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sexta-feira, novembro 09, 2012

Visões Exteriores #2



«É compreensível que não seja possível continuar com os luxuosos catálogos que eram distintivos da Cinemateca Portuguesa, e até mesmo que, no referente à programação mensal, tenha deixado de haver os desdobráveis cartonados e passado a haver sim um jornal, para mais impresso na Imprensa Nacional. Mas quando a Cinemateca está assim coarctada muito para além da contenção orçamental, não é apenas a instituição que está em causa: há também um inquietante sinal de uma “ditadura das Finanças”, cultural e socialmente desastrosa e politicamente perigosa.

E não deixo de achar estranho que, tendo havido no passado várias movimentações respeitantes à Cinemateca, os graves constrangimentos actuais não tenham ecos públicos. A memória viva e uma possibilidade vital de conhecimento e de experiência da arte cinematográfica estão em causa.
»

Atenção à Cinemateca!, por Augusto M. Seabra, in Ípsilon, 09 de Novembro de 2012.

terça-feira, outubro 30, 2012

Curiosidade da Semana



Os "gags de filmagens", esse extra tão popular de DVD e Blu-Ray, nunca teve uma dimensão tão histórica.

Humphrey Bogart, fora do sisudo glamour a que nos habituou, jocoso e paciente perante os erros dos colegas mas frustrado com os seus. Imperdível:



[Fonte: Turner Classic Movies.]

segunda-feira, outubro 22, 2012

Visões Exteriores #1



«O excesso de teoria enjoa e mata. Não gosto da escrita sobre cinema que pareça um peru emproado. Prefiro o peru bêbado. Nunca serei devoto da prosa escolástica de André Bazin ou do sucedâneo Serge Daney. Os filmes ficam apertados num espartilho, mais apertados do que Vivien Leigh no corpete com que a criada lhe esmaga as costelas em "Gone With the Wind". E quando se vai a ver até parece que já é mais importante o espartilho do que o corpinho que está lá dentro. Mil vezes a apaixonada e sedutora emoção do americano João Bénard ou a delirante liberdade ficcional da cabeça inglesa de David Thomson, para falar de dois dos meus escritores favoritos de filmes, actrizes e realizadores.

Bénard e Thomson escrevem textos conversados com a realidade do cinema, com o que se passa no ecrã e com o que se passou fora dele. Qualquer deles podia ter contado a história do encontro de Spielberg e John Ford.

Andava Spielberg a fazer o desmame da escola secundária, sonhando ser realizador de cinema, quando alguém lhe arranjou um encontro com Ford. A secretária mandou-o entrar e esperar. Ford tinha ido almoçar e estava a chegar. Quarenta minutos depois, o velho realizador irrompeu imponente, a cara coberta de marcas de bâton que a secretária se apressou a limpar com lenços de papel, o abismado miúdo Steven com os seus sonhos enfiados entre o rabo e a cadeira.

Ford mandou-o entrar: "Então, queres ser um
picture maker?" Não se sabe se Spielberg abanou a cabeça. O que é que sabes de arte?" Nessa altura já Spielberg nem cabeça tinha para abanar. O velho apontou um quadro na parede e trovejou ao miúdo: "O que é que vês ali?" Spielberg começou a falar dos índios que lá estavam. Ford interrompeu-o aos gritos: "Não, não, onde é que está a linha de horizonte?" Em cima, disse o balbuciante dedo de Spielberg. "OK. E o que vês no quadro ao lado?" Spielberg voltou a falar de cavaleiros, mas Ford explodiu: "Não, não, não, onde é que está o horizonte?" Em baixo, sussurrou o jovem aprendiz. Ford olhou-o nos olhos e deu-lhe um conselho ameaçador: "Se nunca puseres a linha de horizonte a meio do quadro e se fores capaz de sentir porque é que o colocaste bem em cima ou bem em baixo talvez possas ser um bom picture maker. E agora, get the fuck out of here.

A história do cinema foi feita por mil marcas de bâton que nunca veremos, alimentada pelos sonhos de miúdos ainda com fraldas e pela voz de Júpiter de velhos patriarcas. Uma multidão de episódios que se recorta contra a altíssima linha de horizonte que namora a eternidade ou esse baixíssimo horizonte que nos atira para abismos compulsivos e infernais.
»

A Linha de Horizonte, por Manuel S. Fonseca, in Atual, 20 de Outubro de 2012.

quarta-feira, outubro 03, 2012

Curiosidade da Semana



Bolaji Badejo é um dos heróis menos conhecidos para o sucesso e influência artística de ALIEN — O 8º PASSAGEIRO (1979).

Descoberto acidentalmente por um dos directores de casting do filme, a peculiar estrutura física deste artista gráfico de origem nigeriana foi a chave para o pleno "funcionamento" de um dos monstros mais icónicos do cinema de ficção-científica dos últimos 30 anos.

Neste vídeo, recentemente divulgado, assistimos a uma série de aterradores testes de câmara levados a cabo por Ridley Scott, onde se pode testemunhar como o alien de H.R. Giger ganhou vida no grande ecrã:



E, com uma publicação desta natureza, das duas uma: ou pesadelos garantidos ou uma tremenda vontade de rever o filme...

[Fonte: CinemaBlend.]

terça-feira, outubro 02, 2012

Dias de Festival de Veneza

O testemunho, único e pessoal, do Diogo Lima em Veneza.

Estudante de cinema, mas já duplamente premiado no Panazorean Film Festival com PDL-LIS, e o melómano autor do blog Edição Limitada, fruiu, recentemente, da invejável oportunidade de acompanhar o Festival de Veneza em primeira mão. Em discurso directo, eis o seu relato de dez dias em Veneza.




Há coisa de três semanas um grupo de 27 jovens (um por cada nacionalidade da UE) teve a oportunidade de visitar o Festival Internacional de Cinema de Veneza e de integrar uma série de conferências e workshops promovidos pela secção independente Venice Days, a casa-mãe da iniciativa promovida pelo Parlamento Europeu, Europa Cinemas com colaboração do site Cineuropa.org. Eu fui o português seleccionado em representação do Cinema City Classic Alvalade (ao qual aproveito para deixar, mais uma vez, um enorme obrigado!) e este é um relato muito compacto da minha experiência.

Não te apercebes que vais viver um dos melhores momentos da tua vida quando recebes um e-mail a dizer que foste seleccionado para ir a um dos maiores festivais do mundo. Não te apercebes disso quando recebes as passagens de avião ou quando, a 20 minutos da viagem para o aeroporto, perdes as chaves do cadeado que — maravilha das maravilhas — já está posto na mala.

Não te apercebes disso quando chegas ao Marco Polo e encontras o gajo de Malta com quem vais apanhar o barco para o Lido nem quando te dão as chaves para ficares num apartamento com uma holandesa, uma lituana e um dinamarquês.

Os primeiros momentos de conversa que tens com o resto do pessoal dão-te logo a entender que há ali uma "conexão latina" — Portugal, França, Itália e Espanha dão-se sempre às mil maravilhas. Independentemente de nacionalidades, o gelo quebra-se com todos à medida que a vergonha se perde.

A rotina constrói-se e entranha-se involuntariamente em cada um. Depois de acordar às 7, grunhem-se dois dedos de conversa entre um espresso e um croissant no Caffè Bahiano (com um daqueles muy tugas azulejos a dizer "evite ressacas, mantenha-se bêbado"). Seguem-se as conferências matinais, o almoço numa das piores "cantinas" que este mundo já viu dar à luz e uma tarde entre passeatas e doses cavalares de longas-metragens que se estendem até à meia-noite, hora em que num inglês mais ou menos abrutalhado se trocam opiniões e se criam laços fortalecidos por uma Nastro Azzurro ou por uma Spritz numa esplanada qualquer.

A correria para as filas pré-filme (condição à qual até o detentor de uma mera credencial da Giornate Degli Autori está sujeito) faz parte da rotina e é como uma imperial: quando se está acompanhado sabe melhor. Rapidamente se dá com o jeito ao recinto quando tanta vez se procura pelas Sala Darsena, Volpi, Pasinetti, PalaBienale...

"Signore e signori, vi preghiamo di prendere posto, la proiezione sta per iniziare."

Poucas vezes senti um arrepio tão forte quando vi pela primeira vez a animação introdutória do festival, obra do italiano Simone Massi (http://www.youtube.com/watch?v=oYdnOUAWKu0). Infelizmente a primeira sessão acaba por ser um prenuncio da mediania a que os meus olhos foram sujeitos nos dias que se sucederiam.

As expectativas depressa foram abaixo: WOMAN’S TALES — uma série de curtas realizadas por mulheres financiada pela MIU MIU — e PINOCCHIO — uma animação de Enzo D’Alò capaz de dar ataques epilépticos até ao homem mais são numa narrativa demasiado curta e compactada para uma história tão grande — revelaram-se desilusões para quem estava à espera de algo mais.

Apesar do vasto leque de narrativas desastrosas e personagens inconstantes/inconsistentes, Veneza não tem o nome que tem por magia; houve tempo para revelações como QUEEN OF MONTREUIL, de Solveig Anspach, a afirmação de Jesper Ganslandt (BLONDIE) como um realizador muito a ter em conta ou a mesmerizante aventura de Harmony Korine pelos meandros da degradante cultura pop actual em SPRING BREAKERS. TABU, de Miguel Gomes (nomeado para o LUX PRIZE da UE), é definitivamente um arthouse crowd pleaser. IO SONO LI, de Andrea Segre, uma calma e melancólica abordagem à história de uma chinesa no meio de pescadores italianos. THE MASTER, de Paul Thomas Anderson, deixou-me com as voltas trocadas (tanto no bom como no mau sentido). TAI CHI ZERO, um Scott Pilgrim chinês com cheiros de Spielberg.

As manhãs eram preenchidas com panel sessions com gente do mundo do cinema como Giorgio Gosetti, director do Venice Days; Derek Malcolm, crítico internacional; Solveig Anspach, realizadora islandesa; Frédéric Boyer, o director artístico do Tribeca Film Festival; Domenico LaPorta, editor do Cineuropa.org.

Não te apercebes que estás a viver um dos melhores momentos da tua vida a meio da experiência. Discutes isso com quem te acompanha diariamente, mas estás demasiado ocupado a absorver tudo à tua volta. Os workshops e panel sessions, as noites passadas entre discussões infrutíferas sobre a qualidade do trabalho de Terrence Malick e danças ao som dos hits que só os italianos sabem condicionar numa playlist.

A quilometragem vai pesando nas pernas à medida que o Lido se vai tornando habitat natural e até o Hotel Des Bains de MORTE EM VENEZA, pelo qual passamos diariamente, se torna quase invisível. Há tempo para uns desvios em S. Maria Elizampetta ou até mesmo a Veneza que todo o mundo conhece, mas o percurso de 20 minutos a pé entre apartamento e casino vai parecendo cada vez mais e mais longo. Até a Spritz já começa a saber bem.

E chegamos ao último dia de festival: na cerimónia de encerramento concentram-se centenas de jornalistas e jovens com acreditações em frente a um LCD pequeníssimo para tanta gente. Sabem-se os vencedores dos cobiçados leões e batem-se palmas aos vencedores. A tensão é maior que numa final de campeonato europeu. O Leão de Prata vai para THE MASTER, palmas. Tudo em aberto para o Leão de Ouro. É PIETÀ, de Kim-Ki Duk. Um favorito do juri, crítica e público com um realizador estranhamente carismático que faz até os jornalistas berrarem um "Yes!".

Começas a aperceber-te à séria que viveste uma das melhores experiências da tua vida quando te começas a despedir a pouco e pouco das outras 20 e quantas pessoas que fizeram parte dos últimos dez dias. Mais do que uma série de conferências, filmes e debates, o 27 Times Cinema foi uma oportunidade para discutir, conhecer e aprofundar sabedoria com outros europeus com a mesma sede, alargar horizontes (e até arranjar oportunidades de emprego!) e afins.

Pouco me importa que Toronto esteja a ganhar relevância no panorama dos festivais; Veneza ficará para sempre no coração deste vosso companheiro que vos escreve como o primeiro grande (e grandioso) festival de cinema. E só por aí já dá para perceber que a coisa foi MESMO boa.

--//--

Obrigado, Diogo, por teres aceite o convite em partilhar a tua experiência nos Venice Days!

segunda-feira, outubro 01, 2012

Regresso da Pausa



Os tempos mudaram, os sabáticos cessaram. O Keyzer Soze está de volta.

[imagem (também) retirada do filme O GRANDE SALTO, dos irmãos Coen.]

sábado, setembro 15, 2012

Blog em Stand-By



Por motivos profissionais — sim, o Keyzer Soze também tem de obter "experiência profissional" —, o blog estará inactivo durante os próximos dias.

No entretanto, continuarei por aqui e também por estas paragens.

Um cinéfilo até já!

[imagem retirada do filme O GRANDE SALTO, dos irmãos Coen.]

sexta-feira, setembro 07, 2012

Curiosidade da Semana



Para quem conhece, com algum detalhe, os contornos da atribulada produção de BLADE RUNNER — PERIGO IMINENTE, também compreenderá a dificuldade com que os executivos da Warner Brothers se depararam para comercializar um híbrido estranho de ficção-científica e film noir, numa época em que títulos como GUERRA DAS ESTRELAS (1977) ou OS SALTEADORES DA ARCA PERDIDA (1981) ditavam as regras do blockbuster.

Foi assim que, antes da sua estreia em 1982, a M.K. Productions produziu esta curta-metragem promocional de BLADE RUNNER, com o intuito de a exibir em convenções dedicadas ao cinema de terror, fantasia e ficção-científica — na altura, "meros" nichos de mercado:



Manobra de marketing totalmente inusitada e, tal como o próprio filme de Ridley Scott, visionária para a sua época e desconhecida do grande público, esta curta-metragem foi, segundo alguns rumores, um enorme sucesso junto desses pequenos grupos, sendo legítimo especular acerca da sua influência para a constituição de BLADE RUNNER como um dos principais cult movies de todos os tempos.

[Fonte: indieWIRE.]

sábado, setembro 01, 2012

Curiosidade da Semana



Na passada Quinta-Feira, em Minneapolis, puderam-se escutar miados cinematográficos, suspiros de ternura e gargalhadas durante várias horas. Cortesia da primeira edição do Internet Cat Video Film Festival, que reuniu mais de dez mil pessoas no Walker Art Center para a exibição de uma longa série de curtas-metragens protagonizadas por felinos.

Embora o evento possa confundir-se com o fenómeno dos Internet memes, o Internet Cat Video Film Festival divide as exibições por categorias (documentário, art house, estrangeiro, etc.) e, reconhecendo que não é um festival de cinema no sentido mais comum da designação, encontra no audiovisual uma "legitimidade artística" para o afecto natural entre homens e gatos.

O primeiro prémio — ou o Golden Kitty Award — foi para HENRI 2: PAW DE DEUX, um registo existencial a preto-e-branco de um gato francês, de Will Braden:



O Keyzer, como enorme apreciador de gatos que é, não poderia deixar de salientar um evento destes...

[Fonte: The New York Times.]

sábado, agosto 04, 2012

Curiosidade da Semana



Martin Scorsese sobre a irreverência visionária de...

ORSON WELLES



JOHN CASSAVETES



ROBERT ALTMAN



ROBERTO ROSSELLINI



MICHAEL POWELL & EMERIC PRESSBURGER



[Fonte: Fast Company.]

quarta-feira, julho 18, 2012

Curiosidade da Semana



Para quem estiver a atravessar uma "crise de fé cinéfila", eis 135 planos, extraídos de 86 filmes, que pretendem restaurar a confiança na Sétima Arte:



[Fonte: Flavorwire]

terça-feira, julho 10, 2012

Curiosidade da Semana



Teste de som para CHANTAGEM (1929), recentemente divulgado pelo British Film Institute. Hitchcock's style.



[Fonte: Empire.]

sábado, junho 30, 2012

Curiosidade da Semana



Do stop-motion de KING KONG (1933, Merian C. Cooper) até ao "mastodôntico" AVATAR (2009, James Cameron), eis uma breve história da Sétima Arte em torno das suas personagens criadas por efeitos visuais mais emblemáticas.

Ou a saga da busca contínua — para uns natural, para outros ilegítima — pelo realismo artificial cinematográfico.



[Fonte: lnrdshelby.]

quarta-feira, junho 20, 2012

Curiosidade da Semana



O fascínio visual de BLADE RUNNER — PERIGO IMINENTE inspirou algo quase impossível: recriar o filme inteiro... em aguarelas.

O artista sueco Anders Ramsell já publicou on-line os primeiros resultados da sua experiência, composta por 3825 telas pintadas em aguarela, acompanhadas pelas sonoridades do filme. Um mero prelúdio para o trabalho de converter, na íntegra, o clássico de ficção-científica de Ridley Scott a este formato.



Uma "tarefa" para acompanhar atentamente e aqui.

[Fonte: Slate.]

segunda-feira, junho 11, 2012

Curiosidade da Semana



Quase uma hora de sequências — algumas delas envolvem mamilos a arder, tentativas de violação e velhinhas arrepiantes, portanto ficam avisados os mais impressionáveis — não utilizadas por David Lynch em VELUDO AZUL (1986), redescobertas o ano passado num estúdio da MGM e recentemente publicadas na Internet para o deleite de milhares de fãs de um dos maiores filmes de culto dos anos 80.



Eis algo de extremamente raro. A ver (e descobrir) o mais depressa possível.

[Fonte: Gawker.]

quinta-feira, junho 07, 2012

Curiosidade da Semana



"Eu decifrei o código que o Tarantino criou". É a partir desta enigmática premissa que os 300ml, duo de realizadores brasileiros, criam esta contagiosa curta-metragem intitulada TARANTINO'S MIND.

Selton Mello e Seu Jorge exploram, durante uma conversa de café, os temas, personagens e referências comuns na filmografia de Quentin Tarantino, num exercício fílmico peculiarmente experimental, irreverente, jocoso e pedagógico.

Ver TARANTINO'S MIND converter-se-à em quinze minutos de vida cinéfila muito frutífera.



[Fonte: Miramax.]

sábado, junho 02, 2012

Curiosidade da Semana



A suite 111 do Hotel Lutetia, em Paris, será a partir de agora o espaço hoteleiro mais desejado pelos fãs do cinema de David Lynch.

O realizador, actualmente concentrado em tudo menos na estreia de uma nova longa-metragem, foi escolhido para dar o seu toque pessoal à decoração da suite em questão, onde se poderá encontrar "uma intrigante atmosfera de amor, morte, sonhos e erotismo". Bem em consonância com a cinematografia de Lynch.



Irresistível. Não tanto, talvez, ao sabermos que o preço de uma noite ronda os 960 euros...

[Fonte: Paste Magazine.]

terça-feira, maio 08, 2012

Curiosidade da Semana



Walt Disney meets TAXI DRIVER ou a junção de dois universos absolutamente opostos levada a cabo por Bryan Boyce que, só por esta descrição, merece a visualização.



Puro génio ou publicidade camuflada ao "reino do Rato Mickey"? A opinião é vossa!

[Fonte: Bad Lit.]

terça-feira, maio 01, 2012

Curiosidade da Semana



Conseguem imaginar a Scarlett O'Hara, de E TUDO O VENTO LEVOU (1939, Victor Fleming), interpretada por outra actriz que não Vivien Leigh?

Este fascinante excerto do documentário THE MAKING OF A LEGEND: GONE WITH THE WIND apresenta as audições das várias candidatas ao icónico papel (Tallulah Bankhead, Susan Hayward, Lana Turner, Joan Bennett, Jean Arthur e Paulette Goddard) e faz-nos perceber como a História do Cinema poderia ter sido inteiramente diferente.



Nem Leigh, nem Clark Gable, nem Olivia de Havilland... Um clássico inteiramente diferente.

[Fonte: OpenCulture]