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sábado, junho 30, 2012

Curiosidade da Semana



Do stop-motion de KING KONG (1933, Merian C. Cooper) até ao "mastodôntico" AVATAR (2009, James Cameron), eis uma breve história da Sétima Arte em torno das suas personagens criadas por efeitos visuais mais emblemáticas.

Ou a saga da busca contínua — para uns natural, para outros ilegítima — pelo realismo artificial cinematográfico.



[Fonte: lnrdshelby.]

sexta-feira, maio 25, 2012

Curiosidade da Semana



Que melhor forma poderá existir para celebrar os 35 anos da estreia de A GUERRA DAS ESTRELAS do que com uma homenagem vintage da saga?

Nomeadamente, e como o revisionismo é moda no cinema contemporâneo, observar O IMPÉRIO CONTRA-ATACA reeditado como se de um filme mudo se tratasse e perceber que até funciona bem...



[Fonte: Open Culture.]

sábado, março 03, 2012

Add to Cart #31



«Whatever happened to Darren Aronofsky’s Batman movie starring Clint Eastwood? Why were there so many scripts written over the years for Steven Spielberg and George Lucas’s fourth Indiana Jones movie? Why was Lara Croft’s journey to the big screen so tortuous, and what prevented Paul Verhoeven from filming what he calls "one of the greatest scripts ever written"? Why did Ridley Scott’s Crisis in the Hot Zone collapse days away from filming, and were the Beatles really set to star in Lord of the Rings? What does Neil Gaiman think of the attempts to adapt his comic book series The Sandman?»

O sumário detalhado de inúmeros e fascinantes projectos perdidos que estiveram nas cogitações das majors de Hollywood, recuperados neste livro que inclui entrevistas com os cineastas e argumentistas neles envolvidos.

[Fonte: The Fandom Post.]

terça-feira, dezembro 13, 2011

#33



... segundo as palavras do Gonçalo Trindade, duplamente nomeado nos TCN Blog Awards 2011 para Melhor Iniciativa (entrevista a John Carpenter) e Melhor Crítica (A Árvore da Vida), do Ante-Cinema:

Sem ordem específica. Hoje, são estes. Amanhã, provavelmente seriam outros.

. OLDBOY — VELHO AMIGO
(2003, Oldboy, Chan-wook Park)



Marcante. É um filme que vi inúmeras vezes, e de longe um dos meus filmes favoritos. É daqueles filmes que me parece audiovisualmente perfeito, em que o realizador tem controlo completo sobre cada aspecto, da fotografia à banda-sonora, das interpretações ao argumento. Tem cenas que me estão marcadas a fogo na memória. Ainda me lembro muito bem do impacto que teve na altura. Demorei dias até conseguir colocar o queixo no sítio certo.

. CINEMA PARAÍSO
(1988, Nuovo Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore)



O primeiro filme que alguma vez me fez chorar. Sou profundamente susceptível ao sentimento de nostalgia, e sendo este filme o que é, era inevitável que me tivesse marcado como marcou. Um filme sobre o amor pelo cinema, visto por mim numa idade em que esse amor começava a despertar verdadeiramente. Mesmo hoje em dia, comove-me profundamente.

. SAGA A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars, George Lucas, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, Irvin Kershner, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, Richard Marquand)



Tinha de aqui estar, claro. A saga da minha infância, que cresci a ver com o meu pai, e que ainda hoje povoa por completo a minha imaginação. Para mim, talvez a grande saga de aventuras do cinema. Ainda sorrio como uma criança de sete anos quando o Darth Vader atira o Imperador para o abismo, e ainda fico entusiasmado quando o Luke destrói a Estrela da Morte. São filmes que ficarão comigo para o resto da vida. Apesar de o Lucas não estar muito a favor disso, mas isso já é outra história.

. OS SETE SAMURAIS
(1954, Shichinin no samurai, Akira Kurosawa)



O meu filme de acção predilecto. Vê-lo no cinema, na primeira vez que fui à Cinemateca, foi uma experiência que nunca hei-de esquecer. É daqueles que estaria sempre nesta lista, em qualquer dia da semana.

. AURORA
(1927, Sunrise: A Song of Two Humans, F.W. Murnau)



Oh Deus, onde é que eu começo com este? Mais uma vez, é um filme perfeito, sem falhas, tão honesto e simples quanto revelador de uma mestria exemplar por parte do Murnau, como contador de histórias. Passei anos a querer vê-lo, e só o fiz há cerca de três anos, quando um grande amigo meu me deu o DVD. Fiquei num misto de encanto e lágrimas, e creio que tem verdadeiramente alguns dos momentos mais memoráveis que alguma vez verei num filme. Demasiado belo.

. OS QUATROCENTOS GOLPES
(1959, Les Quatre Cents Coups, François Truffaut)



Repito o que disse em relação ao SUNRISE: demasiado belo. É tão simples quanto isso.

. ANNIE HALL
(1977, Annie Hall, Woody Allen)



Melhor argumento de sempre? O meu favorito do Allen, e um filme que me parece rigorosamente genial desde o primeiro ao último segundo. Literalmente, do primeiro ao último. Ainda o revejo imensas vezes.

. A VIAGEM DE CHIHIRO
(2001, Sen to Chihiro no kamikakushi, Hayao Miyazaki)



Era entre este e o CASTLE IN THE SKY... e este ganhou, porque foi o primeiro. Foi este o filme que me fez apaixonar pelo seu cinema, e que teve o impacto imediato de começar a idolatrar o homem. Ainda hoje em dia fico com lágrimas nos olhos quando o vejo, e descubro facilmente novos pormenores que fazem com que adore o filme ainda mais.

. THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO
(2006, The Fountain, Darren Aronofsky)



Tinha de aqui estar. Perfeição audiovisual, que tem no seu cerne um coração do tamanho do mundo. Isto é, afinal, uma história de amor. Um dos poucos filmes que me arrebataram verdadeiramente, em todos os aspectos. Põe-me lágrimas nos olhos enquanto me deslumbra os sentidos.

. O MUNDO A SEUS PÉS
(1941, Citizen Kane, Orson Welles)



O meu filme favorito, ponto. Tenho um fascínio absoluto por cada plano, cada linha de diálogo, e acima de tudo pelo homem que é Charles Foster Kane. A personagem bigger than life por excelência, para mim a representação perfeita do quão impossível é, e sempre será, compreender verdadeiramente alguém. Fascina-me verdadeiramente.

--//--

Obrigado, Gonçalo, pela tua participação!

quinta-feira, novembro 10, 2011

#29



... segundo as palavras do Gabriel Martins, autor do blog Alternative Prison:

Os filmes estão pela ordem que eu os vi ao longo da vida. Se é uma lista de filmes da nossa vida faz-me sentido que a abranja toda.

. A GUERRA DAS ESTRELAS + O IMPÉRIO CONTRA-ATACA + O REGRESSO DE JEDI
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, George Lucas, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, Irvin Kershner, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, Richard Marquand)



É daqueles filmes que apaixona qualquer criança, Star Wars é um imaginário divertidíssimo, carregado de personagens memoráveis. Fez-me sonhar e continua a fazê-lo, e isso não dá para esquecer. Adoro os 3 filmes mas o do meio é a obra-prima.

. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



PULP FICTION é um fenómeno. Um filme que parecia não querer saber das regras, contava a história como bem lhe apetecia. É um filme com personalidade, estilo e claro um argumento do caraças.

. O FESTIM NU
(1991, Naked Lunch, David Cronenberg)



David Cronemberg está e possivelmente estará sempre no topo das minhas listas de realizadores ou filmes favoritos. Acho-o simplesmente formidável. Foi o segundo filme que vi dele e tal como já foi mencionado por outra pessoa, abriu- me uma porta para um outro mundo cinematográfico. Um filme que deambula entre a realidade e o delírio nunca deixando de nos captar a atenção.

. VELVET GOLDMINE
(1998, Velvet Goldmine, Todd Haynes)



Uma das minhas maiores paixões cinematográficas. Deu-me a conhecer Todd Haynes, Oscar Wilde, Iggy Pop e David Bowie (mesmo que este não directamente). É portanto uma explosão de cinema, música e literatura; de cores, sons e irreverência.

. VEIO DO OUTRO MUNDO
(1982, The Thing, John Carpenter)



Mais um filme que me prendeu logo nos primeiros instantes e até hoje nunca mais me largou. A atmosfera claustrofóbica é absolutamente deliciosa. Não nenhum sítio para fugir quando estamos na Antárctida e quando uma forma de vida alienígena tem a capacidade de copiar qualquer organismo vivo, em quem se pode confiar? O homem é tal como a frase na capa promove "The Warmest Place To Hide". John Carpenter no seu melhor.

. A CORDA
(1948, Rope, Alfred Hitchock)



É impossível escolher apenas um Hitchcock, no entanto, Rope aborda uma temática que muito me agrada, a do super-homem de Nietzsche. Não é à toa que Crime e Castigo é um dos meus livros favoritos. O filme tem também a particularidade de se apresentar como se fosse filmado num único plano.

. DISPONÍVEL PARA AMAR + 2046
(2000, Fa yeung nin wa, 2004, 2046, Wong Kar Wai)



Vou aproveitar-me da possibilidade de metermos sequelas para escolher estes dois. Não têm de seguir esta ordem, eu vi primeiro 2046 e os filmes são belíssimos e funcionam independentes um do outro. No entanto, a experiência é mais enriquecedora se virmos os dois. Isto porque a personagem de Tony Leung é uma pessoa diferente nos dois filmes, viveu, mudou. Os acontecimentos de um filme reflectem-se no outro. Duas odes ao amor como só Wong Kar Wai é capaz de fazer.

. A MÁSCARA
(1966, Persona, Ingmar Bergman)



Duas actrizes. Um monólogo. Persona é uma obra-prima que prova que para termos um grande filme só precisamos de uma grande ideia, uma grande visão. Um dos melhores filmes sobre a psique humana com um final absolutamente arrebatador.

. THE GENERAL
(1926, The General, Buster Keaton e Clyde Bruckman)



O filme é inspirado numa grande perseguição a uma locomotiva que decorreu em 1862 durante a guerra civil americana, quando um grupo de membros do Union Army, o exército do Norte, tomaram em sua posse o comboio "The General". Keaton, baseando-se nesta história, construiu uma das maiores comédias mudas do Cinema, é um daqueles imperdíveis.

. 2001: ODISSEIA NO ESPAÇO
(1968, 2001: A Space Odyssey, Stanley Kubrick)



O 2001 é um dos filmes mais completos e grandiosos que vi até hoje. Dividido em diferentes partes, todas elas interligadas mas completamente distintas, contribuem para que o filme oscile ao longo do tempo entre diversos géneros. Assim temos uma narrativa, por vezes carregada de tensão e suspense na parte sobre o HAL 9000 ou simplesmente a força das imagens num belíssimo bailado espacial. E não podemos esquecer que a elipse cinematográfica mais poderosa do Cinema se encontra aqui.

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Obrigado, Gabriel, pela tua participação!

quarta-feira, julho 27, 2011

#19



... segundo o João Bastos, do blog Revolta da Pipoca:

Estes tops são sempre polémicos. Há quem goste e há quem não goste! E ainda bem que assim é. Para mim o cinema pode ser 3 coisas:
1ª - pura e simplesmente ARTE;
2ª - pura e simplesmente ENTRETENIMENTO;
3ª - a junção de ARTE + ENTRETENIMENTO.

Para mim os grandes filmes, os melhores, serão aqueles que consigam de alguma forma aliar o conceito artístico ao entretenimento. Como nasci no ano de 1982, cresci a ver essencialmente filmes dessa década em diante, daí os meus filmes preferidos e aqueles que me marcaram serem na sua maioria filmes dos anos 80 e 90. São aqueles filmes que hoje, conseguimos estar conscientes de todos os defeitos, mas que ainda assim adoramos e continuamos a ver vezes sem conta! Considero-me um cinéfilo (amante de cinema) e mais ou menos entendido no assunto, mas não tenho problemas em admitir que as minhas preferências poderão ser
blockbusters, ou filmes que muitos poderão considerar fraquíssimos! Hoje, com 28 anos, a minha visão é outra, aprecio cinema, independentemente do seu ano de produção, género, país, etc... Só não me ponham o Twilight à frente que posso partir a televisão. Bem e sem mais delongas e sem ordem específica cá vai a minha lista:

. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



A primeira vez que o vi, confesso que não gostei. Não foi de fácil digestão. Hoje é o meu filme favorito com o meu actor favorito (Travolta), a minha banda sonora favorita.

. SAGA GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, 1999, Star Wars: Episode I - The Phantom Menace, 2002, Star Wars: Episode II - Attack of the Clones, 2005, Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



Pouco há a dizer aqui!

. HEAT — CIDADE SOB PRESSÃO
(1995, Heat, Michael Mann)



Não há ninguém que filme a cidade como Michael Mann nesta obra-prima! O filme que junta a maior dupla do cinema de todos os tempos. A mítica cena do café de poucos minutos com Pacino e De Niro vale mais que muitos e muitos filmes actuais! Um clássico!

. PARQUE JURÁSSICO
(1993, Jurassic Park, Steven Spielberg)



Sejam sinceros: quem não delirou com as fabulosas imagens deste filme na altura que saiu... Ainda hoje (quase 20 anos depois) tem efeitos credibilíssimos. Os dinossauros ganharam vida, e se me perguntarem alguma fala, eu sei... Depois tem os melhores vilões (para mim) do cinema-espectáculo (os Velociraptors)... Ainda hoje me passo com a cena da cozinha!

. TRILOGIA REGRESSO AO FUTURO
(1985, 1989, 1990, Back to the Future, Robert Zemeckis)



Outro filme (ou melhor 3 filmes) que sei de trás para a frente! Michael J. Fox é enorme! As histórias são loucamente boas! Um marco na minha vida!

. O MEU PRIMEIRO BEIJO
(1991, My Girl, Howard Zieff)



O único filme em que chorei baba e ranho depois da morte do personagem de Macalay Culkin. Um filme que me fez apaixonar na altura pelo desempenho de Anna Chlumsky (o que é feito de ti miúda?)

. CHAMADA PARA A MORTE
(1954, Dial M for Murder, Alfred Hitchcock)



O primeiro filme que vi de Hitchcock. Foi a partir deste filme que comecei a fazer a minha colecção Hitchcock (livros, DVD, etc). Ah, e tem Grace Kelly!

. O GRANDE COMBATE
(1978, Se ying diu sau, Woo-ping Yuen)



Sim, é um filme do Jackie Chan. Um clássico intemporal que não me farto de ver! Esta época foi de ouro para o actor.

. O EXORCISTA
(1973, The Exorcist, William Friedkin)



Não é o meu filme de terror favorito, mas é dos mais perfeitos. Uma atmosfera criada numa divisão (o quarto) do melhor que já se fez no género. E depois, a primeira vez que vi este filme, era catraio, estava sozinho em casa, duas da manhã e tempestade lá fora. O ambiente perfeito para ver o filme. E isto marca qualquer puto.

. DIA DA INDEPENDÊNCIA
(1996, Independence Day, Roland Emmerich)



Um daqueles que só visto numa sala enorme. Ainda hoje me lembro de quando o vi numa sessão da tarde na Suiça! Will Smith que emana estilo! Patriótico até dizer chega (mas o filme é americano e chama-se "Dia da Independência", por isso queriam o quê?)... Mais um que é capaz de dar cabo dos ouvidos, como só Emmerich sabe, mas digam lá se não sabe bem ver a Casa Branca ser reduzida a cinzas num segundo??

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Obrigado, João, pela tua participação!

quarta-feira, julho 13, 2011

#17



... segundo o David Martins, do blog Cine31:

Desde a infância os meus temas favoritos sempre envolveram o reino do fantástico e da ficção cientifica (esses géneros tão subestimados), o que explica grande parte dos filmes que revejo ou sinto vontade de rever mais vezes:

O SENHOR DOS ANÉIS — A IRMANDADE DO ANEL
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Peter Jackson)



Um épico fruto do amor pela obra escrita, renascido no grande ecrã.

MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



A revolução no modo de encenar a acção cinematográfica.

CINEMA PARAÍSO
(1988, Nuovo Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore)



Uma visão romântica e cruel da devoção de vidas ao cinema.

DUNA
(1984, Dune, David Lynch)



Um filme de ficção atípico e subvalorizado.

A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV — A New Hope, George Lucas)



Até ao momento, o filme que já vi mais vezes. Não me perguntem quantas, que já perdi a conta.

STAR TREK — O CAMINHO DAS ESTRELAS
(1979, Star Trek: The Motion Picture, Robert Wise)



Um filme lento, mas deslumbrante.

O TIGRE E O DRAGÃO
(2000, Wo hu cang long, Ang Lee)



Uma mistura única de poesia e artes marciais.

KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, Quentin Tarantino)



Uma montanha de referências culturais que pariu um filme monumentalmente delicioso.

CONTACTO
(1997, Contact, Robert Zemeckis)



Uma inteligente hipótese sobre a próxima fronteira da espécie humana.

NAUSICAÄ OF THE VALLEY OF THE WIND
(1984, Kaze no tani no Naushika, Hayao Miyazaki)



Uma das primeiras obras-primas de Miyazaki.

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Obrigado, David, pela tua participação!

quinta-feira, maio 26, 2011

#11



... segundo a opinião e palavras do Berto Carvalho, do blog PixelHunt:

1. 2001: ODISSEIA NO ESPAÇO
(1968, 2001: A Space Odyssey, Stanley Kubrick)



É provavelmente o filme mais marcante da minha vida, foi o que me fez ver o cinema com outros olhos e abriu portas para outro tipo de cinema que em miúdo obviamente não conhecia.

2. LARANJA MECÂNICA
(1971, A Clockwork Orange, Stanley Kubrick)



É o filme que marcou a minha adolescência. Vi-o numa altura em que começava a ganhar uma consciência politica e social e a sua mensagem teve forte impacto em mim.

3. ALIEN — O 8º PASSAGEIRO
(1979, Alien, Ridley Scott)



Gosto dos 4 filmes, mas incluo apenas o do Ridley Scott. É um dos pináculos de dois géneros distintos, ficção cientifica e terror (os meus géneros favoritos) e dono duma fenomenal atmosfera. É possivelmente um dos filmes que mais vezes vi.

4. O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE
(2001, Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, Jean-Pierre Jeunet)



Pode não parecer mas sou um romântico, sempre que o vejo fico completamente embriagado de felicidade e esperança no mundo e nas pessoas. Para além disso identifico-me muito com o par protagonista.

5. A GUERRA DAS ESTRELAS (TRILOGIA ORIGINAL)
(1977, Star Wars: Episode IV - A New Hope, 1980, Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back, 1983, Star Wars: Episode VI - Return of the Jedi, George Lucas, Irvin Kershner, Richard Marquand)



É um conto de fadas nos confins do espaço. Star Wars é o escape perfeito do meu dia-a-dia e uma máquina do tempo para a minha infância quando ficava a ver as VHS riscadas da trilogia.

6. BLADE RUNNER — PERIGO IMINENTE
(1982, Blade Runner, Ridley Scott)



Mais um filme carregado de atmosfera e mais um dos exemplos máximos da ficção cientifica. O futuro retratado em Blade Runner é extremamente negro e depressivo, "infelizmente" também é muito (demasiado) realista.

7. OS FILHOS DO HOMEM
(2006, Children of Men, Alfonso Cuarón)



É um crime a forma como foi esquecido durante a época de prémios. É um retrato dum futuro assustadoramente semelhante ao nosso presente mas com uma bonita mensagem de esperança. Clive Owen tem uma performance dos diabos.

8. THE FOUNTAIN — O ÚLTIMO CAPÍTULO
(2006, The Fountain, Darren Aronofsky)



Sou um admirador do Darren e se calhar este nem é o seu melhor filme, mas conseguiu ter um impacto em mim que poucos filmes conseguiram, o seu clímax é das coisas mais arrebatadoras que já senti.

9. PULP FICTION
(1994, Pulp Fiction, Quentin Tarantino)



Ainda é o filme que melhor caracteriza o Tarantino e ainda é a sua obra-prima, mesmo tendo gostado dos seus filmes mais recentes. Quando o vi foi uma enorme lufada de ar fresco e são poucos que conseguem ter o mesmo impacto.

10. UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES
(1981, An American Werewolf in London, John Landis)



Sim, eu sei que é uma escolha pouco óbvia e tal mas bolas... eu adoro, ADORO o filme. Funciona maravilhosamente como comédia e terror e a cena da transformação é só um dos maiores momentos da história dos efeitos especiais.

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Obrigado, Berto, pela tua participação!

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