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sexta-feira, dezembro 30, 2011

2011 no Cinema (2ª Parte)

2011: OS MELHORES

Apesar dos tempos conturbados que a Sétima Arte parece enfrentar — desempenhos irregulares de bilheteira, a "morte" da película, o constante sentimento de desconforto na indústria —, permanece na memória o melhor que se viu e produziu em 2011.

Segue-se a habitual selecção do Keyzer Soze dos 10 melhores filmes estreados comercialmente no nosso país em 2011, justificados (e esta é a novidade deste ano) através de sequências representativas dos títulos eleitos.

O rol de obrigatórias menções honrosas, para uma efectiva compreensão do ano cinematográfico prestes a encerrar, é apenas consequência da variedade qualitativa a que assistimos.

Para debate, refutação e memória futura:

10º
POST MORTEM (Pablo Larraín)






INSIDIOSO (James Wan)






JANE EYRE (Cary Fukunaga)






SUBMARINO (Richard Ayoade)






UMA SEPARAÇÃO (Asghar Farhadi)






CISNE NEGRO (Darren Aronofsky)






O ATALHO (Kelly Reichardt)



<a href='http://www.bing.com/videos/browse?mkt=en-us&vid=921c9214-8791-40d2-b0d0-3ea47ff469cb&src=v5:embed::' target='_new' title='&#39;Meek&#39;s Cutoff&#39; Clip: &quot;Chaos and Destruction&quot;' >Video: &#39;Meek&#39;s Cutoff&#39; Clip: &quot;Chaos and Destruction&quot;</a>


ROAD TO NOWHERE — SEM DESTINO (Monte Hellman)





ex-aequo
VALHALLA RISING — DESTINO DE SANGUE (Nicolas Winding Refn)





DRIVE — RISCO DUPLO (Nicolas Winding Refn)






A ÁRVORE DA VIDA (Terrence Malick)





Menções honrosas para (e por ordem de estreia no nosso país): o melancólico e trágico BIUTIFUL (Alejandro González Iñárritu); a crueza da natureza humana em DESPOJOS DE INVERNO (Debra Granik); a sublime descoberta da beleza em POESIA (Chang-dong Lee); o onirismo do jovem protagonista de MEL (Semih Kaplanoglu); a retórica da lei da bala em TROPA DE ELITE 2 — O INIMIGO AGORA É OUTRO (José Padilha); o formalismo histórico de 48 (Susana Sousa Dias); a anarquia artística de BANKSY — PINTA A PAREDE! (Banksy); o terrorismo globetrotting de CARLOS (Olivier Assayas); a descomprometida intensidade de EU VI O DIABO (Jee-woon Kim); Hemingway, Dali e Fitzgerald em MEIA-NOITE EM PARIS (Woody Allen); o real social de SANGUE DO MEU SANGUE (João Canijo); e aquilo que não se revela à superfície em UM MÉTODO PERIGOSO (David Cronenberg).

sexta-feira, junho 03, 2011

Hollywood Buzz #126

O que se diz lá fora sobre SUBMARINE, de Richard Ayoade:



«This is the kind of story, as Oliver himself would admit, that we have already seen dozens of times. But Mr. Ayoade's keen visual wit and clever, knowing touches keep it surprising and nimble, especially in the quick, lurching early scenes, which are startlingly funny.»
A.O. Scott, New York Times.

«Rises above the genre's tired, cookie-cutter competition, presenting familiar elements, such as preternaturally articulate teens preoccupied with virginity, through fresh eyes.»
Peter Debruge, Variety.

«The film is so self-conscious it seems to be dictating your every reaction.»
Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

«Writer-director Richard Ayoade's feature debut is witty and quirky, with a gripping performance by Paddy Considine.»
John DeFore, The Hollywood Reporter.

«Ayoade, the British comic making a remarkable feature debut with his adaptation of Joe Dunthorne's 2008 novel, blends mirth and malice with deadpan brilliance.»
Peter Travers, Rolling Stone.