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quarta-feira, dezembro 14, 2011

Curiosidade da Semana



Steven Spielberg está a ter um Natal ocupado. Depois da estreia de AS AVENTURAS DE TINTIN — O SEGREDO DO LICORNE, veremos em breve WAR HORSE, nova incursão do realizador por cenários de guerra no Século XX.

Duas boas oportunidades para assistirmos à imagem mais recorrente da filmografia do cineasta, ou seja e de acordo com este ensaio assinado por Kevin B. Lee, a "Spielberg Face" — uma expressão facial de espanto e redenção normalmente provocada por um ou vários motivos offscreen.

Analisando as influências que Steven Spielberg absorveu para a criação desta opção estética, traçando os seus exemplos mais icónicos e detalhando a sua importância na filosofia inerente a A.I. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (2001) — um dos seus filmes menos consensuais, incluindo para mim —, constitui interessante objecto de análise para a revisão da carreira do realizador mais famoso da actualidade:



Muito interessante, mas ainda não é desta que assumirei a minha Spielberg Face perante A.I. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL...

[Fonte: Fandor]

sábado, setembro 17, 2011

#22



... segundo O Projeccionista, do blog A Última Sessão:

. METROPOLIS
(1927, Metropolis, Fritz Lang)



Ao contrário do que possa parecer, o período mudo não era tão limitado quanto isso. Filmes como este provam exactamente o contrário. Que bastava querer para fazer algo grandioso. E Fritz Lang fê-lo como poucos. Este filme, que continua a influenciar muita gente, é um dos meus filmes de ficção científica favoritos.

. CREPÚSCULO DOS DEUSES
(1950, Sunset Blvd., Billy Wilder)



Um fantástico filme sobre Hollywood durante a transição do mudo para o sonoro, com interpretações assombrosas de velhas glórias daquela época, que 'sofreram' na pele a chegada do som. A Norma Desmond de Gloria Swanson é uma personagem bigger than life.

. OS INÚTEIS
(1953, I vitelloni, Federico Fellini)



Fellini tem inúmeros grandes filmes, mas para mim, dos que vi, este é o melhor. Simples e uma bela homenagem às suas origens.

. O SÉTIMO SELO
(1957, Det sjunde inseglet, Ingmar Bergman)



Tal como referi com Fellini, Bergman tem também uma grande variedade de grandes obras no currículo. O confronto entre o Homem e a Morte, num célebre jogo de xadrez, é uma das maiores histórias do Cinema.

. OS QUATROCENTOS GOLPES
(1959, Les Quatre Cents Coups, François Truffaut)



Um grande filme sobre a infância, que me deu a conhecer uma das minhas personagens preferidas: Antoine Doinel.

. PSICO
(1960, Psycho, Alfred Hitchcock)



Escolher um filme de Hitchcock é tarefa ingrata, pois são poucos os filmes que o mestre do suspense realizou que não tenham deixado marcas em quem os viu. Psico é o meu preferido e é para mim um dos melhores filmes de terror de sempre.

. ACONTECEU NO OESTE
(1968, C'era Una Volta Il West, Sergio Leone)



Westerns há muitos, mas poucos souberam levar o género para fora das fronteiras dos EUA como Leone. Este filme é qualquer coisa. Lembro-me de ter ficado completamente fascinado logo na primeira vez que o vi com aquela fantástica cena de abertura na estação de comboios.

. LARANJA MECÂNICA
(1971, A Clockwork Orange, Stanley Kubrick)



É difícil explicar porque gosto deste filme. É daqueles filmes que já vi mais vezes e de cada vez que o vejo, parece que gosto mais dele.

. TRILOGIA INDIANA JONES
(1981, 1984, 1989, Raiders of the Lost Ark, Indiana Jones and the Temple of Doom, Indiana Jones and the Last Crusade, Steven Spielberg)



Se há herói que me marcou no cinema foi Indiana Jones. Parece parvo dizer isto, mas estes filmes fizeram-me sonhar com aventuras em busca de tesouros perdidos. E durante muitos anos pensei ser arqueólogo à conta do Indy. Não entra o quarto, pois considero-o um dos piores filmes que vi e não o incluo na saga.

. OS TENENBAUMS — UMA COMÉDIA GENIAL
(2001, The Royal Tenenbaums, Wes Anderson)



De todos os filmes aqui apresentados, este é talvez a carta mais fora do baralho. Mas tinha de aqui estar por ser mesmo um dos meus filmes preferidos e o primeiro que me levou mais do que uma vez ao cinema para ver o mesmo filme. E revejo-o vezes sem conta, gostando cada vez mais a cada visionamento. Tem uma excelente história, personagens bastante originais (o Royal de Gene Hackman, um dos maiores filhos da mãe dos últimos anos, é genial), até o Ben Stiller e o Owen Wilson ficam bem na fotografia de família. E claro, foi realizado por Wes Anderson, que considero ser um dos cineastas mais originais que apareceu nos últimos anos nos EUA. Só tenho pena do título em português ser tão idiota.

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Obrigado, O Projeccionista, pela tua participação!

quinta-feira, agosto 18, 2011

#20



... segundo a Sofia, do blog Cine 31:

Estes desafios são sempre bem-vindos... mas... complicados. Resumir listas de filmes que ADORAMOS a um número limitado é sempre uma tarefa árdua.

Depois de muito reflectir, eis a minha lista (a ordem é totalmente aleatória):


1. A LISTA DE SCHINDLER
(1993, Schindler's List, Steven Spielberg)



Por ser a história do triunfo de um homem brilhante no meio de um dos episódios mais tristes da História contemporânea. Porque Steven Spielberg conseguiu misturar de forma sublime: violência, horror e generosidade. Pela fotografia a preto e branco de Janusz Kaminski.

2. TRAINSPOTTING
(1996, Trainspotting, Danny Boyle)



Porque é o retrato de um grupo de jovens deprimidos, desiludidos e angustiados, envoltos numa sociedade preconceituosa, hipócrita e sem rumo. Aborda a amizade e a degradação dessas mesmas relações. Satírico e intemporal. Uma menção honrosa à FABULOSA banda sonora.

3. A PAIXÃO DE CRISTO
(2004, The Passion of the Christ, Mel Gibson)



Não e fácil justificar a escolha deste filme... São motivos demasiadamente pessoais e íntimos. Fui vê-lo à sala de cinema 5 vezes, e de todas as vezes, emocionei-me. Histórico, revolucionário, violento, provocador. O filme está repleto de cenários sombrios — harmonizados por uma incrível banda sonora. A fotografia de Caleb Deschanel faz-me pensar que o filme é a representação cinematográfica de um quadro de Caravaggio. Um destaque para o olhar inimitável que Maia Morgenstern dá a Maria. E um obrigado a Mel Gibson pela mestria em criar a personagem/metáfora andrógina do(a) Diabo.

4. TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
(2001, 2002, 2003, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, The Lord of the Rings: The Two Towers, The Lord of the Rings: The Return of the King, Peter Jackson)



Digo muitas vezes que não tenho religião, tenho mitologia. Mitologia esta que é habitada por super heróis da Marvel, da DC Comics e sobretudo pelo mundo criado e imaginado pelo incrível John Ronald Reuel Tolkien. Como fã dos livros, temia o dia em que o filme ganhasse vida. A adaptação ao cinema era demasiadamente arriscada, e das duas uma, ou seria um fracasso ou transformava-se em algo épico. Graças aos Deuses, para mim Peter Jackson foi um génio — talvez por também ele, ser um fã de Tolkien consegue transmitir paixão e magia. Os cenários são de cortar a respiração, as batalhas são inesquecíveis, a caracterização e guarda-roupa invencíveis. Jackson teve na tecnologia um aliado e na fotografia de Andrew Lesnie uma arma secreta. Sim... a trilogia para mim é "homérica". Resta esperar pela peça chave — o Hobbit.

5. FORREST GUMP
(1994, Forrest Gump, Robert Zemeckis)



Sim... para muitos, Forrest Gump não é mais do que um filme patriótico e um elogio do cinema aos EUA. Eu sinceramente adoro-o. Acho-o precioso. Tom Hanks é imbatível e Gary Sinise um toque sublime ao enredo. Na sua simplicidade, ternura e até inocência, Robert Zemeckis criou um filme que é uma ode ao amor pela vida. O argumento de Eric Roth é esplêndido. É para mim um "mimo" do cinema.

6. WATCHMEN — OS GUARDIÕES
(2009, Watchmen, Zack Snyder)



Hesitei entre o 300 e THE DARK KNIGHT para o número 6 (Samuel: que forma subtil foi esta de colocar mais dois filmes na lista). Optei por WATCHMEN. Ora se existe uma graphic novel — sagrada e quase intocável — WATCHMEN, escrita por Alan Moore e ilustrada por Dave Gibbons, é uma delas. O risco de uma adaptação ao cinema não era grande, era enorme, mas Zack Snyder conseguiu. No filme temos o mesmo cenário alternativo, maduro e pouco superficial que os "livros" nos mostraram. A narrativa é sombria, violenta, realista e actual. Os heróis, são também "anti-heróis", têm problemas comuns, amam, odeiam, traem... A fasquia das adaptações ficou elevada a um valor máximo. Snyder é surpreendente e numa palavra: visionário.

7. TRILOGIA O PADRINHO
(1972, 1974, 1990, The Godfather, The Godfather: Part II, The Godfather: Part III, Francis Ford Coppola)



Se existe coisa que gosto de observar num filme é a luz. E que brilhante trabalho teve Gordon Willis. Planos detalhadamente pensados, longos e cheios de significado — repletos de violência, mas que não é de todo, usada de forma gratuita.

Marlon Brando é brutal. A sua forma de falar, a forma como mostra os sentimentos é de uma maestria incontornável.

Coppola criou dezenas de cenas memoráveis, por vezes assustadoramente reais e violentas. Sempre que os vejo/revejo fico com um sentimento dúbio de achar que a máfia pode ser boa e cruel ao mesmo tempo... mas... como gosto deste "sentimento duplo".


8. BEN-HUR
(1959, Ben-Hur, William Wyler)



Nunca perco uma oportunidade para ver este épico do cinema. Na época da Páscoa ou Natal espero sempre ansiosamente que o repitam mais uma vez na televisão. É um espectáculo cinematográfico — uma das primeiras produções em grande escala.

Acho genial o facto de Ben-Hur ter como pano de fundo da sua narrativa a história de Jesus Cristo. Jesus aparece várias vezes no filme — sempre de costas — e com quem a personagem principal do filme, Judah Ben-Hur, se cruza em momentos emocionantes do filme.

Sejamos religiosos ou não, fãs de História ou não, uma coisa é incontornável — BEN-HUR é GIGANTE.


9. DE OLHOS BEM FECHADOS
(1999, Eyes Wide Shut, Stanley Kubrick)



Considero-o uma obra de arte de Kubrick. Repleto de momentos lentos e introspectivos, mostra uma sociedade que de perfeição tem muito pouco. Não é mais do que um mundo de aparências.

A cena da festa/orgia é — para mim — uma das mais brilhantes da história do cinema, mas os diálogos entre Cruise e Kidman não lhe ficam atrás. Em EYES WIDE SHUT mergulhamos num mundo em que se discute sonhos e realidades – brilhantemente envolto numa máscara narrativa pouco convencional, hipnótica e deslumbrante. É um filme com a "medida certa".


10. AMÉRICA PROIBIDA
(1998, American History X, Tony Kaye)



Em primeiro lugar duas palavras — Edward Norton — como ele é fantástico neste filme... para mim, a melhor interpretação da sua carreira (até hoje).

Mais do que um excelente filme, é uma lição de vida. Mostra como o ódio por aqueles
que são diferentes de nós é desnecessário e fútil. Os
flashbacks entre presente e passado (brilhantemente relembrados a preto e branco) são brilhantes. De uma violência extrema, é uma história sobre a humildade, sobre o racismo, e sobre a amizade. Sobre um mundo real e actual. Defendo que o seu visionamento devia ser obrigatório nos planos curriculares de algumas disciplinas. É imperdível e marcante pela mensagem que transmite.

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Obrigado, Sofia, pela tua participação!

quarta-feira, julho 27, 2011

#19



... segundo o João Bastos, do blog Revolta da Pipoca:

Estes tops são sempre polémicos. Há quem goste e há quem não goste! E ainda bem que assim é. Para mim o cinema pode ser 3 coisas:
1ª - pura e simplesmente ARTE;
2ª - pura e simplesmente ENTRETENIMENTO;
3ª - a junção de ARTE + ENTRETENIMENTO.

Para mim os grandes filmes, os melhores, serão aqueles que consigam de alguma forma aliar o conceito artístico ao entretenimento. Como nasci no ano de 1982, cresci a ver essencialmente filmes dessa década em diante, daí os meus filmes preferidos e aqueles que me marcaram serem na sua maioria filmes dos anos 80 e 90. São aqueles filmes que hoje, conseguimos estar conscientes de todos os defeitos, mas que ainda assim adoramos e continuamos a ver vezes sem conta! Considero-me um cinéfilo (amante de cinema) e mais ou menos entendido no assunto, mas não tenho problemas em admitir que as minhas preferências poderão ser
blockbusters, ou filmes que muitos poderão considerar fraquíssimos! Hoje, com 28 anos, a minha visão é outra, aprecio cinema, independentemente do seu ano de produção, género, país, etc... Só não me ponham o Twilight à frente que posso partir a televisão. Bem e sem mais delongas e sem ordem específica cá vai a minha lista:

. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



A primeira vez que o vi, confesso que não gostei. Não foi de fácil digestão. Hoje é o meu filme favorito com o meu actor favorito (Travolta), a minha banda sonora favorita.

. SAGA GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, 1999, Star Wars: Episode I - The Phantom Menace, 2002, Star Wars: Episode II - Attack of the Clones, 2005, Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



Pouco há a dizer aqui!

. HEAT — CIDADE SOB PRESSÃO
(1995, Heat, Michael Mann)



Não há ninguém que filme a cidade como Michael Mann nesta obra-prima! O filme que junta a maior dupla do cinema de todos os tempos. A mítica cena do café de poucos minutos com Pacino e De Niro vale mais que muitos e muitos filmes actuais! Um clássico!

. PARQUE JURÁSSICO
(1993, Jurassic Park, Steven Spielberg)



Sejam sinceros: quem não delirou com as fabulosas imagens deste filme na altura que saiu... Ainda hoje (quase 20 anos depois) tem efeitos credibilíssimos. Os dinossauros ganharam vida, e se me perguntarem alguma fala, eu sei... Depois tem os melhores vilões (para mim) do cinema-espectáculo (os Velociraptors)... Ainda hoje me passo com a cena da cozinha!

. TRILOGIA REGRESSO AO FUTURO
(1985, 1989, 1990, Back to the Future, Robert Zemeckis)



Outro filme (ou melhor 3 filmes) que sei de trás para a frente! Michael J. Fox é enorme! As histórias são loucamente boas! Um marco na minha vida!

. O MEU PRIMEIRO BEIJO
(1991, My Girl, Howard Zieff)



O único filme em que chorei baba e ranho depois da morte do personagem de Macalay Culkin. Um filme que me fez apaixonar na altura pelo desempenho de Anna Chlumsky (o que é feito de ti miúda?)

. CHAMADA PARA A MORTE
(1954, Dial M for Murder, Alfred Hitchcock)



O primeiro filme que vi de Hitchcock. Foi a partir deste filme que comecei a fazer a minha colecção Hitchcock (livros, DVD, etc). Ah, e tem Grace Kelly!

. O GRANDE COMBATE
(1978, Se ying diu sau, Woo-ping Yuen)



Sim, é um filme do Jackie Chan. Um clássico intemporal que não me farto de ver! Esta época foi de ouro para o actor.

. O EXORCISTA
(1973, The Exorcist, William Friedkin)



Não é o meu filme de terror favorito, mas é dos mais perfeitos. Uma atmosfera criada numa divisão (o quarto) do melhor que já se fez no género. E depois, a primeira vez que vi este filme, era catraio, estava sozinho em casa, duas da manhã e tempestade lá fora. O ambiente perfeito para ver o filme. E isto marca qualquer puto.

. DIA DA INDEPENDÊNCIA
(1996, Independence Day, Roland Emmerich)



Um daqueles que só visto numa sala enorme. Ainda hoje me lembro de quando o vi numa sessão da tarde na Suiça! Will Smith que emana estilo! Patriótico até dizer chega (mas o filme é americano e chama-se "Dia da Independência", por isso queriam o quê?)... Mais um que é capaz de dar cabo dos ouvidos, como só Emmerich sabe, mas digam lá se não sabe bem ver a Casa Branca ser reduzida a cinzas num segundo??

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Obrigado, João, pela tua participação!

terça-feira, maio 24, 2011

#10



... segundo a opinião e palavras do André Marques, do blog Blockbusters:

1. A.I. — INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
(2001, A.I. Artificial Intelligence, Steven Spielberg)



Um filme com uma história muito bem contada, como apenas Spielberg sabe contar.

2. AS HORAS
(2002, The Hours, Stephen Daldry)



Um drama tão bem escrito, tão bem realizado e interpretado que retrata uma situação humana com uma enorme delicadeza.

3. COLISÃO
(2004, Crash, Paul Haggis)



Todas as histórias e twists fazem este filme ter uma intensidade humana brutal.

4. SAGA A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, 1999, Star Wars: Episode I - The Phantom Menace, 2002, Star Wars: Episode II - Attack of the Clones, 2005, Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



Simplesmente os melhores filmes de ficção científica e universo extraterrestre.

5. KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, 2004, Kill Bill: Vol. 2, Quentin Tarantino)



O filme que retrata o tema vingança de uma forma genial, mesmo à Tarantino.

6. MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



Um filme que me marcou bastante na minha adolescência e que revolucionou os efeitos especiais no cinema.

7. MOULIN ROUGE
(2001, Moulin Rouge!, Baz Luhrmann)



O melhor musical de todos os tempos (para além de ser o filme que me apresentou aquela que eu considero a melhor actriz da actualidade: Nicole Kidman).

8. O REI LEÃO
(1994, The Lion King, Roger Allers e Rob Minkoff)



Este é sem dúvida O filme de animação por excelência.

9. PRECIOUS
(2009, Precious, Lee Daniels)



Um drama real e que felizmente este filme retrata com uma crueza formidável.

10. TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2002, The Lord of the Rings: The Two Towers, 2003, The Lord of the Rings: The Return of the King, Peter Jackson)



Os melhores filmes de aventura e fantasia que conheço.

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Obrigado, André, pela tua participação!

quinta-feira, abril 28, 2011

#7



... segundo a opinião e discurso directo do Edgar Ascensão a.k.a. brain-mixer, do blog Brain-Mixer:

Qual Top mais ou Top Gun, este é o meu TOP

Já não é vergonha nenhuma um cinéfilo assumir o seu gosto por blockbusters. A predilecção pode passar por todos os géneros e estilos cinematográficos. A minha, essa, infelizmente não passa dos anos 80 para lá... Tendo nascido no início dessa década, cresci a ver os mesmos, as obras que se foram tornando cultura pop, de divindade audiovisual, de "nerdice" juvenil. Hoje, olho para trás e reparo que a bagagem que me acompanhou é pesada. Com qualidade. Incontornáveis.

Para mim (e todos os que concordarem), os melhores filmes que se podem eleger são aqueles que podemos ver e rever vezes sem conta, apesar de se lhe conhecer os diálogos, as surpresas, as acções de cor e salteado. Daqueles filmes que são tão conhecidos que ninguém tem a coragem de os atirar para o ar. Poderia banalizar a coisa e referir Citizen Kane ou algum filme de Truffaut. Não, isso não é carga para a minha bagagem... São sim, belezas como OS SALTEADORES DA ARCA PERDIDA, ASSALTO AO ARRANHA-CÉUS ou ROBOCOP — O POLÍCIA DO FUTURO. Estão em mim no antro dos intocáveis. As três dos '
eighties', os tais 80's. Antes disso? Retenho O BOM, O MAU E O VILÃO como o fenómeno que hoje perdura na minha neura.


(1981, Raiders of the Lost Ark, Steven Spielberg)


(1988, Die Hard, John McTierman)


(1987, Robocop, Paul Verhoeven)


(1966, Il buono, il brutto, il cattivo, Sergio Leone)

Viremos a página do calendário, EXTERMINADOR IMPLACÁVEL 2: O DIA DO JULGAMENTO e LÉON, O PROFISSIONAL são coisas cinemáticas assombrosas dos anos 90. Quem desmentir, que levante o dedo.


(1991, Terminator 2: Judgment Day, James Cameron)


(1994, Léon, Luc Besson)

Mais tarde concentro-me em algo mais complexo como CONTACTO e ESTRADA PERDIDA: Era um caminho que tomaria na minha vida, a das coisas intricadas.


(1997, Contact, Robert Zemeckis)


(1997, Lost Highway, David Lynch)

São os Brain-movies de gema, os quebra-cabeças que tanto refiro pela blogosfera fora. Na "nova" década surgem-me em catadupa. E QUERES SER JOHN MALKOVICH? sobrepõe-se a tantas obras-primas. Mas é com THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO que percebo a essência da arte, da intimidade que o som pode ter com a imagem, e a narrativa me conseguir converter numa besta bipolar. Amo o filme.


(1999, Being John Malkovich, Spike Jonze)


(2006, The Fountain, Darren Aronofsky)

Mas não renego a minha "escola": Sim, os filmes podem ser arte, podem ser de autor, podem ser de culto. Mas sim, também podemos ter o prazer de nos deleitar com um riquíssimo blockbuster de vez em quando. Para isso, que nos prezem, façam-mos bons!

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Obrigado, Edgar, pela tua participação!