Sexta-feira, Julho 03, 2009

Hollywood Buzz #53

O que se diz lá fora sobre INIMIGOS PÚBLICOS, de Michael Mann:



«Here is a film that shrugs off the way we depend on myth to sentimentalize our outlaws.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«It's movie dynamite.»
Peter Travers, Rolling Stone.

«Overall impact is muted. Oddly, too, the film is somewhat shortchanged by its great star, Johnny Depp, who disappointingly has chosen to play Dillinger as self-consciously cool rather than earthy and gregarious.»
Todd McCarthy, Variety.

«Michael Mann’s PUBLIC ENEMIES is a grave and beautiful work of art.»
Manohla Dargis, New York Times.

«Ultimately an odd blend of frustrating and satisfying.»
Stephanie Zacharek, Salon.com.

Terça-feira, Junho 30, 2009

Filhos de Um Deus Maior #41

Premiado com o Grand Prix na mais recente edição dos Leões de Cannes, a Philips concebeu um elaborado plano-sequência, em freeze frame, para demonstrar as potencialidades do novo televisor Cinema 21:9, que promete revolucionar, definitivamente, a experiência do Home Cinema...

Magistral na sua concepção e interessante lição de Sétima Arte, trata-se de um filme publicitário que merece repetidas visualizações — seja pela mestria técnica ou pelo discreto humor que ostenta:



Para o total usufruto desta campanha, não deixem de visitar o site oficial do Cinema 21:9.

Sexta-feira, Junho 26, 2009

Jukebox #5

(Um «Jukebox» especial do Keyzer Soze's Place em homenagem efémera a Michael Jackson).

Um exercício de nostalgia, em três actos, sobre os meus videoclips favoritos do King of Pop:













Michael Jackson: 1958 - 2009

Hollywood Buzz #52

O que se diz lá fora sobre THE HURT LOCKER — ESTADO DE GUERRA, de Kathryn Bigelow:



«If THE HURT LOCKER is not the best action movie of the summer, I’ll blow up my car.»
A.O. Scott, New York Times.

«An intense, action-driven war pic, a muscular, efficient standout that 
 simultaneously conveys the feeling of combat from within as well as what it looks like on the ground.»
Lisa Schwarzbaum, Entertainment Weekly.

«Often gripping at a straight thriller level, but increasingly weakened by its fuzzy psychology, Kathryn Bigelow's THE HURT LOCKER doesn't bring anything new to the table of grunts-in-the-firing-line movies.»
Derek Alley, Variety.

«Here's the Iraq War movie for those who don't like Iraq War movies.»
Peter Travers, Rolling Stone.

«THE HURT LOCKER is a near-perfect movie about men in war, men at work. Through sturdy imagery and violent action, it says that even Hell needs heroes.»
Richard Corliss, Time Magazine.

Quinta-feira, Junho 25, 2009

Sobre as novidades para o Óscar de Melhor Filme...



Tal como qualquer sociedade comercial de registo, também a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas — responsável pela atribuição anual dos Óscares — estuda e procura compreender índices de audiência menos abonatórios ou conjura soluções para atrair um maior e mais diversificado público à cerimónia dos 'Academy Awards'. Face ao declínio gradual, registado nos últimos anos, em termos de espectadores e receitas de publicidade naquela que muitos apelidam de «a mais longa noite cinematográfica do ano», a Academia anunciou ontem, por intermédio do seu presidente Sid Ganis, o alargamento de 5 para 10 nomeados na categoria de Melhor Filme, com efeito prático já em 2010, retomando assim uma prática habitual durante os verdes anos do galardão.

Perante este cenário, é difícil não recordar a "celeuma" causada pelas ausências de THE DARK KNIGHT — O CAVALEIRO DAS TREVAS e WALL-E, dois dos títulos mais rentáveis de 2008, entre os nomeados ao galardão principal da cerimónia de Fevereiro passado. O debate entre filmes "oscarizáveis" e "blockbusters com qualidade acima da média" alimentou incessantes debates na imprensa e comunidades cinematográficas acerca dessa suposta dicotomia — e a decisão de nomear 10 títulos para Melhor Filme tem, em menos de 24 horas desde o seu anúncio, feito correr imensa tinta.

Da minha parte, não a considero uma má decisão. Sem dúvida, a presença de filmes apelativos a gerações mais novas numa importante categoria poderá (re)acender o interesse deste público-alvo pela cerimónia, assim como atiçar os anunciantes a investir nos intervalos publicitários da entrega de prémios. Louvo, também, o factor supresa que este anúncio constituiu para os grandes estúdios e marketeers, agora a braços com uma total reformulação das linhas que regiam estratégias para "vender" um filme aos membros da Academia. Um "contratempo" que exigirá mais trabalho, mas com irresistível potencial comercial, sobretudo para o mercado de DVD/Home Video; a frase «Nomeado para Melhor Filme» é, definitivamente, um chamariz para o consumidor mais "desinformado"...

Deste modo, 2010 poderá marcar um interessante conjunto de nomeados para Melhor Filme, havendo mesmo quem preconize as presenças nesta categoria de títulos como UP — ALTAMENTE, STAR TREK ou THE HURT LOCKER — ESTADO DE GUERRA: 3 filmes de índole comercial mas com marcante ressonância positiva entre a crítica desta indústria.

No meio frenesim mediático, realço o comentário de Samuel L. Jackson, ao Los Angeles Times, que sintetiza o sentimento recente acerca da cerimónia dos Óscares e a satisfação generalizada que esta notícia tem suscitado: «Os Óscares não são atribuídos aos filmes que as pessoas querem ver. Quem diabo quer ver O LEITOR?».

Quarta-feira, Junho 24, 2009

Tim Burton no País das Maravilhas



Tim Burton dedicou vários anos à preparação do seu remake de 'Alice no País das Maravilhas', que conhecerá estreia mundial em Março de 2010. Pela mão da USA Today, o mundo cinéfilo (e não só...) pode espreitar fotos de produção e, tal como é plenamente visível, são absolutamente fabulosas — um afastamento total do visual obscuro que o cineasta nos habituou.

Neste momento, o filme encontra-se em pós-produção *, nomeadamente a integração das sequências de imagem real com as personagens criadas através de motion-capture e, depois, convertido para 3-D.

Na foto acima, podemos observar os aspectos de Johnny Depp como Chapeleiro Louco, Helena Bonham Carter como A Rainha de Copas e Anne Hathaway como Rainha Branca.

E eis uma cena em que Alice, interpretada pela semi-estreante Mia Wasikowska, caminha por um jardim de rosas faladoras, à entrada de uma floresta recheada de cogumelos gigantes...:



... o primeiro encontro entre Alice e O Coelho Branco, interpretado por Michael Sheen:



E Alice face-a-face com Tweedledee e Tweedledum:



Tão ansiosos como eu?

Sexta-feira, Junho 19, 2009

Hollywood Buzz #51

O que se diz lá fora sobre MOON, de Duncan Jones:



«MOON is a superior example of that threatened genre, hard science-fiction, which is often about the interface between humans and alien intelligence of one kind of or other, including digital.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«The film's ideas are interesting, but don't feel entirely worked out, and Mr. Rockwell's intriguingly strange performance (or performances) is left suspended, without the context that would give Sam's plight its full emotional and philosophical impact.»
A.O. Scott, New York Times.

«Director Duncan Jones (son of David Bowie), working from a script by Nathan Parker, pulls off sci-fi miracles on a $5 million shoestring. MOON is a potent provocation that relies on ideas instead of computer tricks to stir up excitement.»
Peter Travers, Rolling Stone.

«MOON is the first feature to be directed by Duncan Jones, who is David Bowie's son, and he brings it a grimy industrial look, as well as witty touches like giving Gerty a smiley-face screen that changes expression in tandem with Spacey's voice.»
Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

«As the two Sams struggle to find their humanity, the film struggles to find entertainment within the esoteric. While they're trying to figure it out, we're left stranded on the dark side of the moon.»
Betsy Sharkey, Los Angeles Times.

Quinta-feira, Junho 18, 2009

Antestreia da Semana



Ninguém andará muito longe da verdade se prever que DISTRICT 9, com estreia marcada em Portugal para 1 de Outubro, possui todos os argumentos para ganhar o estatuto de "sleeper hit" do ano — ou o NOME DE CÓDIGO: CLOVERFIELD de 2009.

Realizado por Neill Blomkamp e produzido por Peter Jackson (o realizador da trilogia O SENHOR DOS ANÉIS), DISTRICT 9 é inspirado na curta-metragem ALIVE IN JOBURG (2005), realizada pelo próprio Blomkamp e que pode ser visualizada aqui, assumindo-se como um pseudo-documentário sobre uma raça extraterrestre que, após uma avaria na sua nave, força-a à residência na Terra num aparente bairro de lata em Joanesburgo, na África do Sul, e controlada por uma sinistra organização governamental chamada MNU (Multi-National United).



À primeira vista, e com base no trailer acima publicado, estamos perante uma "fábula" acerca do preconceito, tipicamente humano, relativamente a tudo o que é estranho e diferente (o termo illegal alien é levado ao extremo...), aliado a um irresistível fascínio que só a mistura entre ficção-científica e mistério consegue gerar.

Não admira, portanto, a comparação com NOME DE CÓDIGO: CLOVERFIELD. À semelhança deste título, as informações acerca do argumento são parcas, os protagonistas encarnados por ilustres desconhecidos e a presença de um nome sonante ao leme da produção são pontos que apresentam flagrante semelhança. A campanha publicitária também possui elementos comuns com o filme supracitado. DISTRICT 9 recorre ao «factor viral» para atrair a atenção de espectadores, desde o site (alegadamente) mantido pela empresa MNU para alertar humanos quanto à presença de indivíduos alienígenas em certas redondezas até à recente exibição de uma sinalética urbana própria como veículo de marketing, que "inunda" uma Joanesburgo segregada e em permanente ebulição social.

Talvez numa óptica de antecipação da próxima edição dos Óscares de Marketing Cinematográfico (lembram-se deles?), relativa a 2009, partilho convosco as fabulosas peças de comunicação de DISTRICT 9:










Sexta-feira, Junho 12, 2009

Hollywood Buzz #50

O que se diz lá fora acerca de THE TAKING OF PELHAM 1 2 3, de Tony Scott:



«There’s not much wrong with Tony Scott’s THE TAKING OF PELHAM 1 2 3, except that there’s not much really right about it.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«THE TAKING OF PELHAM 1 2 3 is an efficiently reworked version of a tense, ticking-clock suspense story.»
Todd McCarthy, Variety.

«Like the original film, [...] this version, with a script by Brian Helgeland, deals with the brazen, borderline-insane hijacking of a local train on the Lexington Avenue line, but the subway system itself serves as an index of how the city and action-movie technology have evolved over the years.»
A.O. Scott, New York Times.

«An open-hydrant whoooosh of an action thriller about a hijacked NYC subway train with passengers held as hostages -- a caffeinated update of a 1974 city-on-fire cult classic that cracked wise with a cynical, now nostalgia-inducing, graffiti-era veracity.»
Lisa Schwarzbaum, Entertainment Weekly.

«This movie hits you like 600 volts from a sparking third rail. Damn straight it's electrifying.»
Peter Travers, Rolling Stone.

Segunda-feira, Junho 08, 2009

Vanity Fair



Há quem lhe chame a "herdeira natural" de Nicole Kidman, mas esta sensual e apelativa sessão fotográfica de Naomi Watts, realizada para a edição espanhola de Junho da Vanity Fair, evoca-me mais as figuras de Grace Kelly, Veronica Lake ou Jane Russell do que propriamente a protagonista de AUSTRÁLIA...













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