sábado, junho 28, 2008

Hollywood Buzz #26

O que se diz lá fora acerca de WALL-E:



«It is, undoubtedly, an earnest (though far from simplistic) ecological parable, but it is also a disarmingly sweet and simple love story, Chaplinesque in its emotional purity.»
A.O. Scott, New York Times.

«The picture feels weirdly, and disappointingly, disjointed, something that starts out as poetry and ends as product.»
Stephanie Zacharek, Salon.com.

«Put simply, WALL-E is about as charming as movies get.»
James Berardinelli, ReelViews.

«It whisks you to another world, then makes it every inch our own.»
Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

«Pixar's ninth consecutive wonder of the animated world is a simple yet deeply imagined piece of speculative fiction...it has plenty to say, but does so in a light, insouciant manner that allows you to take the message or leave it on the table.»
Todd McCarthy, Variety.

sexta-feira, junho 13, 2008

Hollywood Buzz #25

O que se diz lá fora acerca de THE HAPPENING:



«It is no doubt too thoughtful for the summer action season, but I appreciate the quietly realistic way Shyamalan finds to tell a story about the possible death of man.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«THE HAPPENING is a divertingly goofy thriller with an animistic bent, moments of shivery and twitchy suspense and a solid lead performance from Mark Wahlberg.»
Manohla Dargis, New York Times.

«The movie demonstrates a smart movie geek's obsession with the rhythms and gory details of horror storytelling, undermined by a pompous insistence on spiritual lessons of the tritest kind.»
Lisa Schwarzbaum, Entertainment Weekly.

«The movie seems more like a '50s science fiction film of extreme paranoia or an episode of "The Twilight Zone" that even at a swiftly paced 90 minutes feels padded.»
Kirk Honeycutt, Hollywood Reporter.

«You'll see plenty of dead people in M. Night Shyamalan's latest effort, but you may not notice. Nothing in THE HAPPENING is particularly lively.»
Alex Markerson, E!Online.

terça-feira, junho 03, 2008

segunda-feira, junho 02, 2008

Instinto Fatal 2 (2006), de Michael Caton-Jones



Em 1992, Paul Verhoeven levou à ribalta um dos filmes mais marcantes da década passada, o qual permaneceu na memória da cinefilia, de forma injusta, mais pela polémica que gerou do que por mérito próprio: INSTINTO FATAL alimentou todo o género de reacção, excepto a indiferença. Foi para o thriller policial o que O ÚLTIMO TANGO EM PARIS (1972) representou para o drama romântico. Além disso, trouxe aos olhos do público uma desconhecida actriz, de seu nome Sharon Stone, que com um infame cruzar de pernas e magníficas linhas de diálogo arrebatou Hollywood.

Nesse filme, existe uma sequência cuja alusão serve de ponto de partida para a presente apreciação da sua sequela. Quando Nick (Michael Douglas) e Gus (George Dzundza) conduzem a brilhante e perversa Catherine Tramell (Sharon Stone) para interrogatório, esta comenta a certa altura: «Inventamos uma história, tem de ser credível. Chamam-lhe suspensão de descrença.» Gus responde sorridente: «Suspensão de descrença... Gosto disso!». Ora, eu também gostei. Era essa habilidade de "suspender a descrença" que fez INSTINTO FATAL funcionar, mesmo que a sua resolução aparentasse, a um olhar mais atento, alguma incoerência.



Catorze anos depois e com uma Sharon Stone no topo da "cadeia alimentar", procurou-se reavivar a chama do erotismo e inteligência emanada pela sua personagem. O resultado ficou muito aquém do desejado e as razões para tal são mais do que as cobiçadas: uma pré-produção atribulada, um argumento a várias mãos, uma inexplicável mudança de cenário (de São Francisco para Londres), a ausência de um lead masculino à altura da protagonista, etc. Exceptuando Stone e o produtor Mario Kassar, ninguém do primeiro filme regressou para o projecto — entretanto falecido, a sombra do músico Jerry Goldsmith vai surgindo, amíude, com o tema principal que compôs para Paul Verhoeven —, o que poderá representar outro motivo do insucesso, a vários níveis, de INSTINTO FATAL 2.

Catherine Tramell volta a envolver-se em problemas legais, desta vez por estar ao volante do automóvel que causa a morte do futebolista (um breve cameo de Stan Collymore, antigo jogador do Liverpool) que viajava ao seu lado. Automaticamente constituída suspeita, é-lhe solicitada avaliação psiquiátrica. O Dr. Michael Glass (David Morrissey) fica encarregue dessa tarefa e diagnostica Catherine como uma "viciada em risco". Sob o pretexto de querer explorar a patologia, Catherine submete-se a consultas regulares com Michael. Pouco tempo passa até que o psiquiatra entre no jogo da novelista mais letal da Sétima Arte, pondo em risco a sua licença médica, já de si ameaçada por um erro deontológico ocorrido anos antes. Pelo meio, um detective londrino (David Thewlis) concentra-se numa série de crimes, todos eles com um elo comum: Catherine Tramell.



A expectativa de um argumento centrado no mecanismo do whodunit era previsível, mas as constantes reviravoltas e mudanças de acusações que INSTINTO FATAL 2 regista na sua última meia hora (e não guardo segredo da minha apatia perante esse género de motor narrativo) transforma qualquer conclusão em tudo menos algo satisfatório. Nem as fugazes sequências de sexo conseguem quebrar a confusão gerada pela criação de tantos pontos simultâneos de atenção.

Numa nota mais positiva, o melhor do filme vai mesmo para uma esforçada Sharon Stone (talvez consciente do seu estatuto de "peso-pesado" nesta produção), que lida adequadamente com a omnipresença concedida à sua personagem - por vezes, a sua personagem parece capaz de "atravessar paredes", estando sempre nos bons e maus momentos da história. Destaque para a direcção de fotografia do húngaro Gyula Pados, não fazendo pejo de ser um dos principais discípulos de Vilmos Zsigmond.

MTV Movie Awards 2008 - Os vencedores



Numa cerimónia em que Mike Myers deu "show", eis a lista dos contemplados:

Melhor Filme
TRANSFORMERS
A actriz Megan Fox e o realizador Michael Bay

Melhor Actor
Will Smith, por EU SOU A LENDA
Will Smith, com o seu filho Jayden, recebe o prémio de Melhor Actor

Melhor Actriz
Ellen Page, por JUNO
E mais um prémio para Ellen Page

Melhor Estreante
Zac Efron, por HAIRSPRAY
Zac Efron posa com o seu prémio

Melhor Performance Comédia
Johnny Depp, por OS PIRATAS DAS CARAÍBAS: NOS CONFINS DO MUNDO
Johnny Depp subiu duas vezes ao palco: primeiro, como o autor da Melhor Performance Comédia...

Melhor Beijo
Briana Evigan & Robert Hoffman, por STEP UP 2 THE STREETS
Briana e Robert recriam, em palco, o beijo pelo qual foram galardoados

Melhor Vilão
Johnny Depp, por SWEENEY TODD: O TERRÍVEL BARBEIRO DE FLEET STREET
...e pela segunda vez, como Melhor Vilão

Melhor Sequência de Luta
Sean Faris versus Cam Gigandet, por NEVER BACK DOWN

Melhor Filme de Verão (até ao presente)
HOMEM DE FERRO
O realizador Jon Favreau celebre com confettis o prémio que recebeu por HOMEM DE FERRO

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