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quarta-feira, janeiro 30, 2013

Curiosidade da Semana



Cinco posters para cada um dos nomeados a Melhor Filme nos BAFTA (British Academy of Film and Television Arts).

E em boa hora chegaram para nos desafiar os sentidos e memórias sobre os títulos em competição:


ARGO


LINCOLN


00:30 A HORA NEGRA


A VIDA DE PI


OS MISERÁVEIS

[Fonte: Collider.]

quinta-feira, novembro 22, 2012

Hollywood Buzz #189

O que se diz lá fora sobre LIFE OF PI, de Ang Lee:



«Is it real? Is this whole story real? I refuse to ask that question. LIFE OF PI is all real, second by second and minute by minute, and what it finally amounts to is left for every viewer to decide. I have decided it is one of the best films of the year.»
Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

«This exquisitely beautiful adaptation of Yann Martel's castaway saga has a sui generis quality that's never less than beguiling, even if its fable-like construction and impeccable artistry come up a bit short in terms of truly gripping, elemental drama.»
Justin Chang, Variety.

«The movie invites you to believe in all kinds of marvelous things, but it also may cause you to doubt what you see with your own eyes - or even to wonder if, in the end, you have seen anything at all.»
A.O. Scott, The New York Times.

«Meticulous care is evident in every aspect of the film. All three actors playing Pi are outstanding.»
Todd McCarthy, The Hollywood Reporter.

«Lee's bigger theme isn't God or survival, but the awesome adventure of making the imaginary visible, the adventure of making movies.»
Lisa Schwarzbaum, Entertainment Weekly.


quarta-feira, julho 13, 2011

#17



... segundo o David Martins, do blog Cine31:

Desde a infância os meus temas favoritos sempre envolveram o reino do fantástico e da ficção cientifica (esses géneros tão subestimados), o que explica grande parte dos filmes que revejo ou sinto vontade de rever mais vezes:

O SENHOR DOS ANÉIS — A IRMANDADE DO ANEL
(2001, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Peter Jackson)



Um épico fruto do amor pela obra escrita, renascido no grande ecrã.

MATRIX
(1999, The Matrix, Larry e Andy Wachowski)



A revolução no modo de encenar a acção cinematográfica.

CINEMA PARAÍSO
(1988, Nuovo Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore)



Uma visão romântica e cruel da devoção de vidas ao cinema.

DUNA
(1984, Dune, David Lynch)



Um filme de ficção atípico e subvalorizado.

A GUERRA DAS ESTRELAS
(1977, Star Wars: Episode IV — A New Hope, George Lucas)



Até ao momento, o filme que já vi mais vezes. Não me perguntem quantas, que já perdi a conta.

STAR TREK — O CAMINHO DAS ESTRELAS
(1979, Star Trek: The Motion Picture, Robert Wise)



Um filme lento, mas deslumbrante.

O TIGRE E O DRAGÃO
(2000, Wo hu cang long, Ang Lee)



Uma mistura única de poesia e artes marciais.

KILL BILL — A VINGANÇA
(2003, Kill Bill: Vol. 1, Quentin Tarantino)



Uma montanha de referências culturais que pariu um filme monumentalmente delicioso.

CONTACTO
(1997, Contact, Robert Zemeckis)



Uma inteligente hipótese sobre a próxima fronteira da espécie humana.

NAUSICAÄ OF THE VALLEY OF THE WIND
(1984, Kaze no tani no Naushika, Hayao Miyazaki)



Uma das primeiras obras-primas de Miyazaki.

--//--

Obrigado, David, pela tua participação!

terça-feira, setembro 01, 2009

Festival de Veneza 2009



Arranca amanhã a 66ª Mostra Internacional de Arte Cinematográfica de Veneza, um dos festivais de Cinema mais conceituados da Sétima Arte e que será palco de algumas das antestreias mais interessantes de 2009.

Este ano, o júri é presidido por Ang Lee (realizador de O TIGRE E O DRAGÃO, 2000, e O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN, 2005) e conta, entre outros, com os nomes de Sandrine Bonnaire e Joe Dante.

Da selecção oficial, o Keyzer Soze's Place destaca doze títulos que estarão em competição até ao dia 12 de Setembro:

  • SOUL KITCHEN, de Fatih Akin (Alemanha)



  • Realizador premiado em Cannes pelo argumento de DO OUTRO LADO (2007), Akin concorre pela primeira vez em Veneza com esta comédia agridoce sobre um jovem proprietário do restaurante cujo nome dá o título ao filme e as suas tentativas — com uma passagem por Shanghai — de recuperar o sucesso do seu negócio.

  • PERSÉCUTION, de Patrice Chéreau (França)



  • Daniel (Romain Duris) acompanha, incessantemente, os movimentos de Sonia (Charlotte Gainsbourg, cuja interpretação em ANTICHRIST, de Lars Von Trier, foi recentemente premiada em Cannes), a mulher por quem está apaixonado há mais de três anos. Entretanto, o próprio Daniel vê-se perseguido por um homem que se intromete na sua vida.

  • MR. NOBODY, de Jaco Van Dormael (França)



  • No ano 2092, época em que já é possível ir de férias a Marte, Nemo Nobody (Jared Leto) é o último mortal da Terra. Graças aos avanços da ciência, Nemo conta 120 anos e, no seu leito da morte, faz uma retrospectiva das três existências que poderia ter vivido. O regresso de um dos principais cineastas belgas da actualidade, tendo este filme de ficção-científica conhecido uma "gestação" de quase dez anos.

  • A SINGLE MAN, de Tom Ford (EUA)



  • O estilista norte-americano assinala a sua estreia na Sétima Arte com a história de George (Colin Firth), um professor universitário britânico que tenta ultrapassar a perda de Jim (Matthew Goode), o seu amante de longa data. Entretanto, a crise dos mísseis de Cuba, em 1962, domina as atenções do Mundo. Contando com Julianne Moore no elenco, este é um dos títulos que mais curiosidade irá gerar em Veneza.

  • BAD LIEUTENANT: PORT OF CALL NEW ORLEANS, de Werner Herzog (EUA)



  • Se é ou não um remake do controverso O POLÍCIA SEM LEI (1992, Abel Ferrara), o debate (ou seja, a troca de insultos entre Ferrara e Herzog) prolonga-se sem fim à vista. Quanto ao filme, centra-se em Terence McDonagh (Nicolas Cage), um detective de Nova Orleães, que mede forças com o dealer Big Fate ao mesmo tempo que luta com a sua dependência em cocaína, analgésicos e sexo.

  • THE ROAD, de John Hillcoat (EUA)



  • Com estreia prevista para Novembro de 2008, esta adaptação do romance de Cormac McCarthy (o mesmo autor de ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS, dos irmãos Coen) só conhecerá distribuição comercial em Outubro próximo e há quem prenuncie a sua presença assídua nas entregas de prémios deste ano. Num cenário pós-apocalíptico, Viggo Mortensen interpreta um pai decidido em proteger o seu filho do estado de sítio em que o país, inexplicavelmente, mergulhou.

  • CAPITALISM: A LOVE STORY, de Michael Moore (EUA)



  • O documentarista mais polémico dos nossos tempos (BOWLING FOR COLUMBINE, 2002, e FAHRENHEIT 9/11, 2004) aponta a sua viperina atenção para o desastroso impacto do domínio corporativo-financeiro na vida quotidiana de milhões de pessoas em todo o mundo. Com humor e provocação, Moore explora, sobretudo, o preço que os EUA estão a pagar pelo seu «amor ao capitalismo».

  • 36 VUES DU PIC SAINT LOUP, de Jacques Rivette (França)



  • Um dia antes do início da tournée de Verão, o fundador e estrela maior de um pequeno circo morre subitamente. Numa tentativa de salvar a temporada, os membros da companhia recorrem a Kate (Jane Birkin), a filha mais velha do falecido, a qual, apesar de ter abandonado a actividade circense há mais de quinze anos, aceita o desafio. Com este filme, Jacques Rivette, o cineasta mais experimental da presente Nouvelle Vague francesa, é um dos grandes favoritos ao Leão de Ouro.

  • SURVIVAL OF THE DEAD, de George Romero (EUA)



  • Numa ilha costeira da América do Norte, os habitantes locais resistem a uma epidemia de mortos-vivos, demonstrando resistência (em matar os seus entes queridos afectados pela "maleita") e empenho (na busca por uma solução médica para os que se encontram zombificados). "Enésima" versão de George Romero sobre o tema dos mortos-vivos, este filme não deixa, contudo, de ser um dos pontos altos da presente edição da Biennale.

  • LIFE DURING WARTIME, de Todd Solondz (EUA)



  • Todd Solondz, realizador norte-americano de poucos consensos, já assumiu que esta é uma sequela não autorizada do "infame" HAPPINESS - FELICIDADE (1998), cujas personagens regressam à nossa presença motivados pela busca do amor, de redenção e do sentido da vida após os acontecimentos do primeiro filme.

  • BAARÌA — LA PORTA DEL VENTO, de Giuseppe Tornatore (Itália)



  • Divertida e melancólica história sobre o percurso, durante três gerações, de uma família Siciliana, vem assinada por um dos principais mestres cinematográficos deste género de películas, Giuseppe Tornatore (CINEMA PARAÍSO, 1988). Representa, também, mais um filme autobiográfico do cineasta italiano — "Baarìa", em calão siciliano, refere-se a Bagheria, a cidade natal do próprio Tornatore.

  • TETSUO: THE BULLET MAN, de Shinya Tsukamoto (Japão)



  • Após o sucesso internacional dos dois primeiros filmes deste franchising, Shinya Tsukamoto tentou convencer Quentin Tarantino a escrever uma nova versão de TETSUO (1989), desta vez situada nos EUA. Nunca produzido, o cineasta nipónico recuperou o projecto e apresenta a história de Anthony (Eric Bossick), um Americano a residir em Tóquio, cuja vida fica totalmente alterada após uma misteriosa e pessoal tragédia.


    N.B.: a lista detalhada de toda a programação do Festival de Veneza pode ser consultada aqui.

    sexta-feira, agosto 28, 2009

    Hollywood Buzz #55

    O que se diz lá fora sobre TAKING WOODSTOCK, de Ang Lee:



    «TAKING WOODSTOCK has the freshness of something being created, not remembered.»
    Roger Ebert, Chicago Sun-Times.

    «Given a subject that has become synonymous with overblown mythmaking, its modesty becomes it.»
    Stephen Holden, New York Times.

    «A sort of let's-put-on-a-show summer-camp lark for director Ang Lee after the dramatic rigors of BROKEBACK MOUNTAIN and LUST, CAUTION, the picture serves up intermittent pleasures but is too raggedy and laid-back for its own good.»
    Todd McCarthy, Variety.

    «Lee captures the fractious, joyful, monstrously evolving mass it all was.»
    Owen Gleiberman, Entertainment Weekly.

    «All the tie-dye, reefer, skinny-dipping, split-screen cinematography (from Eric Gautier) and acid-trip psychedelics courtesy of Tiber's encounter with hippies (Paul Dano and Kelli Garner) can't make up for the film's major sin of omission: the music.»
    Peter Travers, Rolling Stone.

    segunda-feira, maio 18, 2009

    Festival de Cannes 2009 — Dia 4



    TAKING WOODSTOCK, que conheceu a sua estreia mundial este Sábado, representa, nas palavras do seu realizador Ang Lee, «uma história de liberdade, honestidade e tolerância - e dum 'espírito ingénuo' que não devemos nem podemos perder».

    Ang Lee

    Emile Hirsch saúda os fotógrafos

    quinta-feira, abril 23, 2009

    Festival de Cannes 2009



    Foram apresentados hoje de manhã, em conferência de imprensa, os títulos que marcarão a 62ª edição do Festival de Cannes.

    Convido-vos à análise mais profunda da programação, dividida pelas respectivas secções em que os filmes estão inscritos. Os vencedores só serão conhecidos no dia 24 de Maio mas, até lá, há a certeza de que qualidade não estará ausente do certame:

  • Em Competição


  • . LOS ABRAZOS ROTOS, de Pedro Almodóvar



    Filmado ao estilo film noir dos anos 50, o novo filme de Almodóvar é narrado por Lluís Omar, um homem que escreve, vive e ama na obscuridade, sofrendo ainda com a morte de Lena (Penélope Cruz), a mulher da sua vida, num brutal acidente de viação há catorze anos atrás.

    . BRIGHT STAR, de Jane Campion



    Drama baseado na relação amorosa entre o poeta inglês John Keats (Ben Whishaw) e Fanny Brawne, interrompida abruptamente pelo falecimento de Keats aos 25 anos. O regresso de Jane Campion (vencedora da Palma de Ouro, em 1993, por O PIANO) aos filmes situados no Séc. XIX.

    . THE WHITE RIBBON [Das weiße Band], de Michael Haneke



    Em 1913, estranhos acontecimentos têm perturbado a vida quotidiana de uma escola rural na Alemanha, no que aparenta ser um sistema de punição ritual. De que forma estes acontecimentos prejudicarão a existência daquela comunidade? Haneke e os seus "territórios perigosos" regressam a Cannes.

    . TAKING WOODSTOCK, de Ang Lee



    Baseado numa autobiografia de James Schamus (que também assina o argumento), é a história de Elliot Tiber (Demetri Martin), um aspirante a designer de interiores que se debate com a sua homossexualidade escondida e dependência de drogas durante o mais famoso festival musical dos anos 60. Ang Lee coloca, uma vez mais, a sua versatilidade à prova do mundo cinéfilo.

    . LOOKING FOR ERIC, de Ken Loach



    Um adepto fervoroso de futebol (Matthew McNulty) procura sair das crises que afectam a sua vida. Entre as várias ajudas que se lhe deparam, é brindado pelo life coaching do filosófico ex-futebolista Eric Cantona. Uma sinopse que adivinha um projecto de curiosa natureza.

    . SOUDAIN LE VIDE, de Gaspar Noé



    A história de Oscar que, após a morte brutal dos seus pais, promete à irmã mais nova que nunca a abandonará. Embora pouco tenha sido divulgado, a reputação de Gaspar Noé (IRREVERSÍVEL) nunca augura películas de simples visualização.

    . THIRST [Bakjwi], de Park Chan-wook



    Uma experiência médica desastrosa transforma um padre (Song Kang-ho) num vampiro. Convicto em não sucumbir às exigências "nutricionais", começa a roubar sangue para transfusões e, apesar de inibido de sensações humanas, apaixona-se por Tae-ju (Kim Ok-bin), uma mulher infeliz com a sua própria vida.

    . INGLORIOUS BASTERDS, de Quentin Tarantino



    Na França ocupada pelas tropas nazis, durante a Segunda Guerra Mundial, o Tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza uma milícia de soldados judeus motivados por um desejo de retribuição da violência racial praticada pela Alemanha.

    . VENGEANCE, de Johnnie To



    Um assassino profissional Francês (Johnny Hallyday) viaja para Hong Kong para vingar o homicídio da sua família. Para tal, assume o disfarce de um chef de culinária.

    . ANTICHRIST, de Lars Von Trier



    Um casal (Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg) decide recuperar da morte do filho numa cabana localizada nas profundezas de uma floresta. Aí, descobrem que Satanás ganhou forma e controla o Mundo. As primeiras imagens comprovam a expectativa que rodeia este filme, sendo o terror psicológico — em todas as suas formas — um dos talentos mais visíveis de Lars Von Trier.

  • Un Certain Regard


  • . PRECIOUS, de Lee Daniels



    Anteriormente denominado Push: Based on the Novel by Sapphire, é já um dos fenómenos cinematográficos de 2009. Vencedor do Grande Prémio do Júri no último Festival de Sundance, é um retrato social de uma adolescente que reside em Harlem.

    . MOTHER, de Bong Joon-ho



    Denunciado, sob argumentos falsos, de um crime que não cometeu, uma mãe (Bin Won) recorrerá a todos os meios para provar a inocência do próprio filho (Ku Jin). Um novo desafio proporcionado pelo realizador de THE HOST — A CRIATURA.

    . À DERIVA, de Heitor Dehalia



    Situado nos anos 80, retrata as angústias da adolescente Filipa (Laura Leto) que viaja para uma estância balnear com os seus pais (Vincent Cassel e Débora Bloch), cujo casamento está em plena destruição. Neste cenário, Filipa descobre questões como a infidelidade, a intolerância e a morte.

    . MORRER COMO UM HOMEM, de João Pedro Rodrigues



    Assinalando a presença portuguesa mais sonante da presente edição, conta a história de Tonia, um travesti lisboeta, que abandonou a sua identidade dupla e iniciou uma série de intervenções de cirurgia plástica que a transformaram, socialmente, numa mulher.

  • Fora de Competição


  • . UP, de Pete Docter e Bob Peterson



    Carl Fredricksen (Edward Asner), um reformado vendedor de balões com 78 anos, decide cumprir o sonho da malograda esposa em conhecer a América do Sul. Equipando a sua própria casa com inúmeros balões, transforma-a num objecto de voo controlado. Mas Carl terá a companhia inesperada de Russell, um bonacheirão escuteiro de 8 anos...

    . AGORA, de Alejandro Amenábar



    Épico histórico centrado na relação da astróloga Hipátia de Alexandria ( Rachel Weisz) com o seu escravo Davus (Max Minghella), o qual divide-se entre o amor que nutre pela sua amante e a liberdade que o crescente movimento do Cristianismo poderá conceder-lhe.

    . THE IMAGINARIUM OF DR. PARNASSUS, de Terry Gilliam



    O Doutor Parnassus (Christopher Plummer), indivíduo imortal que conta 1000 anos de existência, lidera um grupo itinerante de artistas de teatro que oferece ao seu público a possibilidade de viajar através de um espelho mágico. Um filme em destaque por tratar-se do último trabalho de Heath Ledger.

    . DRAG ME TO HELL, de Sam Raimi



    Quando Christine (Alison Lohman) desaprova a extensão de um benefício (como forma de provar ao seu superior que é capaz de tomar decisões delicadas) a uma cliente idosa, a furiosa decana roga-lhe uma maldição que ameaça a jovem profissional de seguros a um destino eterno no Inferno. Sam Raimi despega-se do franchising HOMEM-ARANHA e regressa às ambiências de terror que o celebrizou.

    . COCO CHANEL & IGOR STRAVINSKY, de Jan Kounen



    Paris, 1913. Coco Chanel (Anna Mouglalis) deixa-se seduzir pelo ballet «A Sagração da Primavera», de Igor Stravinsky (Mads Mikkelsen) e logo nasce uma relação dominada pela moda, música e paixão. Primeiro biopic de 2009 sobre a estilista francesa, estando já preparado COCO AVANT CHANEL, protagonizado por Audrey Tautou.

    N.B.: A lista detalhada dos filmes a exibir em Cannes pode ser consultada aqui.