso. Porque são a manifestação cinematográfica de sete livros que mais prazer me deram de ler.

. A PRINCESA MONONOKE
(1997, Mononoke-hime, Hayao Miyazaki)



Foi complicado escolher só um do Miyazaki. Muito complicado. São todos maravilhosos. E, sinceramente, nem sei explicar porque escolhi este. Só tinha espaço para um e foi algo um bocado à sorte. O Miyazaki é um génio da animação e do storytelling.

. A PEQUENA SEREIA
(1989, The Little Mermaid, Ron Clements e John Musker)



Adoro a impulsividade e a rebeldia da Ariel, a personalidade do Sebastião e a fabulosa vilã que é a Úrsula. É também o filme que marca o começo da Disney Renaissance e que nos deu alguns dos melhores filmes produzidos pelo estúdio, incluindo os chamados Fabulous Four.

. MÚSICA NO CORAÇÃO
(1965, The Sound of Music, Robert Wise)



Ainda não sabia falar inglês e já sabia cantar as músicas deste filme. Não fazia ideia do que estava a dizer, mas os sons que eu imitava eram bonitos. Este é mesmo um dos melhores exemplos de algo que me marcou na infância e que me acompanhou enquanto crescia. Continuo a saber as músicas de cor e não me canso de ver este filme.

. TRILOGIA TOY STORY
(1995, 1999, 2010, Toy Story, Toy Story 2, Toy Story 3, John Lasseter, Ash Brannon, Lee Unkrich)



Adoro a Pixar. Adoro ao ponto da cegueira. Consigo admitir que alguns filmes podem ter defeitos, mas facilmente consigo ignorar esse facto. E de entre os filmes da Pixar, os que mais adoro são os do Toy Story, principalmente o Toy Story 3. Era miúda quando saíram os dois primeiros e quando o último saiu o ano passado não pude deixar de me identificar com o Andy. Mesmo apesar da minha "cegueira", tento avaliar objectivamente o Toy Story 3 ao dizer que é perfeito. A história prende ao ecrã, os brinquedos fazem rir, dão pena, fazem chorar... E nem são pessoas. São brinquedos. Intangíveis, ainda por cima.

. QUE TERIA ACONTECIDO A BABY JANE?
(1962, What Ever Happened to Baby Jane?, Robert Aldrich)



A interpretação da Bette Davis neste filme é absolutamente fabulosa. Ou assombrosa, melhor dizendo. Vi o filme pela primeira vez há alguns anos e fiquei deslumbrada com ela. E desde então, já voltei a ver o filme muitas vezes e mais. E a sensação de deslumbre é sempre intensa.

--//--

Obrigado, Ana, pela tua participação!

quinta-feira, outubro 06, 2011

#24



... segundo as palavras do Jorge Teixeira, que explana, assiduamente, a sua cinefilia através do Facebook:

Quando penso nos filmes da minha vida penso imediatamente naqueles que me acompanharam largos anos através de fervorosas visualizações. Também me ocorre aqueles que simplesmente me arrebataram, me emocionaram ou me surpreenderam, independentemente do seu valor, ou por outro lado certos filmes que se destacam como autênticos marcos na minha evolução e compreensão pela sétima arte, esses que primam pela qualidade inevitavelmente. Posto esta reflexão, cheguei à conclusão que deveria abordar a iniciativa segundo estas três vertentes, não só por ser uma estratégia coerente e equilibrada, mas também por assim poder incluir determinados filmes de relativa recente visualização, que de outro modo seria complicado. Surgem então as escolhas, cada uma com significado e paixão muito próprias, que constituem uma lista de filmes definidora de uma etapa e de um estado actual do conhecimento.

1. O REI LEÃO
(1994, The Lion King, Roger Allers e Rob Minkoff)



O meu amor de infância, aquele que vi e revi tantas e tantas vezes. O curioso é que após centenas de filmes vistos, O Rei Leão permanece imutável, seguro e fixo no seu posto como um dos melhores e um dos filmes da minha vida, que me acompanhou, me acompanha e me acompanhará sempre e em qualquer circunstância. Em tudo se revela um filme ímpar, uma história comovedora e uma obra-prima do mais alto que a animação já conheceu.

2. TITANIC
(1997, Titanic, James Cameron)



O meu romance favorito. Prazer desmesurado e ultra-viciante. Cedo-me à capacidade de Cameron em me emocionar compulsivamente e em me presentear com um produto do mais alto teor estético, sendo que tecnicamente é mesmo irrepreensível. Em suma, um feito e um filme portentoso e avassaladoramente imortal.

3. TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
(2001, 2002, 2003, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, The Lord of the Rings: The Two Towers, The Lord of the Rings: The Return of the King, Peter Jackson)



O meu filme preferido. A trilogia da minha vida, que mais me emociona, mais me entretém, mais me arrebata, mais me enriquece e mais me completa. Relíquia ao qual não resisto, e ao qual tenho o mais profundo respeito e admiração. Sou fã incondicionalmente. Obra-prima absoluta e transcendental.

4. BRAVEHEART — O DESAFIO DO GUERREIRO
(1995, Braveheart, Mel Gibson)



O meu filme de guerra predilecto, aquele que mais me extasia e me faz vibrar com o poder do discurso, da mensagem, da realização das batalhas e sobretudo de uma cena inesquecível, porventura a minha preferida de sempre. Um épico de fazer tremer toda uma plateia.

5. A VIDA É BELA
(1997, La vita è bella, Roberto Benigni)



O meu drama favorito, que me contagia e me entretém numa parte, e me comove e me consciencializa noutra. Filme de uma vida, que a abarca e a intemporaliza. Uma história de fazer tremer o mais insensível coração.

6. ACONTECEU NO OESTE
(1968, C'era una volta il West, Sergio Leone)



O Western da minha vida, que consolidou e transcendeu o género artisticamente. Cada frame da fotografia, cada close-up ou sequência de Leone ou ainda cada nota de Morricone deslumbram-me e fazem-me acreditar que não há muitos filmes que nos proporcionam momentos tão especiais. Em poucas palavras, um exemplo de um filme imaculado e intemporal.

7. PSICO
(1960, Psycho, Alfred Hitchcock)



O meu clássico favorito e o meu Hitchcock por excelência. De um entretenimento e sentido artístico e estético como poucos. Simplesmente genial, um verdadeiro e autêntico thriller de captar a atenção em todos os minutos, como ainda de nos surpreender constantemente.

8. MEMENTO
(2000, Memento, Christopher Nolan)



O argumento da minha vida, que por si só define grande parte do fascínio e prazer que tenho pelo filme. Assume-se como um exercício e um desafio ao qual não resisto e ao qual me delicio inúmeras vezes. Um quebra-cabeças deveras viciante.

9. QUANTO MAIS QUENTE MELHOR
(1959, Some Like It Hot, Billy Wilder)



A minha comédia predilecta, aquela que muito provavelmente levaria para uma ilha deserta e aquela que me faria rir e me entreteria como nenhuma outra. Jack Lemmon é absolutamente genial num filme que ainda tem Marilyn Monroe como adição a todo um elenco por si só fenomenal. Uma delícia e um objecto da minha mais profunda admiração.

10. METROPOLIS
(1927, Metropolis, Fritz Lang)



O meu colosso preferido, o meu monumento precioso, aquele que me fascinou, me fascina e me fascinará sempre, tenho a certeza. É um filme triunfal em todos os aspectos, que brilha e transpira esplendor em cada plano, em cada cena e em cada sequência. Uma obra-prima para se recorrer muitas e muitas vezes.

--//--

Obrigado, Jorge, pela tua participação!

sexta-feira, agosto 19, 2011

Curiosidade da Semana

'Where's WALL-E'?



(cliquem na imagem para uma maior visualização da imagem)

sexta-feira, junho 24, 2011

Hollywood Buzz #129

O que se diz lá fora sobre CARS 2, de John Lasseter:



«CARS 2 is fun. Whether that's because John Lasseter is in touch with his inner child or mine, I cannot say.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«It is not entirely without charm or wit. Directed by John Lasseter (with Brad Lewis credited as co-director) from a script by Ben Queen, CARS 2 lavishes scrupulous imaginative attention on its cosmopolitan settings.»
Manohla Dargis, New York Times.

«The rare sequel that not only improves on but retroactively justifies its predecessor, this lightning-paced caper-comedy shifts the franchise into high gear with international intrigue, spy-movie spoofery and more automotive puns than you can shake a stickshift at, handling even its broader stretches with sophistication, speed and effortless panache.»
Justin Chang, Variety.

«Not to get all Dorothy about it, but when it comes to CARS, there's no place like home. The emotional punch of the original is inextricably rooted in the movie's appreciation of off-the-beaten-track America, and all that homegrown vintage car culture signifies.»
Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

«Cooler cars and more action follow Lightning and Mater as they mix it up with spies and Formula 1 racers in yet another Pixar winner.»
Todd McCarthy, The Hollywood Reporter.

segunda-feira, junho 06, 2011

#13



... segundo as palavras do Pedro Ponte, do blog Ante-Cinema:

1. JULES E JIM
(1962, Jules et Jim, François Truffaut)



O epítome da Nouvelle Vague e de tudo o que Truffaut fez ao longo de três décadas. Um filme provocante, absurdamente romântico, idealista e trágico.

2. 8½
(1963, , Federico Fellini)



Uma obra absolutamente essencial para compreender não apenas o cinema mas também o processo criativo em si, incida ele sobre que forma de arte incidir.

3. DR. ESTRANHO AMOR
(1964, Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, Stanley Kubrick)



O primeiro filme que me vem à cabeça quando penso em Kubrick não é 2001 ou LARANJA MECÂNICA, mas sim o mais atípico da sua carreira. Uma das coisas mais brilhantes já filmadas; uma criação nascida de um idealismo profundamente anti-guerra mas também de um humor do mais negro concebível.

4. A MULHER QUE VIVEU DUAS VEZES
(1958, Vertigo, Alfred Hitchcock)



A essência do cinema de Hitchcock. Um filme fabuloso, que nunca deixará de desafiar, intrigar e perturbar — tudo o que Hitch adorava fazer.

5. VELUDO AZUL
(1986, Blue Velvet, David Lynch)



Um dos primeiros filmes a despertar em mim coisas que não fazia ideia sequer que existiam. Capaz de chocar, frustrar e maravilhar, é em muitos sentidos o filme mais 'Lynchiano' já feito: surreal em imagens e ao mesmo tempo realista na forma como aborda temas como a sexualidade e a natureza boa vs. má do Homem.

6. ANNIE HALL
(1977, Annie Hall, Woody Allen)



Tudo aquilo a que Woody Allen se dedicou estudar (por detrás do humor, das neuroses, do intelectualismo) está presente neste maravilhoso filme: um olhar memorável e hilariante sobre as relações contemporâneas. Dos poucos filmes que posso — e poderei — rever todos os anos durante toda a minha vida.

7. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



Muito mais que um simples ícone da cultura popular ou um marco dos anos 90. Ironicamente moralista, tendo em conta o quão violento, sádico e profano consegue ser e pela forma como Tarantino se diverte genuinamente a "brincar" com a facilidade do Homem em escolher a violência e o crime, mantém-se até hoje como um dos filmes mais solenemente realizados e escritos de sempre.

8. DISPONÍVEL PARA AMAR
(2000, In the Mood for Love, Wong Kar-wai)



Descobri Wong Kar-wai tarde, mas talvez seja quem me ensinou que é possível captar a essência da beleza em filme. Eventualmente o filme mais belo que vi até hoje.

9. O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE
(2001, Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain, Jean-Pierre Jeunet)



Anti-cinismo puro, deliciosamente romântico e encantador. Uma autêntica dose de encanto e pura inocência, cada vez mais raros nos dias de hoje.

10. O REI LEÃO
(1994, The Lion King, Roger Allers e Rob Minkoff)



Para terminar (mas sem dar demasiada relevância à ordem), o filme que mais me terá marcado até hoje, por ter sido a primeira experiência dentro de uma sala de cinema e, como tal, inesquecível. Expoente máximo (a par de A BELA E O MONSTRO) da segunda vaga da Disney, continua a ser exactamente o mesmo filme que foi no longínquo inverno
de 94: mágico, encantador, possuidor de valores familiares muitas vezes esquecidos, relevante para o crescimento de qualquer pessoa e para relembrar os que já cresceram de coisas importantes, muitas vezes esquecidas pelo caminho.


--//--

Obrigado, Pedro, pela tua participação!

terça-feira, maio 24, 2011

#10



... segundo a opinião e palavras do André Marques, do blog Blockbusters:

1. A.I. — INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
(2001, A.I. Artificial Intelligence, Steven Spielberg)



Um filme com uma história muito bem contada, como apenas Spielberg sabe contar.

2. AS HORAS
(2002, The Hours, Stephen Daldry)



Um drama tão bem escrito, tão bem realizado e interpretado que retrata uma situação humana com uma enorme delicadeza.

3. COLISÃO
(2004, Crash, Paul Haggis)



Todas as histórias e twists fazem este filme ter uma intensidade humana brutal.

4. SAGA A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, 1999, Star Wars: Episode I - The Phantom Menace, 2002, Star Wars: Episode II - Attack of the Clones, 2005, Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



Simplesmente os melhores filmes de ficção científica e universo extraterrestre.

5. KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, 2004, Kill Bill: Vol. 2, Quentin Tarantino)



O filme que retrata o tema vingança de uma forma genial, mesmo à Tarantino.

6. MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



Um filme que me marcou bastante na minha adolescência e que revolucionou os efeitos especiais no cinema.

7. MOULIN ROUGE
(2001, Moulin Rouge!, Baz Luhrmann)



O melhor musical de todos os tempos (para além de ser o filme que me apresentou aquela que eu considero a melhor actriz da actualidade: Nicole Kidman).

8. O REI LEÃO
(1994, The Lion King, Roger Allers e Rob Minkoff)



Este é sem dúvida O filme de animação por excelência.

9. PRECIOUS
(2009, Precious, Lee Daniels)



Um drama real e que felizmente este filme retrata com uma crueza formidável.

10. TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2002, The Lord of the Rings: The Two Towers, 2003, The Lord of the Rings: The Return of the King, Peter Jackson)



Os melhores filmes de aventura e fantasia que conheço.

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Obrigado, André, pela tua participação!