quinta-feira, outubro 30, 2008

Recomendação — TRUE BLOOD





Trata-se da nova aposta para este Outono da HBO, o canal responsável por OS SOPRANOS ou SEXO E A CIDADE, e com assinatura de Alan Ball (argumentista do oscarizado BELEZA AMERICANA e criador da série SETE PALMOS DE TERRA), TRUE BLOOD é a série que mais atenção me tem despertado nos últimos tempos, pelos mais variados motivos.

Sinopse:
Graças à invenção, por parte de cientistas Japoneses, de sangue sintético (uma bebida comercializada com o nome de «TruBlood»), os vampiros ascenderam, num ápice, da condição de monstros lendários para cidadãos com direitos próprios. Embora os humanos tenham sido retirados do "menu", há quem olhe com desconfiança para esta súbita "saída do caixão" de vampiros. Os líderes religiosos e governantes mundiais já definiram os seus pontos de vista, mas na pequena e fictícia cidade de Bon Temps, no Estado do Louisiana, poucos são os que têm certezas absolutas sobre o assunto.

A narrativa centra-se em Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma jovem empregada de balcão, igualmente marginalizada pela sua "habilidade" em conseguir ler os pensamentos das pessoas em seu redor. Para além disso, a sua mente também está "aberta" relativamente à emancipação social de vampiros — sobretudo quando se cruza com Bill Compton (Stephen Moyer), um atraente vampiro com 175 anos e recém-chegado à cidade. Mas assim que Sookie vê-se envolvida numa série de eventos misteriosos, que poderão estar relacionados com a presença de Bill, a sua tolerância será posta em causa...



Crítica:
À data em que escrevo esta recomendação, a HBO já transmitiu oito episódios e o cômputo geral das reacções resume-se a uma miríade de críticas mistas: elogiada pela interessante observação acerca da marginalização racial que predomina nas sociedades actuais ou menosprezada por quem considere TRUE BLOOD um mero rol de personagens estereotipadas. Da minha parte, considero estarmos perante um conceito extremamente original (embora seja adaptado de uma série de contos escritos por Charlaine Harris, os quais ainda não conheceram distribuição em Portugal), que investe na explanação de relações sociais e românticas num cenário em detrimento de uma história unicamente assente em situações sobrenaturais.

De qualquer forma, e até agora, o desenvolvimento da acção de TRUE BLOOD tem conseguido prender-me à série. Opção estética propositada ou não, é imperativo referir que cada episódio termina em eficazes cliffhangers, que nos compelem ao acompanhamento dos futuros enredos...



Palavra final para as diversas campanhas de promoção que antecederam a estreia de TRUE BLOOD: um site que publicita a bebida favorita de vampiros, como se de um verdadeiro produto comercial se tratasse, e uma página em forma de blog noticioso que descreve as opiniões e sentimentos gerais da população de Bon Temps sobre os tempos recentes.

E o que dizer do merchadinsing disponível no site oficial da série? Aqui ficam alguns exemplos:









Agora, só falta aguardar que algum dos canais portugueses não tema em inserir TRUE BLOOD na sua grelha de programação.

1 comentário:

C.Pascoal disse...

Obrigada pela comentário e por ajudar a divugar as iniciativas, divulgando o nosso blog!

:D