Marion Cotillard à beira de um ataque de nervos: subtítulo apropriado para esta curta-metragem, realizada por John Cameron Mitchell (RABBIT HOLE), para a Dior.
Satírico e cinético mockumentary sobre toda a azáfama em torno das glamorosas campanhas publicitárias de moda, devidamente apetrechado de agentes manipuladores, cabeleireiros desbocados e fotógrafos exigentes:
«Set aside your memories of the Conan Doyle stories, save them to savor on a night this winter and enjoy this movie as a high-caliber entertainment.» Roger Ebert, Chicago Sun-Times.
«There is a plot, but no real intrigue, mystery or suspense, and no inkling of anything at stake beyond a childish and belligerent idea of fun.» A.O. Scott, The New York Times.
«After quite a few tedious detours and distractions, when the film finally gets down to the business of a climax at a gathering of elite European diplomats in a precariously perched Swiss mountain castle, it becomes not half-bad.» Todd McCarthy, The Hollywood Reporter.
«Yet here, as before, part of the movie's perversely cheeky design is that it throws away its own cleverness.» Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.
«Through it all, SHERLOCK HOLMES never slows down. In a season loaded with portentous awards-bait, it is a joyful and sparkling escape.» Caryn James, indieWIRE.
O que se diz lá fora sobre as nomeações, anunciadas hoje, para a 69ª edição dos Globos de Ouro:
«Although the Golden Globes have become less about predicting the Oscars and more about bringing star power to the ceremony, Thursday's nominations confirm what critics groups have been honoring for months.» Christy Grosz, Variety.
«So yes, these nominations, as always, are weird. It's certainly not worth being actually angry about them (...), but that doesn't mean there's not something to be said for taking your hat off to the sheer whimsy of, say, pitting Michelle Williams' heartbreaking work as Marilyn Monroe against Kristen Wiig with chocolate stuck to her teeth.» Linda Holmes, National Public Radio.
«The Globes, as ever, have their very own crazy, stupid, logic.» Tim Robey, Telegraph.
«But the applause for this film [THE ARTIST], too, is in part evidence of the Globes' eagerness to slap the back of its own industry, to blow Tinseltown's own trumpet. Such self-congratulation is unlikely to be muted once the Oscars come around.» Catherine Shoard, The Guardian.
Duas boas oportunidades para assistirmos à imagem mais recorrente da filmografia do cineasta, ou seja e de acordo com este ensaio assinado por Kevin B. Lee, a "Spielberg Face" — uma expressão facial de espanto e redenção normalmente provocada por um ou vários motivos offscreen.
Analisando as influências que Steven Spielberg absorveu para a criação desta opção estética, traçando os seus exemplos mais icónicos e detalhando a sua importância na filosofia inerente a A.I. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (2001) — um dos seus filmes menos consensuais, incluindo para mim —, constitui interessante objecto de análise para a revisão da carreira do realizador mais famoso da actualidade:
Muito interessante, mas ainda não é desta que assumirei a minha Spielberg Face perante A.I. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL...
Marcante. É um filme que vi inúmeras vezes, e de longe um dos meus filmes favoritos. É daqueles filmes que me parece audiovisualmente perfeito, em que o realizador tem controlo completo sobre cada aspecto, da fotografia à banda-sonora, das interpretações ao argumento. Tem cenas que me estão marcadas a fogo na memória. Ainda me lembro muito bem do impacto que teve na altura. Demorei dias até conseguir colocar o queixo no sítio certo.
. CINEMA PARAÍSO (1988, Nuovo Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore)
O primeiro filme que alguma vez me fez chorar. Sou profundamente susceptível ao sentimento de nostalgia, e sendo este filme o que é, era inevitável que me tivesse marcado como marcou. Um filme sobre o amor pelo cinema, visto por mim numa idade em que esse amor começava a despertar verdadeiramente. Mesmo hoje em dia, comove-me profundamente.
. SAGA A GUERRA DAS ESTRELAS (1977, Star Wars, George Lucas, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, Irvin Kershner, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, Richard Marquand)
Tinha de aqui estar, claro. A saga da minha infância, que cresci a ver com o meu pai, e que ainda hoje povoa por completo a minha imaginação. Para mim, talvez a grande saga de aventuras do cinema. Ainda sorrio como uma criança de sete anos quando o Darth Vader atira o Imperador para o abismo, e ainda fico entusiasmado quando o Luke destrói a Estrela da Morte. São filmes que ficarão comigo para o resto da vida. Apesar de o Lucas não estar muito a favor disso, mas isso já é outra história.
. OS SETE SAMURAIS (1954, Shichinin no samurai, Akira Kurosawa)
O meu filme de acção predilecto. Vê-lo no cinema, na primeira vez que fui à Cinemateca, foi uma experiência que nunca hei-de esquecer. É daqueles que estaria sempre nesta lista, em qualquer dia da semana.
. AURORA (1927, Sunrise: A Song of Two Humans, F.W. Murnau)
Oh Deus, onde é que eu começo com este? Mais uma vez, é um filme perfeito, sem falhas, tão honesto e simples quanto revelador de uma mestria exemplar por parte do Murnau, como contador de histórias. Passei anos a querer vê-lo, e só o fiz há cerca de três anos, quando um grande amigo meu me deu o DVD. Fiquei num misto de encanto e lágrimas, e creio que tem verdadeiramente alguns dos momentos mais memoráveis que alguma vez verei num filme. Demasiado belo.
. OS QUATROCENTOS GOLPES (1959, Les Quatre Cents Coups, François Truffaut)
Repito o que disse em relação ao SUNRISE: demasiado belo. É tão simples quanto isso.
. ANNIE HALL (1977, Annie Hall, Woody Allen)
Melhor argumento de sempre? O meu favorito do Allen, e um filme que me parece rigorosamente genial desde o primeiro ao último segundo. Literalmente, do primeiro ao último. Ainda o revejo imensas vezes.
. A VIAGEM DE CHIHIRO (2001, Sen to Chihiro no kamikakushi, Hayao Miyazaki)
Era entre este e o CASTLE IN THE SKY... e este ganhou, porque foi o primeiro. Foi este o filme que me fez apaixonar pelo seu cinema, e que teve o impacto imediato de começar a idolatrar o homem. Ainda hoje em dia fico com lágrimas nos olhos quando o vejo, e descubro facilmente novos pormenores que fazem com que adore o filme ainda mais.
. THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO (2006, The Fountain, Darren Aronofsky)
Tinha de aqui estar. Perfeição audiovisual, que tem no seu cerne um coração do tamanho do mundo. Isto é, afinal, uma história de amor. Um dos poucos filmes que me arrebataram verdadeiramente, em todos os aspectos. Põe-me lágrimas nos olhos enquanto me deslumbra os sentidos.
. O MUNDO A SEUS PÉS (1941, Citizen Kane, Orson Welles)
O meu filme favorito, ponto. Tenho um fascínio absoluto por cada plano, cada linha de diálogo, e acima de tudo pelo homem que é Charles Foster Kane. A personagem bigger than life por excelência, para mim a representação perfeita do quão impossível é, e sempre será, compreender verdadeiramente alguém. Fascina-me verdadeiramente.
Insuficiente renal agudo, o Tio Boonmee decide passar os seus últimos dias no campo, rodeado das pessoas que ama. Surpreendentemente, o espírito da sua falecida mulher aparece para tomar conta dele, e o seu filho há muito desaparecido regressa num corpo não humano.
Procurando razões para a sua doença, Boonmee atravessa a floresta, acompanhado pelos familiares, até uma caverna no topo da montanha: o local do seu nascimento na sua primeira vida.
Eva (Tilda Swinton), mãe do rapaz adolescente (Ezra Miller) responsável por uma série de homicídos num liceu, procura lidar com os remorsos e sentimentos de culpa pelas acções do filho.
O vermelho-sangue, esse rubor que em Cinema parece sempre clamar outras sensações que não as imediatamente patenteadas pela imagem, abunda no seu esquema cromático, mantendo-nos em sobressalto contínuo durante as quase duas horas de um dos filmes, a nível visual e temático, mais perturbadores do ano. Enunciando ideias como propensão genética ou responsabilidade maternal para a formação psíquica de um homicida em massa, Ramsay (que já não filmava desde 2002) constrói uma obra-prima na desconstrução da linearidade temporal do argumento — a capacidade do espectador apreender a cronologia de vários flashbacks é testada ao limite — e na oscilação, sempre periclitante e arriscada, entre o realismo puro e a fuga para a ilusão.
A contribuir, temos uma Tilda Swinton no auge das suas faculdades representativas e o surgimento de Ezra Miller, autêntica "bomba-relógio" de inquietação e malefício humano. É pena que só estreie em Fevereiro no nosso país — está aqui um dos títulos obrigatórios de 2011.
Sérgio Tréfaut procura compreender o passado atribulado da mãe e Fleurette, aos 79 anos, ainda coloca obstáculos a qualquer inquérito sobre o seu passado. Mas vai ao longo do filme, pouco a pouco, desvendando acontecimentos secretos e revelando uma outra vida.
Eis uma obra de difícil análise, a começar logo pela sua catalogação. Algures entre o documentário autobiográfico e um original retrato de época, Tréfaut exibe pormenores íntimos e quase confrangedores não só da sua vida privada, como também dos que lhe são próximos, com uma franqueza e candura que desarmam qualquer possibilidade de aferir este trabalho negativamente.
Contudo, e apesar da boa experiência que proporciona, FLEURETTE (o filme) não transmite, cinematograficamente, grandes novidades sobre o género "fascinante história de vida real" através do exemplo de Fleurette (mãe do realizador), saldando-se num produto final mediano.
Durante anos, o Dr. Robert Ledgard (Antonio Banderas), eminente cirurgião plástico, interessa-se pela criação de uma nova pele que seria capaz de garantir a sobrevivência da sua esposa, queimada num acidente de automóvel. Mas para além de anos de estudo e experimentação, Robert necessita de uma cobaia humana e a total ausência de escrúpulos.
Inesperada exploração de Almodóvar pelo sub-género do body horror — embora aqui seja mais body do que horror, nomeadamente com a impressionante presença física de Elena Anaya, numa das melhores interpretações do ano —, revela no cineasta espanhol a existência de pulsões criativas que não lhe víamos desde ATA-ME! (1990) ou EM CARNE VIVA (1997) e um potencial único para coadunar melodrama com as mais puras perversidades humanas num produto de óbvio apelo comercial.
Ostentando um cada vez maior perfeccionismo técnico (sobretudo, na fotografia assinada por José Luis Alcaine, tão estéril quanto o bloco operatório do protagonista de A PELE ONDE EU VIVO mas nunca sórdida) e com a cativante banda sonora de Alberto Iglesias (um dos seus mais fiéis e sempre assertivos colaboradores), Almodóvar divaga, todavia, por vários caminhos estéticos e narrativos numa tentativa semi-falhada de ensemble piece e, não obstante o principal plot point do filme ser intrinsecamente Almodóvariano, raramente detectamos o lado humanista do realizador. E o argumento de A PELE ONDE EU VIVO poderia sujeitar-se, de forma natural, a uma abordagem desse género. Recomenda-se, no entanto, a sua visualização.
«One must save everything and buy everything. Never assume you know what's of value.» Henri Langlois, fundador da Cinemateca Francesa.
No passado mês de Novembro, o IHS Screen Digest Cinema Intelligence Service publicou um extenso estudo com uma única e principal conclusão: a projecção de cinema em película render-se-à, irremediável e definitivamente, aos formatos digitais em 2015.
De acordo com a mesma fonte, o principal "responsável" por esta alteração foi AVATAR, de James Cameron, cujo tremendo sucesso comercial, aquando da sua estreia em 2009, acelerou o processo de transição para a projecção digital. Já no próximo ano, estima-se que o número de salas apetrechadas dessa tecnologia ultrapasse as de projecção em 35mm, até ao seu domínio absoluto em 2015, relegando a película para um formato de quase nicho de mercado (isto é, reservada a instituições museológicas e exibidores privados):
De entre as inúmeras dúvidas e consequências que advirão desta "revolução tecnológica", é impossível não encontrar mais vantagens do que fragilidades: redução de custos na produção, transporte e recursos humanos para manuseamento de filmes em 35mm, progressivo incremento na qualidade de imagem e som das projecções e, para estúdios e exibidores, perspectivas de maiores receitas de bilheteiras geradas a partir de títulos em 3D. Por outras palavras, e numa época em que a rentabilidade financeira determina todas as decisões inerentes a qualquer sector de actividade, o digital assume-se como opção privilegiada.
Contudo, numa análise atenta às especificidades técnicas da projecção digital, outras sombras de especulação, parcamente abordadas pelos media, formam-se no que diz respeito à fiabilidade económica e logística do formato, a maioria das quais semelhantes e derivadas dos mesmos moldes que regem o mercado da informática. Apontam-se, de seguida, apenas algumas das contrariedades já salientadas, por projeccionistas e proprietários de sala de exibição1, relativamente aos "prodígios" da exibição digital:
multiplicação de fabricantes de projectores digitais, dos quais alguns exigem agressivos contratos de exclusividade com as redes de distribuição comercial;
existência de dois formatos de compressão de imagem [2K (resolução de imagem de 2048 por 1080 pixels) e 4K (4096 por 2160 pixels)] e, hoje em dia, instalam-se projectores incompatíveis com compressão a 2K;
acelerada obsolescência e/ou descontinuação de fabrico dos equipamentos de projectores digitais, implicando elevados custos de actualização e novas aquisições por parte dos exibidores;
para o espectador, a ameaça de projecções mal configuradas no que se refere a luminosidade e cor, caso não seja efectuada a calibragem necessária durante o processo de instalação do equipamento... algo que nem sempre é feito: por exemplo, em França, calcula-se que 80% das salas não cumpre este requisito.
Mas o principal objectivo do presente texto não é a elencagem dos defeitos inerentes à projecção em digital. No cenário actual, a forma como se assiste a um filme constituirá a menor das preocupações para um cinéfilo. A verdadeira apreensão reside nos efeitos do predomínio do cinema digital relativamente à preservação da actual produção digital cinematográfica para as gerações futuras.
Segundo o referido estudo do IHS — que, em nenhum parágrafo, aborda a questão da preservação cinematográfica —, e juntamente com a padronização do digital enquanto meio privilegiado de produção cinematográfica, a procura de cópias em 35mm para exibição sofrerá, já no próximo ano, drástica redução. Tal facto conduzirá, obrigatoriamente, a uma menor necessidade de fabrico de película em celulose e, talvez, à adopção de técnicas de armazenamento informático do património audiovisual recente. Actualmente, essa migração tecnológica encontra-se, e citando François Ede (restaurador da Cinemateca Francesa), num «buraco negro digital».
The Digital Dilemma2, documento elaborado pelo Conselho de Ciência e Tecnologia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA que recolheu os pareceres de arquivistas, técnicos e responsáveis pela preservação de imagens em movimento norte-americanos, concluía, já em 2007 (data da sua divulgação) que «a acentuada aceleração no uso de sistemas digitais não estava sendo acompanhada pelo planeamento adequado, ou mesmo em alguns casos por um entendimento completo do impacto potencial da revolução digital»3 na conservação de património cinematográfico e que «uma mudança para o digital, ainda que seja totalmente consciente e comprometida, não garante o acesso a conteúdos cinematográficos a longo prazo»4.
Ao longo das suas 86 páginas, são mencionados os múltiplos problemas que o trabalho de preservação enfrenta nos tempos vindouros devido à completa adopção, pela indústria, de formatos digitais de produção e exibição cinematográfica. Dos tecnicamente complexos aos inteiramente dependentes da "competência" humana, os itens abaixo salientados ainda não encontraram, quatro anos após a redacção de The Digital Dillema, resolução iminente:
inexistência, a curto ou longo prazo, de concepção de software que armazene um objecto digital por várias décadas, invulnerável a elementos naturais e a campos electromagnéticos, livre de sofrer erros de processamento ou de comunicação e sem o risco de se tornar, em pouco tempo, tecnologicamente obsoleto;
a preservação digital sujeita-se a limitações e práticas comerciais ambíguas, tais como a incapacidade de garantir espaço de armazenamento ou características de durabilidade inferiores às anunciadas pelos fabricantes;
a decisão do que deve ou não ser armazenado poderá ficar a cargo dos próprios estúdios, em detrimento da preservação total de materiais (conforme defendido por cinematecas e fundações museológicas de imagens em movimento);
ameaças económicas (perda de financiamento de sistemas de preservação digital, os quais ainda requerem manutenção, substituição, mão-de-obra e energia);
ameaças técnicas (falhas comuns na integridade de dados, vulnerabilidade a vírus informáticos, armazenamento num único lugar, obsolescência, compressão inadequada de ficheiros, extravio de passwords);
ameaças humanas (erros do operador, acções mal-intencionadas, possível facilitação de pirataria informática).
E os custos inerentes à preservação digital revelam-se substancialmente superiores quando comparados com os da conservação em película (dados relativos a 2007):
Toda esta "aglomeração" de dados bibliográficos e económicos parecem reduzir a importância e magia associadas à experiência de ver Cinema tal como pretendido desde a sua invenção em 1895. No entanto, os factos aparentam querer corroborar essa realidade, tendo em conta que a maioria dos estúdios já não procede à cópia de novos títulos, filmados com equipamento digital, em película e, inclusive, existe a ameaça de essas mesmas corporações "blindarem" os seus acervos à exibição em 35mm.
Mas mais do que "como ver um filme", a cinefilia também passa por ansiar que um título, independentemente do modo como foi produzido (35mm, 16mm, digital, Super 8, etc.), seja competente e responsavelmente preservado. Nesse âmbito, e por mais DVDs, Blu-Rays e torrents (formatos com menor "esperança de vida" do que se poderia supor) que existam, não há dúvidas que a cópia física é, e será por muito tempo, a opção mais fiável para esse fim.
Se, como eu, forem saudosistas da película, sempre podem assinar esta petição on-line iniciada pelo New Beverly Cinema, em Los Angeles, com o intuito de impedir o fim da distribuição de filmes em 35mm. Ou esperar que certos lobbys, como os de Steven Spielberg ou de Quentin Tarantino, promova uma coexistência ideal entre o analógico e o digital:
Notas: 1 Cahiers du Cinèma, n.º 672, Bientôt sur vos écrans, pp. 9 a 12.
2 a Cinemateca Brasileira disponibiliza, mediante registo, uma versão traduzida deste estudo.
Keyzer Soze é um personagem do filme de 1995, OS SUSPEITOS DO COSTUME.
Soze era o líder de uma secreta organização criminosa; a sua impiedosa personalidade e obscura influência granjeou-lhe um estatuto quase mítico entre agentes da lei e gangsters.
O seu papel no supreendente twist final do filme tornou-se num dos ícones da cultura popular dos anos 90.