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segunda-feira, dezembro 10, 2012

CLOUD ATLAS (2012), de Tom Tykwer, Andy Wachowski e Lana Wachowski



Seis histórias cruzam continentes e atravessam o tempo desde o século XIX até um distante futuro pós apocalíptico. — filmspot.pt



«Apesar de a minha longa experiência como editor me ter levado a olhar com desdém para flashbacks e elipses e respectivos artifícios, acredito que vós, caros Leitores, serão capazes de estender a vossa paciência por um momento, pois encontrarão método em toda esta loucura». Quando um filme apresenta estas indulgentes palavras, proferidas por um dos vários narradores de CLOUD ATLAS logo nos seus minutos iniciais, entendemos que será "paciência" submeter-nos a quase três horas de um "artifício" cinematográfico redundante na multilinearidade da sua forma e mensagem — a saber, de como a História e a Humanidade encontram inadvertidos pontos de contacto no passado e no futuro.

Logo, as intenções do argumento não são difíceis de apreender, assim como as diversas interacções temporais concebidas e encarnadas pelo elenco de actores que se desdobra em múltiplos papéis. No entanto, CLOUD ATLAS condescende o espectador com uma ambição desmedida, capaz de funcionar melhor no papel (David Mitchell apelidou este seu romance de "infilmável", e talvez tivesse razão...) do que no grande ecrã e, na frágil e inconsistente execução que o filme patenteia, nunca proporciona uma âncora para fixar todas as suas linhas narrativas.







Indiscutivelmente, estamos perante um projecto movido por paixão não só ao romance que o inspira, como também pela busca de um género que mescle intimidade sentimental com o épico de ficção-científica. Mas a paixão possui a susceptibilidade de toldar a clarividência, impedindo o olhar distante de quem cria sobre uma obra em formação. Por mais altruísta que a postura artística dos Wachowski e de Tykwer possa ser, CLOUD ATLAS raramente ultrapassa as duas ou três boas interpretações (destaque para a versatilidade de Tom Hanks e a inquietude romântica que já faz a imagem de marca de Ben Whishaw) e o fabuloso trabalho de make-up que detém.

A nossa única recomendação: a ver por conta e risco de cada um.

sexta-feira, outubro 26, 2012

Hollywood Buzz #185

O que se diz lá fora sobre CLOUD ATLAS, de Tom Tykwer, Andy Wachowski e Lana Wachowski:



«It fascinates in the moment. It's getting from one moment to the next that is tricky. Surely this is one of the most ambitious films ever made.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«As inventive narratives go, there's outside the box, and then there's pioneering another dimension entirely, and this massive, independently financed collaboration among Tom Tykwer and Wachowski siblings Lana and Andy courageously attempts the latter.»
Peter Debruge, Variety.

«CLOUD ATLAS is certainly out to be a "visionary" mindbender, but the film's secret is that it's a nimbly entertaining and light-on-its-feet Hollywood contraption, with the actors cast in multiple roles as if playing a game of dress-up.»
Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

«Not quite soaring into the heavens, but not exactly crash-landing either, CLOUD ATLAS is an impressively mounted, emotionally stilted adaptation of British author David Mitchell's bestselling novel.»
Jordan Mintzer, The Hollywood Reporter.

«Tykwer and the Wachowskis' other twist on this karmic hokum — to cast each of their actors in multiple roles across the stories, regardless of age or race — is less successful.»
Henry Barnes, The Guardian.

sábado, junho 30, 2012

Curiosidade da Semana



Do stop-motion de KING KONG (1933, Merian C. Cooper) até ao "mastodôntico" AVATAR (2009, James Cameron), eis uma breve história da Sétima Arte em torno das suas personagens criadas por efeitos visuais mais emblemáticas.

Ou a saga da busca contínua — para uns natural, para outros ilegítima — pelo realismo artificial cinematográfico.



[Fonte: lnrdshelby.]

terça-feira, dezembro 27, 2011

#34



... segundo as palavras do derradeiro participante desta iniciativa — a saber, o ArmPauloFer, do blog Ecos Imprevistos:

Fazer uma escolha dos 10 filmes da minha vida não é uma tarefa assim tão simples quanto parecia. Perante tal dilema, decidi que os 10 filmes teriam de representar a evolução de quem sou e com isso serem escolhas irrevogáveis. Escolhas que, apesar de subjectivas, não mudem nem hoje nem daqui a 40 anos e por isso intensamente profundas para mim.

. SUPER-HOMEM
(1978, Superman, Richard Donner)



Ser criança, ler comics, ter o Super no top dos preferidos, tentar fazer desenhos dele... e um dia ver em imagem real que este homem realmente voa, segura um helicóptero com uma mão e faz de linha férrea para impedir o descarrilar dum comboio (e muito mais no mesmo decorrer de filme), com tudo tão bem feito, com uma icónica banda-sonora tão imponente que ainda hoje me arrepia (verídico)... foi memorável até hoje. Exibido numa Quarta-feira, na "Lotação Esgotada" da RTP1, fez com que na primária não se falasse de mais nada nos dias seguintes (o mesmo sucedeu com o Rambo...).

Em casa, andei muitas vezes com uma toalha pelas costas a fazer de capa, a desenhar montes de Superman e especialmente o "S" com obsessão. Ainda hoje o faço...
O verdadeiro primeiro filme da minha vida, pelo impacto que teve (as repercussões chegam até à minha profissão — artes gráficas) e um que relembro constantemente ao longo dos anos.

Ao lado deste e com igual impacto, o primeiro BATMAN de Tim Burton... ambos são inabaláveis.


. REGRESSO AO FUTURO
(1985, Back to the Future, Robert Zemeckis)



Este filme representa a primeira vez que fui ao cinema e a sair da sala totalmente maravilhado. Já tinha ido antes mas eu queria era mais maravilhamento, coisa que o MÚSICA NO CORAÇÃO não foi suficiente.

O Michael J.Fox no skate, a canção do Huey Lewis, as portas do carro que abriam para cima, que na verdade é uma máquina do tempo que deixa trilhos de fogo quando parte, um cientista maluco espectacular, paradoxos temporais e existenciais, diversas linhas temporais, uma grande aventura... isto era magia pura!!!

Era um puto de 10 anos em êxtase e o título do filme até serviu de razão para o professor de inglês, na preparatória, evidenciar as diferenças do inglês americano para o de Londres. A utilidade pedagógica do cinema...


. A LISTA DE SCHINDLER
(1993, Schindler's List, Steven Spielberg)



Com este filme Spielberg reúne tudo o que de melhor sabe e para mim ergue talvez mesmo a sua obra-prima de sempre. Não só é um belíssimo tributo a Schindler e ao legado deixado, como serve de visao personalizada da guerra, do holocausto nazi, da recessão, da fome, etc... como também por nos colocar junto das vitimas desafortunadas e sobretudo da tremenda luta que Schindler travou pelos "seus" judeus.

A "magia" visual de Spielberg também foi aplicada nesta obra ao preto-e-branco, pois o quanto nos marca e intriga os vislumbres da criança a cores...

Avassalador!


. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



Tinha ficado impressionado com o CÃES DANADOS numa exibição no Fantasporto e lá fui ver este, que até despertava curiosidade em ver como se safava a portuguesa Maria de Medeiros num filme americano. Quando saí da sala de cinema (o extinto Lumiere -Porto), estava de sorriso largo. Encheu-me as medidas este tremendo filme puzzle sem perder de vista a "pop culture" e mais que isso, que inesquecível banda-sonora!

Não foi à toa que foi o primeiro CD de uma OST que adquiri e também o meu primeiro DVD (nem leitor tinha sequer).

É para mim a obra-prima absoluta de Quentin Tarantino. Incontornável!


. TOY STORY: OS RIVAIS
(1995, Toy Story, John Lasseter)



Quando saiu fui ver e... naquele momento percebi claramente que esta animação era especial sob qualquer perspectiva. Um filme singular e sem igual, acima de tudo pela novidade de ser gerado inteiramente por computador e, apesar de todo o artificio técnico, sabia contar uma história com sub-textos de interpretação e sem esquecer o encantamento duma boa fantasia muito bem pensada. Revolucionário inquestionável!

Depois deste filme o nome Pixar ficou logo assimilado.


. ADEUS, PAI
(1996, Adeus, Pai, Luís Filipe Rocha)



Não foi o primeiro filme português que me levou ao cinema mas foi aquele que mais me impressionou e marcou. Um filme onde o termo "E se?" perdurou sempre na minha mente. No fundo, é uma criança que quer mais do seu pai... e o seu pai o atende mas tem um "adeus" no horizonte. Enternecedor, muito bom o exercício, magico e marcante. E surpreende com um final onde é o espectador que leva consigo a missão de aprender algo com esta história. Grande cinema moderno português!

. A MULHER QUE VIVEU DUAS VEZES
(1958, Vertigo, Alfred Hitchcock)



A semente cinéfila desenvolveu-se imenso nesta fase, desde as conversas com outros estudantes. Foi sobretudo, quando o grande cinefilo-critico Bénard da Costa, conduzia os seus programas cinéfilos na RTP2, gradualmente apresentando obras para a descoberta acontecer no espectador com entusiasmo.

Naquela altura, aqueles programas foram autênticas aulas de cinema, funcionavam por ciclos semanais e passando por diversos nomes importantes por semana, do Orson Welles a todos os outros, mas o desfile Hitchcock foi tão forte que parava ali quieto para nada perder, sendo o culminar a forma apaixonada como Bénard da Costa apresentou VERTIGO, onde primeiro contextualizou o que iríamos ver e depois de exibido regressaria para o debater, dando ênfase aos pontos chaves desta magnifico filme de Hitchcock. Gigantes: filme, realizador e o critico-didáctico.


. O QUARTO MANDAMENTO
(1942, The Magnificent Ambersons, Orson Welles)



nesquecível. Este é o filme de Welles que mais me impressionou, especialmente pela narrativa. Tenho a impressão que ficou sempre na sombra do CITIZEN KANE mas deixou-me encantado totalmente. Welles trata esta obra sobre a ascensão e queda de uma família, como um verdadeiro épico, que atravessa os tempos pontuado pela voz-off do realizador. Considero-o uma obra-prima!

. MATRIX
(1999, The Matrix, Andy e Larry Wachowski)



"What is the matrix?" era esta a pergunta que nos entregava o marketing, que de uma assentada só colocava o cerne da intriga na mente do ansioso espectador. E eu era um desses ansiosos em 1999. Digo, da minha apreciação que me significou imenso, maravilhou-me a todos os níveis a pontos de ser um pessoal standard cinéfilo de entretenimento de acção que atravessa tantos outros géneros com brilhantismo, tudo isto numa narrativa muito elaborada e com imensos sub-textos dignos de reflexão.

. DISPONÍVEL PARA AMAR
(2000, Fa yeung nin wa, Wong Kar Wai)



Tenho um fascínio tremendo por esta obra. A dolência da imagem, o apuro visual, a precisão da banda-sonora, o design de produção, o vestuário e toda a classe que emana num historia marcante onde a honra e princípios sociais retiram o poder de entrega física a duas pessoas que sabem terem sido traídas pelos cônjuges e acabam ambos descobrindo um verdadeiro amor mútuo... mas impedem-se de consumar tão forte amor. Magnífico!

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Obrigado, Armindo, pela tua participação!

quinta-feira, novembro 03, 2011

#27



... segundo as palavras da Sarah Queiroz, do blog Depois do Cinema:

1. MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



My personal favourite, atinge a perfeição! A interessante e paradoxal narrativa, que envolve metafísica e a filosofia, juntamente com a tremenda e espectacular acção e efeitos visuais são, sem dúvida, dois elementos bastante apelativos. O facto de nos desafiar intelectualmente também constitui um dos motivos pelo qual eu idolatro este filme e é, verdadeiramente, o número 1 da minha lista.

2. O SENHOR DOS ANÉIS — A IRMANDADE DO ANEL
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Peter Jackson)



LORD OF THE RINGS alcança o nível de excelência e nunca me canso de ver os filmes, é espectacular em todos os níveis. Peter Jackson criou das melhores sagas da história do cinema, muito obrigada Peter!

3. KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, Quentin Tarantino)



My dear Quentin... Adoro-o! Todos os seus filmes são de génio, mas a história de Beatrix Kiddo consegue ser a minha favorita.

4. CÃES DANADOS
(1992, Reservoir Dogs, Quentin Tarantino)



Outra genialidade por Tarantino, filme este que iniciou a sua magnífica carreira enquanto realizador, e digo-vos: não poderia ter começado da melhor maneira! A narrativa não linear, as grandes actuações, um diálogo soberbo e inteligente, tendo depois uma banda sonora que complementa da melhor maneira fazem deste filme um clássico!

5. A RESSACA
(2009, The Hangover, Todd Phillips)



Não há filme que tenha conseguido a proeza de me fazer cair da cadeira de tanto rir sendo A RESSACA a excepção! Sinceramente, acho-o inagualável, e dificilmente outro filme de comédia tem o nível de qualidade que este tem.

6. RESIDENT EVIL
(2002, Resident Evil, Paul W.S. Anderson)



Automaticamente constou da minha lista de preferências, logo desde a primeira vez que o vi. A história, os actores, a banda sonora... Vários são os elementos que tornam este filme absolutamente fantástico, apesar da grande maioria não concordar.

7. SHUTTER ISLAND
(2010, Shutter Island, Martin Scorsese)



A combinação DiCaprio & Scorsese é simplesmente perfeita. Este filme está arrebatador, é dos melhores filmes de 2010. SHUTTER ISLAND é acima de tudo um filme inteligente, que nos permite puxar pela cabeça. Adoro!

8. ZOMBIES PARTY — UMA NOITE DE... MORTE
(2004, Shaun of the Dead, Edgar Wright)



Eu adoro filmes de zombies, e este especialmente, pois combina o meu género predilecto com humor britânico do melhor! Não é possível resistir, é de facto hilariante, e tem um fantástico elenco e banda sonora.

9. SETE PECADOS MORTAIS
(1995, Se7en, David Fincher)



Dos melhores filmes do género e dos anos 90, SE7EN está fantástico a todos os níveis, apesar do seu final super depressivo! Adoro.

10. A CHAVE
(2005, The Skeleton Key, Iain Softley)



É daqueles filmes que eu não consigo explicar porque é que adoro ou porque é que consta nas minhas preferências. O facto de ser um pouco obscuro, super subestimado, e conter elementos pouco convencionais são capazes de ser dos motivos pelo qual me levaram a gostar verdadeiramente deste filme, que para mim é incansável. Ou se calhar é mesmo só por causa do Peter Sarsgaard.

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Obrigado, Sarah, pela tua participação!

quarta-feira, julho 13, 2011

#17



... segundo o David Martins, do blog Cine31:

Desde a infância os meus temas favoritos sempre envolveram o reino do fantástico e da ficção cientifica (esses géneros tão subestimados), o que explica grande parte dos filmes que revejo ou sinto vontade de rever mais vezes:

O SENHOR DOS ANÉIS — A IRMANDADE DO ANEL
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Peter Jackson)



Um épico fruto do amor pela obra escrita, renascido no grande ecrã.

MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



A revolução no modo de encenar a acção cinematográfica.

CINEMA PARAÍSO
(1988, Nuovo Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore)



Uma visão romântica e cruel da devoção de vidas ao cinema.

DUNA
(1984, Dune, David Lynch)



Um filme de ficção atípico e subvalorizado.

A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV — A New Hope, George Lucas)



Até ao momento, o filme que já vi mais vezes. Não me perguntem quantas, que já perdi a conta.

STAR TREK — O CAMINHO DAS ESTRELAS
(1979, Star Trek: The Motion Picture, Robert Wise)



Um filme lento, mas deslumbrante.

O TIGRE E O DRAGÃO
(2000, Wo hu cang long, Ang Lee)



Uma mistura única de poesia e artes marciais.

KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, Quentin Tarantino)



Uma montanha de referências culturais que pariu um filme monumentalmente delicioso.

CONTACTO
(1997, Contact, Robert Zemeckis)



Uma inteligente hipótese sobre a próxima fronteira da espécie humana.

NAUSICAÄ OF THE VALLEY OF THE WIND
(1984, Kaze no tani no Naushika, Hayao Miyazaki)



Uma das primeiras obras-primas de Miyazaki.

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Obrigado, David, pela tua participação!

terça-feira, maio 24, 2011

#10



... segundo a opinião e palavras do André Marques, do blog Blockbusters:

1. A.I. — INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
(2001, A.I. Artificial Intelligence, Steven Spielberg)



Um filme com uma história muito bem contada, como apenas Spielberg sabe contar.

2. AS HORAS
(2002, The Hours, Stephen Daldry)



Um drama tão bem escrito, tão bem realizado e interpretado que retrata uma situação humana com uma enorme delicadeza.

3. COLISÃO
(2004, Crash, Paul Haggis)



Todas as histórias e twists fazem este filme ter uma intensidade humana brutal.

4. SAGA A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, 1999, Star Wars: Episode I - The Phantom Menace, 2002, Star Wars: Episode II - Attack of the Clones, 2005, Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



Simplesmente os melhores filmes de ficção científica e universo extraterrestre.

5. KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, 2004, Kill Bill: Vol. 2, Quentin Tarantino)



O filme que retrata o tema vingança de uma forma genial, mesmo à Tarantino.

6. MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



Um filme que me marcou bastante na minha adolescência e que revolucionou os efeitos especiais no cinema.

7. MOULIN ROUGE
(2001, Moulin Rouge!, Baz Luhrmann)



O melhor musical de todos os tempos (para além de ser o filme que me apresentou aquela que eu considero a melhor actriz da actualidade: Nicole Kidman).

8. O REI LEÃO
(1994, The Lion King, Roger Allers e Rob Minkoff)



Este é sem dúvida O filme de animação por excelência.

9. PRECIOUS
(2009, Precious, Lee Daniels)



Um drama real e que felizmente este filme retrata com uma crueza formidável.

10. TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2002, The Lord of the Rings: The Two Towers, 2003, The Lord of the Rings: The Return of the King, Peter Jackson)



Os melhores filmes de aventura e fantasia que conheço.

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Obrigado, André, pela tua participação!

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