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sábado, março 03, 2012

Add to Cart #31



«Whatever happened to Darren Aronofsky’s Batman movie starring Clint Eastwood? Why were there so many scripts written over the years for Steven Spielberg and George Lucas’s fourth Indiana Jones movie? Why was Lara Croft’s journey to the big screen so tortuous, and what prevented Paul Verhoeven from filming what he calls "one of the greatest scripts ever written"? Why did Ridley Scott’s Crisis in the Hot Zone collapse days away from filming, and were the Beatles really set to star in Lord of the Rings? What does Neil Gaiman think of the attempts to adapt his comic book series The Sandman?»

O sumário detalhado de inúmeros e fascinantes projectos perdidos que estiveram nas cogitações das majors de Hollywood, recuperados neste livro que inclui entrevistas com os cineastas e argumentistas neles envolvidos.

[Fonte: The Fandom Post.]

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Curiosidade da Semana



O Fake Film Fest é, tal como o nome indica, um certame bianual que convida participantes de todos os cantos do mundo a submeterem documentários, trailers e spots publicitários falsos.

Este ano, a grande sensação é esta "reinvenção" de A VIDA NÃO É UM SONHO, filme de culto sobre toxicodependência e alienação realizado por Darren Aronofsky, em sessenta segundos e protagonizado por fantoches.

E, como será fácil de observar, não existe nada aqui que alivie o sentimento de desconforto provocado pelo filme:



Os bonecos são tão ou mais arrepiantes que os seus "equivalentes humanos"...

[Fonte: Paste Magazine.]

sexta-feira, dezembro 30, 2011

2011 no Cinema (2ª Parte)

2011: OS MELHORES

Apesar dos tempos conturbados que a Sétima Arte parece enfrentar — desempenhos irregulares de bilheteira, a "morte" da película, o constante sentimento de desconforto na indústria —, permanece na memória o melhor que se viu e produziu em 2011.

Segue-se a habitual selecção do Keyzer Soze dos 10 melhores filmes estreados comercialmente no nosso país em 2011, justificados (e esta é a novidade deste ano) através de sequências representativas dos títulos eleitos.

O rol de obrigatórias menções honrosas, para uma efectiva compreensão do ano cinematográfico prestes a encerrar, é apenas consequência da variedade qualitativa a que assistimos.

Para debate, refutação e memória futura:

10º
POST MORTEM (Pablo Larraín)






INSIDIOSO (James Wan)






JANE EYRE (Cary Fukunaga)






SUBMARINO (Richard Ayoade)






UMA SEPARAÇÃO (Asghar Farhadi)






CISNE NEGRO (Darren Aronofsky)






O ATALHO (Kelly Reichardt)



<a href='http://www.bing.com/videos/browse?mkt=en-us&vid=921c9214-8791-40d2-b0d0-3ea47ff469cb&src=v5:embed::' target='_new' title='&#39;Meek&#39;s Cutoff&#39; Clip: &quot;Chaos and Destruction&quot;' >Video: &#39;Meek&#39;s Cutoff&#39; Clip: &quot;Chaos and Destruction&quot;</a>


ROAD TO NOWHERE — SEM DESTINO (Monte Hellman)





ex-aequo
VALHALLA RISING — DESTINO DE SANGUE (Nicolas Winding Refn)





DRIVE — RISCO DUPLO (Nicolas Winding Refn)






A ÁRVORE DA VIDA (Terrence Malick)





Menções honrosas para (e por ordem de estreia no nosso país): o melancólico e trágico BIUTIFUL (Alejandro González Iñárritu); a crueza da natureza humana em DESPOJOS DE INVERNO (Debra Granik); a sublime descoberta da beleza em POESIA (Chang-dong Lee); o onirismo do jovem protagonista de MEL (Semih Kaplanoglu); a retórica da lei da bala em TROPA DE ELITE 2 — O INIMIGO AGORA É OUTRO (José Padilha); o formalismo histórico de 48 (Susana Sousa Dias); a anarquia artística de BANKSY — PINTA A PAREDE! (Banksy); o terrorismo globetrotting de CARLOS (Olivier Assayas); a descomprometida intensidade de EU VI O DIABO (Jee-woon Kim); Hemingway, Dali e Fitzgerald em MEIA-NOITE EM PARIS (Woody Allen); o real social de SANGUE DO MEU SANGUE (João Canijo); e aquilo que não se revela à superfície em UM MÉTODO PERIGOSO (David Cronenberg).

terça-feira, dezembro 13, 2011

#33



... segundo as palavras do Gonçalo Trindade, duplamente nomeado nos TCN Blog Awards 2011 para Melhor Iniciativa (entrevista a John Carpenter) e Melhor Crítica (A Árvore da Vida), do Ante-Cinema:

Sem ordem específica. Hoje, são estes. Amanhã, provavelmente seriam outros.

. OLDBOY — VELHO AMIGO
(2003, Oldboy, Chan-wook Park)



Marcante. É um filme que vi inúmeras vezes, e de longe um dos meus filmes favoritos. É daqueles filmes que me parece audiovisualmente perfeito, em que o realizador tem controlo completo sobre cada aspecto, da fotografia à banda-sonora, das interpretações ao argumento. Tem cenas que me estão marcadas a fogo na memória. Ainda me lembro muito bem do impacto que teve na altura. Demorei dias até conseguir colocar o queixo no sítio certo.

. CINEMA PARAÍSO
(1988, Nuovo Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore)



O primeiro filme que alguma vez me fez chorar. Sou profundamente susceptível ao sentimento de nostalgia, e sendo este filme o que é, era inevitável que me tivesse marcado como marcou. Um filme sobre o amor pelo cinema, visto por mim numa idade em que esse amor começava a despertar verdadeiramente. Mesmo hoje em dia, comove-me profundamente.

. SAGA A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars, George Lucas, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, Irvin Kershner, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, Richard Marquand)



Tinha de aqui estar, claro. A saga da minha infância, que cresci a ver com o meu pai, e que ainda hoje povoa por completo a minha imaginação. Para mim, talvez a grande saga de aventuras do cinema. Ainda sorrio como uma criança de sete anos quando o Darth Vader atira o Imperador para o abismo, e ainda fico entusiasmado quando o Luke destrói a Estrela da Morte. São filmes que ficarão comigo para o resto da vida. Apesar de o Lucas não estar muito a favor disso, mas isso já é outra história.

. OS SETE SAMURAIS
(1954, Shichinin no samurai, Akira Kurosawa)



O meu filme de acção predilecto. Vê-lo no cinema, na primeira vez que fui à Cinemateca, foi uma experiência que nunca hei-de esquecer. É daqueles que estaria sempre nesta lista, em qualquer dia da semana.

. AURORA
(1927, Sunrise: A Song of Two Humans, F.W. Murnau)



Oh Deus, onde é que eu começo com este? Mais uma vez, é um filme perfeito, sem falhas, tão honesto e simples quanto revelador de uma mestria exemplar por parte do Murnau, como contador de histórias. Passei anos a querer vê-lo, e só o fiz há cerca de três anos, quando um grande amigo meu me deu o DVD. Fiquei num misto de encanto e lágrimas, e creio que tem verdadeiramente alguns dos momentos mais memoráveis que alguma vez verei num filme. Demasiado belo.

. OS QUATROCENTOS GOLPES
(1959, Les Quatre Cents Coups, François Truffaut)



Repito o que disse em relação ao SUNRISE: demasiado belo. É tão simples quanto isso.

. ANNIE HALL
(1977, Annie Hall, Woody Allen)



Melhor argumento de sempre? O meu favorito do Allen, e um filme que me parece rigorosamente genial desde o primeiro ao último segundo. Literalmente, do primeiro ao último. Ainda o revejo imensas vezes.

. A VIAGEM DE CHIHIRO
(2001, Sen to Chihiro no kamikakushi, Hayao Miyazaki)



Era entre este e o CASTLE IN THE SKY... e este ganhou, porque foi o primeiro. Foi este o filme que me fez apaixonar pelo seu cinema, e que teve o impacto imediato de começar a idolatrar o homem. Ainda hoje em dia fico com lágrimas nos olhos quando o vejo, e descubro facilmente novos pormenores que fazem com que adore o filme ainda mais.

. THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO
(2006, The Fountain, Darren Aronofsky)



Tinha de aqui estar. Perfeição audiovisual, que tem no seu cerne um coração do tamanho do mundo. Isto é, afinal, uma história de amor. Um dos poucos filmes que me arrebataram verdadeiramente, em todos os aspectos. Põe-me lágrimas nos olhos enquanto me deslumbra os sentidos.

. O MUNDO A SEUS PÉS
(1941, Citizen Kane, Orson Welles)



O meu filme favorito, ponto. Tenho um fascínio absoluto por cada plano, cada linha de diálogo, e acima de tudo pelo homem que é Charles Foster Kane. A personagem bigger than life por excelência, para mim a representação perfeita do quão impossível é, e sempre será, compreender verdadeiramente alguém. Fascina-me verdadeiramente.

--//--

Obrigado, Gonçalo, pela tua participação!

sábado, dezembro 03, 2011

Jukebox #25

(«Jukebox»: boa música e os videoclips mais criativos do ponto de vista cinematográfico).

. Lou Reed & Metallica, «The View»



Se dúvidas houvessem de que Lou Reed e Metallica poderiam ser sinónimo de harmonia musical, a objectiva de Darren Aronofsky atesta a pujança criada pela união de dois "monstros" do rock'n'roll mundial.

«The first time I heard 'The View' I was stunned. I had never heard anything like it. Half was all Lou. The other half all Metallica. It was a marriage that on the surface made no sense, but the fusion changed the way I thought about both artists and morphed into something completely fresh and new. I couldn't stop listening to it. Lou's crushing lyrics, and the band's incredible licks», ou os argumentos que inspiraram Aronofsky na concepção deste vídeo acabadinho de sair do "forno":



quarta-feira, novembro 09, 2011

Filhos de Um Deus Maior #68



Quatro public service announcements, apropriadamente realizados por Darren Aronofsky (não fosse ele o autor de A VIDA NÃO É UM SONHO) para a Meth Project Foundation, com o propósito de sensibilizar os mais jovens sobre as consequências nefastas do consumo de metanfetaminas.

Ou como todas as campanhas deste género deveriam ser: brutais, incondicionais e totalmente revoltantes:










[Fonte: mediabistro]

terça-feira, novembro 08, 2011

#28



... segundo as palavras do Nuno Barroso, do blog Delusion over Addiction:

1. TAXI DRIVER
(1976, Taxi Driver, Martin Scorsese)



Considero que a obra-prima de Martin Scorsese é este TAXI DRIVER. Somos transportados para Nova Iorque pela forma de como Scorsese capta todas as nuances da cidade que ele tanto adora. Creio que também nunca vi um filme que tão explorasse o background psicológico de uma personagem de uma maneira tão afincada como Travis Bickle é explorado. Aliado a isto temos ainda uma das (senão a maior) interpretações do Cinema com assinatura de Robert De Niro e uma banda sonora simplesmente deliciosa.

2. MULHOLLAND DRIVE
(2001, Mulholland Dr., David Lynch)



O que mais aprecio neste filme é a sua capacidade de nos deslumbrar sempre que o revisitamos. Misterioso e sedutor, MULHOLLAND DRIVE é a mais fantástica viagem ao profundo subconsciente e ao mundo dos sonhos.

3. O AMOR É UM LUGAR ESTRANHO
(2003, Lost in Translation, Sofia Coppola)



É um filme que consigo ver todos os dias. Tem uma atmosfera tão relaxante que a sua visualização torna-se algo terapêutica.

4. BONNIE E CLYDE
(1967, Bonnie and Clyde, Arthur Penn)



Interessante ver como um filme consegue constituir um marco tão significativo na história do cinema, alterando por completo a forma de como (neste caso) a violência era retratada no grande ecrã. BONNIE AND CLYDE é um desses filmes. Ainda me lembro vivamente da primeira vez que o vi e de ter ficado em êxtase com aquele final arrebatador.

5. CREPÚSCULO DOS DEUSES
(1950, Sunset Blvd., Billy Wilder)



Em termos de argumentos, Wilder é Rei. A nomeação deste SUNSET BLVD. prende-se um pouco com o facto de ter sido o primeiro filme a preto e branco que vi pro-activamente. Fiquei extremamente surpreendido pelo quão tenaz e intrigante foi!

6. A VIDA NÃO É UM SONHO
(2000, Requiem For a Dream, Darren Aronofsky)



Foi o filme que me fez olhar para o cinema com outros olhos. Potente e duro de se ver, o REQUIEM FOR A DREAM é bem capaz de ter sido o filme que mais me marcou. Fiquei sem palavras quando o vi, tamanho foi o soco que me deu. Apesar de o ter visto uma única vez por volta de 2004, são várias as cenas que ainda se mantêm vivas no meu pensamento e creio que isso é apenas um testamento ao verdadeiro poder do cinema.

7. ANTES DO ANOITECER
(2004, BEFORE SUNSET, Richard Linklater)



Juntamente com o BEFORE SUNRISE, este é o meu romance de eleição. Escolho o SUNSET, aqui, pelo facto de ser mais maduro que o seu antecessor. E aqui, a naturalidade é a palavra de ordem. Quer estejam a homenagear a Nina Simone ou a discutir os problemas sócio-políticos do Mundo, não consigo encontrar uma única falha neste filme. Simplesmente, enche-me o coração.

8. A JANELA INDISCRETA
(1954, Rear Window, Alfred Hitchcock)



Hitchcock é o mestre, e pouco mais há a acrescentar (também tenho em grande estima o VERTIGO, mas optei pelo REAR WINDOW). O desenvolvimento das personagens está no ponto, a tensão é palpável e o clímax é inesquecível. Love it to death.

9. THE END OF EVANGELION
(1997, Shin seiki Evangelion Gekijô-ban: Air/Magokoro wo, kimi ni, Hideaki Anno e Kazuya Tsurumaki)



A conclusão de uma das minhas séries preferidas. É um filme incrível e recomendo-o fortemente (contudo, a visualização da série é obrigatória antes de se partir para este THE END OF EVANGELION).

10. O SILÊNCIO DOS INOCENTES
(1991, The Silence of the Lambs, Jonathan Demme)



O meu thriller preferido. O thriller que mais vezes devo ter visto. É um daqueles filmes que sempre que passa na televisão, tenho de parar tudo o que estou a fazer para o ir ver. É claustrofóbico (se eu tivesse que eleger as "As 10 cenas da minha vida" - :P -, a da visão nocturna estaria entre elas, sem pensar duas vezes), brilhantemente executado e para além disso tem também duas interpretações magistrais por parte da Jodie Foster e do Anthony Hopkins. É um clássico!

--//--

Obrigado, Nuno, pela tua participação!

quinta-feira, maio 26, 2011

#11



... segundo a opinião e palavras do Berto Carvalho, do blog PixelHunt:

1. 2001: ODISSEIA NO ESPAÇO
(1968, 2001: A Space Odyssey, Stanley Kubrick)



É provavelmente o filme mais marcante da minha vida, foi o que me fez ver o cinema com outros olhos e abriu portas para outro tipo de cinema que em miúdo obviamente não conhecia.

2. LARANJA MECÂNICA
(1971, A Clockwork Orange, Stanley Kubrick)



É o filme que marcou a minha adolescência. Vi-o numa altura em que começava a ganhar uma consciência politica e social e a sua mensagem teve forte impacto em mim.

3. ALIEN — O 8º PASSAGEIRO
(1979, Alien, Ridley Scott)



Gosto dos 4 filmes, mas incluo apenas o do Ridley Scott. É um dos pináculos de dois géneros distintos, ficção cientifica e terror (os meus géneros favoritos) e dono duma fenomenal atmosfera. É possivelmente um dos filmes que mais vezes vi.

4. O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE
(2001, Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, Jean-Pierre Jeunet)



Pode não parecer mas sou um romântico, sempre que o vejo fico completamente embriagado de felicidade e esperança no mundo e nas pessoas. Para além disso identifico-me muito com o par protagonista.

5. A GUERRA DAS ESTRELAS (TRILOGIA ORIGINAL)
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



É um conto de fadas nos confins do espaço. Star Wars é o escape perfeito do meu dia-a-dia e uma máquina do tempo para a minha infância quando ficava a ver as VHS riscadas da trilogia.

6. BLADE RUNNER — PERIGO IMINENTE
(1982, Blade Runner, Ridley Scott)



Mais um filme carregado de atmosfera e mais um dos exemplos máximos da ficção cientifica. O futuro retratado em Blade Runner é extremamente negro e depressivo, "infelizmente" também é muito (demasiado) realista.

7. OS FILHOS DO HOMEM
(2006, Children of Men, Alfonso Cuarón)



É um crime a forma como foi esquecido durante a época de prémios. É um retrato dum futuro assustadoramente semelhante ao nosso presente mas com uma bonita mensagem de esperança. Clive Owen tem uma performance dos diabos.

8. THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO
(2006, The Fountain, Darren Aronofsky)



Sou um admirador do Darren e se calhar este nem é o seu melhor filme, mas conseguiu ter um impacto em mim que poucos filmes conseguiram, o seu clímax é das coisas mais arrebatadoras que já senti.

9. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



Ainda é o filme que melhor caracteriza o Tarantino e ainda é a sua obra-prima, mesmo tendo gostado dos seus filmes mais recentes. Quando o vi foi uma enorme lufada de ar fresco e são poucos que conseguem ter o mesmo impacto.

10. UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES
(1981, An American Werewolf in London, John Landis)



Sim, eu sei que é uma escolha pouco óbvia e tal mas bolas... eu adoro, ADORO o filme. Funciona maravilhosamente como comédia e terror e a cena da transformação é só um dos maiores momentos da história dos efeitos especiais.

--//--

Obrigado, Berto, pela tua participação!

quinta-feira, maio 05, 2011

#9



... segundo a opinião do Roberto Simões, do blog Cineroad — A Estrada do Cinema:

1. TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
(2001, 2002 e 2003, The Lord of the Rings, Peter Jackson)



2. CLUBE DE COMBATE
(1999, Fight Club, David Fincher)



3. THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO
(2006, The Fountain, Darren Aronofsky)



4. TITANIC
(1997, Titanic, James Cameron)



5. UM SONHO ENCANTADO
(2006, The Fall, Tarsem Singh)



6. O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE
(2001, Le fabuleux Destin d'Amélie Poulain, Jean-Pierre Jeunet)



7. 2001: ODISSEIA NO ESPAÇO
(1968, 2001: A Space Odyssey, Stanley Kubrick)



8. O LADO SELVAGEM
(2007, Into the Wild, Sean Penn)



9. MAGNÓLIA
(1999, Magnolia, Paul Thomas Anderson)



10. REINO DOS CÉUS — VERSÃO DO REALIZADOR
(2005, Kingdom of Heaven, Ridley Scott)



--//--

Obrigado, Roberto, pela tua participação!