«THE TWILIGHT SAGA: NEW MOON takes the tepid achievement of TWILIGHT, guts it, and leaves it for undead.» Roger Ebert, Chicago Sun-Times.
«The big tease turns into the long goodbye in THE TWILIGHT SAGA:NEW MOON.» Manohla Dargis, New York Times.
«Incoming director Weitz is a smart choice for the material.» Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter.
«This second screen installment of Stephenie Meyer's bestselling series focuses, somewhat convincingly, on the emotions of an 18-year-old coping with her undying love of the undead.» Jordan Mintzer, Variety.
«NEW MOON offers few of the juicy, go-for-broke romantic pleasures of its predecessor, and the movie is so badly shaped that it's hard not to blame Weitz as a director.» Stephanie Zacharek, Salon.com.
Numa época em que o filme sobre a Guerra do Iraque tem conhecido inúmeros títulos, a melhor "notícia" desta tendência é a possibilidade de observar estilos e interpretações variados do conflito no Médio Oriente. Nessa "vaga", enumeram-se PEÕES EM JOGO, de Robert Redford (assumidamente pedagógico e eloquente), NO VALE DE ELAH, de Paul Haggis (ressentido e melancólico) ou ESTADO DE GUERRA, de Kathryn Bigelow (vertiginoso e explosivo). E depois temos este CENSURADO, que pelo seu deliberado formalismo e ausência de ambiguidade propagandista — ou seja, absolutamente anti-americana — encontra-se mais afastado dos esforços supracitados e só pode ser categorizado como objecto único na exploração do tema.
Mestre inigualável em conceber apelativas técnicas narrativas, De Palma constrói um filme que não se assume como tal, mas sim uma compilação de gravações vídeo oriundas de diversas fontes, como uma camcorder HD, câmaras de vigilância, reportagens televisivas, telemóveis e o inevitável YouTube. Pelo meio, é ainda incluído um falso documentário francês, uma "farsa" acompanhada por ofegante fotografia e profunda banda sonora clássica. Deste modo, CENSURADO transporta-nos não só para o campo de batalha como também para o moderno frenesim mediático, onde nenhum momento fica por registar e qualquer um é, à partida, o cameraman.
Angel Salazar (Izzy Diaz), um soldado posicionado numa das localidades mais inseguras do Iraque, sonha em ingressar numa Escola de Cinema e pretende usar o seu diário vídeo da missão que desempenha em Samarra como o bilhete para a fama. Quando não fala directamente para a câmara, apresenta-nos os outros membros da sua unidade, onde constam todos os clichés próprios deste género cinematográfico: o tímido intelectual que passa os momentos de folga a ler; o soldado aristocrata e descendente de heróis de outras guerras; e o par de brutamontes saloios que, neste contexto, irão ser os catalisadores do momento chave do filme.
Esse horrível e premeditado acto é a violação de uma rapariga iraquiana de 15 anos (baseado numa ocorrência real em 2006), as consequências que o mesmo terá nas relações, já de si instáveis, entre este grupo de soldados e a retaliação ao crime por parte de facções insurgentes iraquianas.
A sinopse de CENSURADO invoca, imediatamente, um filme anterior de Brian De Palma, concretamente CORAÇÕES DE AÇO (1989), passado na Guerra do Vietname e também sobre a violação de uma rapariga às mãos de um batalhão militar norte-americano. Não obstante a semelhança de temas e moral de ambas as histórias, CENSURADO diferencia-se pela forma como o cineasta explora ao máximo o voyeurismo que caracteriza a sua filmografia. Contudo, esse aparente espectro de realidade, desde os locais de filmagem na Jordânia (eterno substituto para filmes passados em solo iraquiano) até às sequências de maior violência e choque (que conseguem mesmo impressionar), possui uma teatralidade tão intuitiva que nunca deixamos de pressentir a mera representação de um argumento. Nesse âmbito, o elenco — todo ele estreante numa longa-metragem — não ajuda.
Ninguém pode criticar De Palma por querer difundir uma admoestação à presença americana no Iraque de modo tão original e contundente. A opção estética da colagem de vídeos imprime a CENSURADO o pretendido sabor documental acerca de uma página da História mundial que ainda está por definir, conseguindo mesmo arquitectar uma obra sem paralelo imediato nas últimas décadas.
Apenas lamento que tenha querido "influenciar" a nossa reflexão por aquela montagem final de «imagens reais do Iraque», um momento digno da comunicação social mais sensacionalista. São fotografias de morte e sofrimento que não impressionam o espectador mais informado sobre os horrores da guerra e nada acrescentam ou retiram àquilo que havia sido apresentado. Será que De Palma se apercebeu do seu próprio artificialismo e considerou imperativo colocar essas imagens para que não houvessem dúvidas quanto à "realidade" do seu filme?
Basicamente, porque considero haver algo de muito errado com esta imagem:
As três personalidades fotografadas são nomes incontornáveis para uma definição da arte que os celebrizou. A saber (da esquerda para a direita): . Roger Corman especializou-se na realização de filmes de terror e lançou a carreira de nomes como Jack Nicholson ou Martin Scorsese; . Lauren Bacall representou algumas das melhores femmes fatales da história da Sétima Arte e foi "peça" de romance — e respectivo matrimónio — nostálgico com Humphrey Bogart; . Gordon Willis foi o director de fotografia da trilogia O PADRINHO e, por isso, o responsável daquele visual que é tantas vezes prezado e citado.
A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas entregou-lhes o Oscar Honorário de carreira num jantar íntimo e formal. Contudo, ficou a dever-lhes a ovação dos seus pares e subsequente testemunho pelo mundo inteiro, uma parte do espectáculo que já se categorizava como das mais importantes da noite. Este ano, a Academia decidiu reservar o momento para o Oscars Governors Ball, privando a cinefilia em geral das palavras de agradecimento dos laureados.
Não é novidade, de há uns anos a esta parte, que a Academia almeja transformar os "mecanismos" da cerimónia de entrega dos Oscares. Mas, afinal, estes ventos de mudança poderão ter um condão mais destruidor do que revolucionário. Palavras assinadas por um cinéfilo que (confesso!) até gosta da emoção que rodeia a entrega do Oscar Honorário...
A maior parte dos filmes de ficção-científicas produzidos hoje em dia caracterizam-se por serem espectáculos de grande orçamento e em larga escala, oferecendo cenários distópicos que abundam na grandiosidade e na representação caricatural dessas "realidades". Em obras como STAR TREK, de J.J. Abrams, ou o vindouro AVATAR de James Cameron, o espaço sideral é um local extremamente populado. Pelo contrário, este modesto e assombroso MOON — O OUTRO LADO DA LUA, primeiro trabalho de Duncan Jones (filho do cantor David Bowie), constitui uma espécie de antítese às convenções em voga do género, apresentando uma visão da vida para além da Terra predominantemente claustrofóbica e solitária.
Filmado nos emblemáticos Shepperton Studios, em Londres, MOON — O OUTRO LADO DA LUA é um exercício de minimalismo por excelência, diluindo uma complexa realidade futurista em algo que, essencialmente, é o drama íntimo de um homem. Rapidamente, apercebemo-nos de como Jones vivifica a sua história com omnipresentes homenagens a outros títulos obrigatórios da ficção-científica mais "contida", nomeadamente SOLARIS (1972, Andrei Tarkovsky) ou SILENT RUNNING (1972, Douglas Trumbull), histórias que exploravam o conflito entre as necessidades sociais da Humanidade e o vácuo do espaço que rodeia o nosso planeta, o despojar das nossas faculdades mínimas (sobretudo, a ausência de discernimento entre o real e a alucinação), interesses empresariais e sempre situados em naves ou estações espaciais com deslumbrante direcção artística.
Situado num futuro não muito distante, um pseudo-anúncio comercial, no início do filme, explica-nos que os problemas energéticos da Terra foram resolvidos pela transformação de um combustível abundante no solo lunar. Sam Bell (Sam Rockwell), funcionário da corporação responsável pela extracção deste recurso, aproxima-se do término do seu contrato de três anos enquanto único habitante de uma remota estação mineira. Ou, pelo menos, é essa a sua aparente convicção...
Falar muito mais sobre a história seria arruinar as surpresas do pequeno e cuidadosamente planeado argumento do filme, cuja estrutura, temas e vagarosa exposição invoca não só as películas acima referidas, como também outros clássicos da ficção-científica cinematográfica. Sam não está inteiramente só; a sua principal companhia dá pelo nome de Gerty, uma máquina deliberadamente semelhante ao computador HAL 9000 de 2001: ODISSEIA NO ESPAÇO (1968, Stanley Kubrick) e cuja "sinistra" assistência prestada ao protagonista é acentuada pelo facto de comunicar através da "inexpressividade oral" de Kevin Spacey.
Seguindo as linhas mestras do género, MOON — O OUTRO LADO DA LUA é uma reflexão acerca do conflito entre as irremediáveis tendências do progresso tecnológico e a teimosa persistência dos sentimentos e desejos humanos em levar a melhor. Estes ideais são aqui apresentados de forma interessante, mas não explorados em toda a sua extensão. Além disso, avaliar a interpretação de Sam Rockwell torna-se numa tarefa quase ingrata, visto o actor estar fabuloso no que lhe é pedido mas aquém na apresentação de um contexto, emocional ou filosófico, que eleve o seu personagem ao estatuto de referência para os próximos anos.
Duncan Jones construiu um filme destinado a cult classic e merecedor de visualização atenta. Os seus modestos valores de produção são decididamente uma virtude mas, no seu nada ambíguo final, uma limitação à total satisfação do espectador. Fala-se que o realizador planeia uma obra que complementará esta primeira história: o vislumbre de um ensemble mais detalhado sobre as ideias aqui lançadas?
Para homenagear a carreira de Tim Burton, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (ou MoMA) será palco de uma exposição que incluirá livros e rascunhos pessoais do cineasta, sessões de autógrafos e a projecção de uma série de filmes intitulado «Tim Burton and the Lurid Beauty of Monsters», os quais "influenciaram, inspiraram e intrigaram Burton, ao mesmo tempo que reflectem os ambientes, temas e sensibilidades da sua carreira".
A promover o evento, temos este delicioso spot televisivo, inevitavelmente realizado pelo próprio Tim Burton e com banda sonora composta pelo seu habitual colaborador Danny Elfman:
Para mais informações, esta ligação contém todos os ingredientes necessários para alimentar o desejo de visitar Nova Iorque até Abril de 2010.
«The story that Dickens wrote in 1838 remains timeless, and if it's supercharged here with Scrooge swooping the London streets as freely as Superman, well, once you let ghosts into a movie, there's room for anything.» Roger Ebert, Chicago Sun-Times.
«A branded piece of shiny seasonal entertainment.» A.O. Scott, New York Times.
«Shortchanging traditional animation by literalizing it while robbing actors of their full range of facial expressiveness, the performance-capture technique favored by director Robert Zemeckis looks more than ever like the emperor's new clothes.» Todd McCarthy, Variety.
«Disney's A CHRISTMAS CAROL is a marvelous and touching yuletide toy of a movie, and the miracle is that it goes right back to the gilded Victorian spirit of those black-and-white films of yore.» Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.
«A CHRISTMAS CAROL is, in its essence, a product reel, a showy, exuberant demonstration of the glories of motion capture, computer animation and 3D technology. On that level, it's a wow. On any emotional level, it's as cold as Marley's Ghost.» Kirk Honeycutt, Hollywood Reporter.
Uma imagem de Orson Welles compondo uma cena de CITIZEN KANE — O MUNDO A SEUS PÉS através de um viewfinder "baptiza" este post dedicado aos directores de fotografia, cujo trabalho passa, muitas vezes, despercebido ao espectador. Afinal de contas, são os responsáveis pelo visual de um filme, escolhendo os tipos de película, lentes e iluminação que elevam a Sétima Arte para qualquer coisa de única e especial.
Nas cinco escolhas abaixo enumeradas, juntamente com a menção honrosa do costume, não me alonguei na descrição de aspectos técnicos (embora muito houvesse a falar sobre este item) nem privilegiei a era do preto e branco (não obstante apreciar imenso o estilo do Expressionismo Alemão ou os surreais contrastes que Federico Fellini e Roberto Rossellini empregaram). Os filmes destacados sobressaem pelo refinado trabalho de luz e cor que ostentam, a destreza técnica que exigiram e, nessa contemporaneidade, uma demonstração da homenagem que o Cinema presta ao seu próprio passado.
Sem mais delongas, partilho convosco seis bons exemplos de magnífica direcção de fotografia.
É, nos últimos anos, o exemplo supremo da homenagem a um estilo, mais concretamente ao de Douglas Sirk, um dos principais autores de melodramas dos anos 50 (O QUE O CÉU PERMITE ou ESCRITO NO VENTO).
O realizador Todd Haynes recria a paleta de cores utilizada por Sirk nos seus filmes (que "personificavam" os locais e estados de espírito subjacentes ao ambiente da cena), assim como os ângulos de câmara e planos característicos da época. Também se recorreu aos mesmos equipamentos de iluminação e filtros oculares que estavam em voga na década de 50. Tudo em prol da primorosa fotografia de LONGE DO PARAÍSO que o trailer, abaixo apresentado, demonstra.
No que bem se poderia apelidar de "filme-tese", Oliver Stone explorou, ao máximo, todas as possibilidades ao seu dispor para explanar a sua visão do assassinato de John F. Kennedy, sobretudo através da direcção de fotografia, orquestrada por um dos principais nomes do ramo, Robert Richardson (um habitual colaborador de Quentin Tarantino).
Nesta longa sequência, em que o Promotor Público Jim Garrison (Kevin Costner) especula desenfreadamente sobre o que realmente aconteceu em Dallas a 22 de Novembro de 1963, somos brindados com todo o género de técnica e equipamento cinematográfico existente: sequências filmadas de ângulos diferentes, alternância entre o sépia das cenas no tribunal com o rígido preto e branco de flashbacks encenados, constantes zooms in e out... Em suma, uma miríade de recursos fílmicos que "assaltam" os sentidos (e poder de julgamento) do espectador.
Roger Deakins foi injustamente privado do Óscar de Melhor Fotografia por O ASSASSÍNIO DE JESSE JAMES PELO COBARDE ROBERT FORD, uma das concepções visuais mais estonteantes e revolucionárias da presente década. E a sua cena mais memorável será, sem dúvida, esta recriação do assalto nocturno a um comboio perpetrado pelo bando do infame Jesse James.
Filmar uma cena com pouca iluminação é das tarefas mais complexas em termos de cinematografia, e Deakins consegue imprimir uma atmosfera opressiva e surreal recorrendo, apenas, à luz de lanternas de óleo e do ténue farol do comboio. Na memória cinéfila colectiva, ficam as inesquecíveis imagens de um grupo de bandidos, escondido entre os bosques, que se assemelham a fantasmas e a confiança de Jesse James/Brad Pitt a caminhar por entre o vapor da locomotiva.
Bertolucci e o seu director de fotografia Vittorio Storaro (que demonstrou "faculdades" em títulos como APOCALYPSE NOW, O ÚLTIMO IMPERADOR ou DICK TRACY) engendraram uma obra-prima visual em O CONFORMISTA, com um dos melhores usos de luz e sombra registados em Cinema. Parafraseando alguns autores, a sua fotografia é poderosa, vistosa e ressonante, servindo ideais ou propósitos específicos, reflectindo as acções da história e das personagens.
A sequência que abaixo publico, com as personagens envoltas pelo movimento da luz que atravessa as persianas da casa, tem sido abundantemente copiada e homenageada, extravasando culturas e géneros cinematográficos (eis um ou outro exemplo disso) e tornou-se, implicitamente, num ícone visual do Século XX.
Terrence Malick sempre insistiu em querer contar histórias através das imagens do filme. Toda a sua (escassa) carreira foi dominada por esse intuito, na qual se destacam A BARREIRA INVISÍVEL e O NOVO MUNDO, dois títulos que exibem um inusitado cuidado em termos de mise-en-scène.
E essa filosofia foi levada ao extremo em DIAS DO PARAÍSO. Rodado na sua quase totalidade durante a (nas palavras de Nestor Almendros, o seu director de fotografia) "hora mágica", isto é, ao nascer do sol ou no crepúsculo do dia, o "hipnotismo" das suas imagens torna-se ainda mais surpreendente pelo facto de que, à altura, Almendros estava a perder acuidade visual. Impressiona, assim, que apesar da sua enfermidade o espanhol era capaz de transmitir romantismo e beleza ao quotidiano de uma comunidade agrícola norte-americana em 1916.
Reconhecido unanimemente como um dos filmes mais belos alguma vez concebidos, BARRY LYNDON é um autêntico opus à arte da cinematografia, merecendo, por isso, o primeiro lugar desta lista. Na sua obsessiva busca pela perfeição a todos os níveis, Kubrick narra a ascensão e queda de Redmond Barry Lyndon recriando os ambientes nocturnos do Séc. XVIII, iluminando quase todas as suas cenas sem iluminação artificial e, numa particular sequência do excerto destacado, recorrendo apenas à luz das velas.
Para alcançar este complexo efeito — note-se que, à época, a utilização de película obrigava a abundante claridade de sets para fixar imagens —, Kubrick não se coibiu em modificar a fisionomia das câmaras de filmar e acoplar-lhes lentes usadas pela NASA para a captação de imagens no espaço. O resultado deste arrojo técnico está perfeitamente à vista...
«It actually doesn't matter if the book is truthful. It doesn't claim the paranormal powers are real. Ronson simply says some officials thought they might be -- and that if they were, we had to get there first. The movie is funny either way.» Roger Ebert, Chicago Sun-Times.
«It’s wacky, amusing. But that’s about it. If there are truths to be drawn from the military’s use of men to locate hostages psychically, they’re not evident here.» Manohla Dargis, New York Times.
«A serendipitous marriage of talent in which all hearts seem to beat as one.» Derek Elley, Variety.
«THE MEN WHO STARE AT GOATS is a magical-realist sitcom war farce that ends up being about nothing but its own slovenly smugness.» Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.
«There's no doubt we need more movies for grown-ups, with jokes that don't hit us over the head, but THE MEN WHO STARE AT GOATS doesn't fit the bill. At best, it might hypnotize you into a stupor.» Stephanie Zacharek, Salon.com.
... que vão ser vividos em Ponta Delgada de 09 a 12 de Novembro:
Na Segunda-Feira, no Cine Solmar, oportunidade única e imperdível para ver ARENA, a curta-metragem premiada no último Festival de Cannes, e para conhecer in loco o realizador João Salaviza.
O Teatro Micaelense oferece um ciclo de cinema dedicado ao film noir, com a selecção de três dos mais eminentes títulos do género, devidamente "preenchidos" com detectives cínicos, mulheres fatais e double-crossings:
Motivos de sobra para debitar o meu "lema" nestas ocasiões: respira-se Cinema nos Açores...
... your hosts for the 82nd Academy Awards are...:
Nem mais! Steve Martin e Alec Baldwin animarão as hostes da próxima entrega dos Óscares, que decorrerá a 7 de Março de 2010 no habitual palco do Kodak Theatre.
(Mais) uma tentativa da Academia em abdicar das fórmulas do passado, após o anúncio da decisão de nomear dez candidatos para Melhor Filme, em vez dos habituais cinco candidatos. A escolha destes dois anfitriões para animar a cerimónia suscita todo o género de prognósticos, visto tratarem-se de actores com provas dadas no terreno da comédia: Steve Martin já apresentou, com boas performances, a cerimónia por duas vezes (em 2001 e 2003) e Alec Baldwin "redescobriu-se" como protagonista da série de humor ROCKFELLER 30.
Keyzer Soze é um personagem do filme de 1995, OS SUSPEITOS DO COSTUME.
Soze era o líder de uma secreta organização criminosa; a sua impiedosa personalidade e obscura influência granjeou-lhe um estatuto quase mítico entre agentes da lei e gangsters.
O seu papel no supreendente twist final do filme tornou-se num dos ícones da cultura popular dos anos 90.